6 dicas para a sua empresa não ficar no vermelho

6 dicas para a sua empresa não ficar no vermelho

Abrir um negócio e não ficar no vermelho é o maior desafio de qualquer empreendedor. É preciso mais do que uma ideia, como também conhecimento de finanças e organização.

Quando começamos a empreender, tudo pode parecer muito simples, mas os detalhes fazem toda a diferença no dia a dia da empresa. Se as dívidas começam a aparecer, é porque o negócio não vai bem e tirar a organização dessa situação pode ser difícil.

Cortar custos importantes ou até mesmo não pagar alguns impostos são algumas das ações impensadas que alguns empreendedores cometem, mas além de não resolverem a situação, ainda podem piorar as coisas.

É fundamental que haja um planejamento e um acompanhamento cuidadoso para proteger a empresa de situações financeiras ruins. Por mais corrido que seja o dia a dia, algumas tarefas não podem ser deixadas de lado.

Aliás, mesmo antes de começar o negócio, é preciso seguir com cautela alguns cuidados como conhecimento de mercado, ter os recursos financeiros necessários, ter bons profissionais e trabalhar com marketing.

Da mesma maneira, é importante conhecer as variáveis que podem deixar o seu negócio no vermelho, e é exatamente sobre isso que vamos falar neste artigo, além de apresentar algumas dicas e os benefícios de uma empresa saudável. Acompanhe!

Importância de conhecer as variáveis perigosas

Existem algumas variáveis que podem prejudicar a saúde financeira de uma organização, caso o proprietário não as conheça.

Um exemplo disso são os impostos e contas típicas do começo do ano, que podem impactar a vida de uma empresa durante o ano inteiro.

Os contratos que vão sendo finalizados também, por isso, é preciso se atentar a eles e criar estratégias para renová-los com os clientes, além de realizar ajustes de valores, caso existam.

Os empreendedores, como o dono de uma gráfica que faz impressão de cardápio marmita fit congelada ou qualquer outro modelo de negócio também precisam ficar de olho no capital de giro, datas de recebimentos, pagamentos de funcionários e contas básicas, como:

  • Água e luz;
  • Telefone e internet;
  • Aluguel;
  • Impostos;
  • Entre outros.

Tudo isso deve ser compreendido para garantir o bom andamento das finanças da empresa. Portanto, o melhor é caminho é estudar essas variáveis e não perder o foco nelas durante todo o ano.

Dicas de finanças para as empresas

Agora que você já sabe quais são as variáveis mais impactantes para a saúde financeira do seu negócio, separamos algumas dicas úteis para todo o mercado, indo desde um berçário particular até um escritório de advocacia. Dentre elas, podemos citar:

1. Acompanhar o fluxo de caixa

O fluxo de caixa diz respeito a todas as entradas e saídas de dinheiro do negócio durante um período. Para qualquer empresa, como uma revenda de catraca controle de acesso, manter o fluxo de caixa é fundamental para tomar decisões estratégicas.

Se ele está bem detalhado, os riscos são mais bem calculados, bem como o andamento do cenário atual, além de podermos verificar melhor as métricas de crescimento.

A base de qualquer negócio são os números, sendo eles que também permitem melhorar a situação financeira da empresa.

Tendo esses dados em mãos, é mais fácil identificar as dívidas, e uma boa maneira de começar a fazer esse controle do fluxo de caixa é usando uma planilha ou até uma ferramenta apropriada.

O acompanhamento do fluxo de caixa possibilita total controle de entradas e saídas de recursos financeiros, estoque, valores disponíveis, dívidas, entre outros.

2. Contratar um contador

No começo, as contas da empresa parecem ser simples de serem administradas, mas à medida que o tempo passa, elas vão ficando mais complexas.

As questões tributárias, por exemplo, são alguns dos fatores que mais pegam os empreendedores, e deixar o assunto para depois pode implicar em intimações fiscais e dúvidas.

Se uma escola particular infantil contar com um contador, este vai resolver todos os assuntos burocráticos, dívidas, fluxo de caixa e de que maneira os problemas podem ser solucionados.

3. Quitar dívidas e analisar o que pode ser cortado

Caso já esteja entrando no vermelho ou a empresa esteja, de fato, endividada, é imprescindível fazer um levantamento de tudo o que deve.

Com essas informações em mãos, converse com os credores e fornecedores para saber quais tipos de negociação estão disponíveis.

A melhor maneira é pagar à vista, pois os descontos costumam ser maiores. Priorize as contas mais altas ou mais atrasadas e veja de que maneira poderá pagá-las.

Tente um parcelamento com uma entrada, para que o valor das parcelas seja abatido e você consiga pagar com mais facilidade.

Em último caso, tente um empréstimo para pagar aos poucos, mas lembre-se de que essa opção só vale a pena se puder cobrir todas as pendências.

Faça uma análise de todas as despesas que a empresa possui e veja quais podem ser cortadas, ou, ainda, se é possível optar por outros fornecedores.

É comum que alguns empreendedores, como proprietários de restaurantes que façam marmitex para empresa, escolham fornecedores convenientes.

No entanto, uma simples troca pode representar uma grande queda nas despesas e até a modernização do negócio em si.

No entanto, é preciso atenção para não cortar investimentos que sejam importantes para o negócio, pois isso pode diminuir a ação dele no mercado e causar um efeito contrário.

4. Atentar-se aos indicadores

Tudo o que acontece na gestão de um negócio deve ser monitorado, mesmo que o empreendedor não esteja presente em todos os processos nesse sentido.

Exemplo disso são as métricas de venda ou de resposta ao cliente e, claro, a métrica de desempenho financeiro.

Uma oficina especializada honda, por exemplo, precisa dominar o seu capital de giro e ver os valores que estão disponíveis no próximo mês para os investimentos.

Outro exemplo é saber a diferença entre lucratividade e rentabilidade, pois o primeiro mostra a margem de lucro do empreendimento e, o segundo, qual é o retorno dos investimentos feitos.

Quando eles são analisados, os preços dos produtos e serviços são definidos com eficiência e entendemos se o ritmo dos processos, como a produção, é viável.

5.  Separar o pessoal do empresarial

Alguns empreendedores cometem o erro de misturar suas finanças pessoais com as da empresa. Por exemplo, se têm uma dívida, usam a reserva do negócio para pagá-la.

Quando os problemas pessoais aparecem, o ideal é cortar despesas supérfluas e organizar a saúde financeira da casa ou da família por conta própria, sem envolver o dinheiro da organização.

Com isso, o dinheiro que pertence ao negócio poderá ser usado para pagar as dívidas dele e ainda poder fazer alguns investimentos, como instalar estrutura para galpão.

Quem mistura essas duas extremidades, acaba misturando, também, as dívidas e entrando no vermelho dos dois modos.

6. Ter uma reserva de emergência

É imprescindível que o negócio tenha uma reserva de emergência, assim como seu proprietário. Além disso, tenha em mente que é importante separá-las, uma vez que o que a empresa gere deve ser destinado apenas a ela.

Com essa reserva, você pode se livrar de imprevistos e até conduzir melhor a organização em momentos de crise.

Benefícios de uma empresa saudável

A saúde financeira de um negócio é muito importante, por diversas razões. A ausência de dívidas permite que ele possa crescer, se estabilizar e conquistar novos espaços no mercado.

Assim, você pode investir em um novo produto ou serviço para aumentar ainda mais os seus ganhos e o público-alvo.

O funcionamento da própria organização também melhora, e o empreendedor pode até mesmo garantir mais benefícios aos seus colaboradores, como alimentação coletiva.

Investir na satisfação e na qualidade de vida de seus funcionários é essencial para que eles sintam-se mais motivados e trabalhem melhor para você.

Ademais, uma empresa saudável financeiramente consegue investir em soluções inovadoras, como recursos tecnológicos que otimizem o seu trabalho e a façam sair na frente da concorrência.

A automação, por exemplo, agiliza processos e garante mais qualidade aos produtos e serviços vendidos. Consequentemente, a clientela se sente mais satisfeita e volta a comprar mais vezes, o que garante ainda mais lucros.

Em outras palavras, se uma empresa tem saúde financeira, ela consegue melhorar a cada dia, tornando-se mais competitiva e preparada para possíveis períodos de crise.

Conclusão

O sonho de ter seu próprio negócio leva milhares de pessoas a tentarem a sorte no mercado, mas a falta de conhecimento pode fazer com que se endividem e se frustrem ao investir na própria empresa.

Portanto, é fundamental saber como conduzir as finanças e evitar as dívidas, mas se mesmo assim elas aparecem, é necessário recorrer aos recursos certos e recuperar a saúde do negócio.

Sair do vermelho pode ser muito fácil se você souber usar as dicas aqui apresentadas para salvar o seu empreendimento e mantê-lo ativo no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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