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	<title>Arquivos Negócios - GFCriativa</title>
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	<description>Educação Financeira e Gestão Empresarial</description>
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		<title>Pró-labore vs. lucro: 5 erros que podem gerar problemas com a Receita Federal no IR 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem um negócio próprio ou empresa precisa ficar atento à forma como faz a declaração do Imposto de Renda para evitar erros com o Fisco e não cair na malha fina. Entender a distinção entre pró-labore e distribuição de lucros é um dos pontos de atenção para não cometer erros na gestão financeira e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem tem um negócio próprio ou empresa precisa ficar atento à forma como faz a declaração do Imposto de Renda para evitar erros com o Fisco e não cair na malha fina. Entender a distinção entre pró-labore e distribuição de lucros é um dos pontos de atenção para não cometer erros na gestão financeira e correr o risco de gerar cobranças retroativas de impostos ou multas elevadas.&nbsp;</p>



<p>Para auxiliar empreendedores na declaração, Rafael Caribé, CEO e cofundador da Agilize Contabilidade, a primeira contabilidade online do Brasil, listou cinco erros sobre o tema que podem gerar problemas com a Receita Federal.&nbsp;&nbsp;</p>



<ol>
<li><strong>Retirar apenas distribuição de lucros e ignorar o pró-labore</strong></li>
</ol>



<p>Para Rafael, um dos erros mais comuns é o sócio que atua diretamente na empresa receber exclusivamente por distribuição de lucros para evitar encargos trabalhistas e previdenciários. “A Receita entende que sócios-administradores devem obrigatoriamente receber pró-labore. Se isso não ocorrer, o Fisco pode reclassificar os lucros como remuneração salarial e cobrar INSS, Imposto de Renda e multas retroativas, o que, por sua vez, pode deixar o CPF irregular. A pessoa fica sem poder emitir passaporte, por exemplo”.</p>



<ol start="2">
<li><strong>Misturar despesas pessoais e contas da empresa</strong></li>
</ol>



<p>Usar a conta da empresa para pagar despesas pessoais, como cartão de crédito, viagens ou contas de casa, também é um dos principais gatilhos para fiscalização, de acordo com Rafael. “A prática pode gerar incompatibilidade patrimonial na declaração da pessoa física e levantar suspeitas sobre distribuição disfarçada de lucros. A Receita entende que, se a empresa pagou por algo que não é dela, o dinheiro foi recebido de forma indireta, o que gera juros e multas, além de risco de desenquadramento de regime e dificuldade no acesso a financiamentos ou crédito”.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<ol start="3">
<li><strong>Fazer distribuição de lucros sem contabilidade regular</strong></li>
</ol>



<p>Para que a distribuição de lucros seja isenta de impostos, a empresa precisa manter uma escrituração contábil adequada. “Sem esse controle, a isenção fica limitada aos percentuais presumidos previstos na legislação, o que pode não refletir a realidade financeira do negócio e gerar tributação inesperada”, explica o especialista.</p>



<ol start="4">
<li><strong>Distribuir lucros mesmo com débitos tributários em aberto</strong></li>
</ol>



<p>Empresas com dívidas fiscais ou previdenciárias sem garantia legal não podem distribuir lucros aos sócios, sendo que o descumprimento pode resultar em multa equivalente a 50% do valor distribuído irregularmente, além da tributação dos valores recebidos. “Caso a empresa possua dívidas tributárias, a recomendação é que ela procure uma contabilidade que possa cuidar com atenção deste cenário, pois isso vai evitar penalidades mais sérias e proporcionar a regularização”.&nbsp;</p>



<ol start="5">
<li><strong>Ignorar as novas regras sobre dividendos em 2026</strong></li>
</ol>



<p>Desde janeiro de 2026, está em vigor a retenção de 10% de Imposto de Renda sobre lucros e dividendos acima de R$ 50 mil pagos no mesmo mês para a mesma pessoa física. “A mudança exigirá maior controle financeiro e contábil das empresas, além de atenção redobrada no envio das informações fiscais à Receita Federal. A recomendação é&nbsp; manter a documentação organizada para evitar autuações e problemas”, finaliza o especialista.</p>
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		<item>
		<title>Como acertar o estoque em datas como Dia dos Namorados e Copa do Mundo</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/como-acertar-o-estoque-em-datas-como-dia-dos-namorados-e-copa-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:40:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A combinação entre compras de última hora e aumento repentino no consumo durante datas sazonais têm pressionado a operação das PMEs em 2026. Um levantamento da Scanntech￼ projeta aumento de até 69% no ticket médio nas horas que antecedem os jogos da Seleção durante a Copa do Mundo. Em paralelo, o Dia dos Namorados deve [&#8230;]</p>
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<p>A combinação entre compras de última hora e aumento repentino no consumo durante datas sazonais têm pressionado a operação das PMEs em 2026. Um levantamento da Scanntech￼ projeta aumento de até 69% no ticket médio nas horas que antecedem os jogos da Seleção durante a Copa do Mundo. Em paralelo, o Dia dos Namorados deve voltar a impulsionar setores como moda, beleza, alimentação e presentes nas próximas semanas.&nbsp;</p>



<p>O desafio para o varejo é evitar dois extremos comuns nessas datas: perder vendas por falta de produto ou comprometer o caixa com excesso de mercadoria parada após o pico de consumo.</p>



<p>“Em períodos sazonais, muita empresa ainda toma decisão de compra olhando apenas percepção ou expectativa de aumento nas vendas. O problema é que o consumidor muda rápido nessas datas, e isso impacta diretamente o giro dos produtos”, afirma Reginaldo Stocco, CEO da vhsys￼. “Hoje, o estoque precisa acompanhar o comportamento da operação quase em tempo real.”</p>



<p>Uma das estratégias que mais vem ganhando espaço entre PMEs é o acompanhamento diário dos produtos com maior saída durante campanhas sazonais. Em vez de fazer uma única compra grande antes da data, empresas passaram a trabalhar com reposições mais curtas e análise constante do desempenho das categorias ao longo da semana. O movimento ajuda a reduzir excesso de mercadoria parada e dá mais margem para corrigir decisões rapidamente caso o comportamento do consumidor mude.</p>



<p>Outro ponto que passou a pesar é a integração entre vendas, estoque e fluxo de caixa. Negócios que conseguem visualizar rapidamente quais produtos estão girando mais, quais perderam ritmo e quais têm maior margem conseguem direcionar melhor promoções, reposições e investimentos durante períodos de maior demanda. Em muitos casos, itens complementares acabam trazendo mais resultado do que os produtos considerados principais da campanha, algo que só aparece quando a operação é acompanhada de forma mais detalhada.</p>



<p>“Quando o empreendedor acompanha estoque, vendas e desempenho dos produtos de forma integrada, ele consegue tomar decisões mais rápidas, reduzir desperdícios e aproveitar melhor períodos estratégicos para o faturamento”, finaliza o CEO.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa mostra que 90% dos CFOs se apoiam em IA para tomar decisões</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/pesquisa-mostra-que-90-dos-cfos-se-apoiam-em-ia-para-tomar-decisoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa da consultoria global Deloitte, realizada com executivos que ocupam cargo de CFO (Chief Financial Officer, ou diretor de finanças) na Europa, aponta que 90% deles se apoiam em inteligência artificial generativa em até 25% das decisões estratégicas que tomam. Mais de um terço dos entrevistados espera que esse uso seja ainda maior, se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma pesquisa da consultoria global Deloitte, realizada com executivos que ocupam cargo de CFO (Chief Financial Officer, ou diretor de finanças) na Europa, aponta que 90% deles se apoiam em inteligência artificial generativa em até 25% das decisões estratégicas que tomam. Mais de um terço dos entrevistados espera que esse uso seja ainda maior, se expandindo para mais da metade das decisões estratégicas, dentro de cinco anos.</p>



<p>Além disso, 70% desses CFOs esperam um aumento na receita em 2026, ao mesmo tempo em que estão considerando reduções na força de trabalho de suas organizações. Assim, avalia a pesquisa, o crescimento da receita estimado pelos executivos é impulsionado pela digitalização, automação e estratégias de precificação, e não pelo aumento do volume de vendas devido ao crescimento do quadro de funcionários. “Muitas empresas europeias têm um foco estratégico em ‘fazer mais com menos’”, sublinha o estudo.</p>



<p>Por outro lado, os executivos consideram que os orçamentos das organizações destinados à IA generativa para o setor financeiro precisam ser acelerados, para acompanhar suas expectativas. O estudo indica que mais de 80% das organizações pretendem gastar menos de um quarto de seu orçamento de tecnologia e digitalização em IA, em um futuro próximo.</p>



<p>Para o especialista Alysson Guimarães, fundador e CEO da LeverPro (empresa brasileira de tecnologia, especialmente com IA embarcada, para gestão financeira), o diagnóstico trazido pela consultoria Deloitte sinaliza um cenário desafiador para os executivos de finanças. Isso porque enfrentam uma contradição clara: ao mesmo tempo em que a tecnologia se consolida como aliada, os investimentos ainda não acompanham o valor que ela é capaz de gerar.</p>



<p>“Há um otimismo entre os CFOs, quando apostam em crescimento das receitas, proporcionado pelas inovações tecnológicas. Mas uma boa dose de cautela também, na medida em que veem suas organizações pouco expandindo a fatia de orçamento para investimentos em tecnologias”, assinala Guimarães. “Como diz o estudo, a IA [na gestão financeira] veio para ficar, mas os orçamentos ainda não acompanham as expectativas&#8221;.</p>



<p>Uma constatação da pesquisa ilustra essa ambiguidade mencionada pelo CEO da LeverPro. Segundo o levantamento, 80% dos entrevistados relatam que a influência do CFO no conselho de administração de suas empresas aumentou. Entretanto, a escassez de habilidades em dados, tecnologia digital e IA tem representado uma grande barreira à transformação. “Mais da metade dos CFOs identifica, na pesquisa, carências nessas áreas”, assinala Guimarães.</p>



<p>O estudo informa também que empresas focadas em serviços e tecnologia estão em condições mais favoráveis, para ampliar suas receitas por meio de ganhos de produtividade, com automação e da adoção de IA. “Em contrapartida, empresas manufatureiras lidam com perspectivas de receita mais fracas e podem reduzir o quadro de funcionários para se concentrarem na estabilização das operações”, observa o CEO da LeverPro.</p>



<p>Sobre as prioridades dos diretores financeiros para 2026, o levantamento da Deloitte indica ser crescimento orgânico para 26% deles e redução de custos para 20%. Outras prioridades são a redução de despesas operacionais (12%), a expansão para novos mercados (11%), aquisições e lançamentos de produtos (10% cada).</p>



<p>“Em síntese, o estudo da Deloitte nos comunica que, para os CFOs, as demandas em suas organizações e tarefas estão claras: alinhar seus talentos, sua precificação e suas decisões de investimento com a dinâmica do setor em que atuam e com o prazo que a empresa almeja obter retorno”, sublinha Guimarães.</p>
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		<item>
		<title>Empresas que sonham grande miram reduzir até 40% dos custos com contratações; entenda o que está por trás dessa conta</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/empresas-que-sonham-grande-miram-reduzir-ate-40-dos-custos-com-contratacoes-entenda-o-que-esta-por-tras-dessa-conta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 16:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Contratar no Brasil custa caro, e não estamos falando apenas em questões de salários. Processos seletivos longos, desalinhamento entre vagas e perfis, alta rotatividade e retrabalho no RH fazem com que empresas acumulem perdas relevantes ao longo do ano.&#160; Não à toa,informações de mercado mostram que que organizações que têm metas agressivas de crescimento passaram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Contratar no Brasil custa caro, e não estamos falando apenas em questões de salários. Processos seletivos longos, desalinhamento entre vagas e perfis, alta rotatividade e retrabalho no RH fazem com que empresas acumulem perdas relevantes ao longo do ano.&nbsp;</p>



<p>Não à toa,informações de mercado mostram que que organizações que têm metas agressivas de crescimento passaram a mirar um objetivo claro quando o assunto é departamento pessoal: reduzir em até 40% os custos envolvidos nas contratações.</p>



<p>O tema ganhou força à medida que áreas de gestão de pessoas passaram a ser cobradas não só por preencher vagas, mas por contratar melhor, mais rápido e com menos desperdício.&nbsp;</p>



<p>É nesse cenário que <a href="https://solides.com.br/">plataformas como a Sólides, especialista em gestão de Recursos Humanos</a>, ganham evidência no mercado para que a contratação deixe de ser uma etapa operacional e passe a integrar o planejamento estratégico das empresas.</p>



<p>A proposta é que se contrate melhor, mais rápido e com menos desperdício e ainda retenha talentos que podem contribuir para os objetivos da companhia futuramente.</p>



<h2>O que encarece os processos de contratação?</h2>



<p>Especialistas em RH apontam que o alto custo das contratações não está concentrado em um único fator, mas em uma combinação de falhas estruturais que se repetem em diferentes empresas:</p>



<ul>
<li>Falta de capacitação interna, que gera contratações equivocadas e turnover precoce;<br></li>



<li>Processos pouco estruturados, com etapas redundantes, prazos longos e baixa padronização;<br></li>



<li>Ausência de tecnologia adequada, dificultando triagem, análise de perfil e tomada de decisão;<br></li>



<li>Desalinhamento entre liderança e RH, que resulta em vagas mal definidas e expectativas irreais;<br></li>



<li>Retrabalho constante, desde reabertura de vagas até desligamentos em curto prazo.</li>
</ul>



<p>Na prática, cada erro de contratação gera um efeito cascata: custos com rescisão, novas seleções, perda de produtividade e impacto no clima organizacional.</p>



<h2>Tecnologia e estrutura como aliadas da eficiência</h2>



<p>É nesse ponto que soluções de RH passam a ser vistas não como custo, mas como investimento.&nbsp;</p>



<p>Empresas que estruturam melhor seus processos, utilizam dados para tomada de decisão e adotam ferramentas adequadas conseguem reduzir tempo de contratação, melhorar a qualidade das admissões e minimizar perdas financeiras.</p>



<p>Ao integrar recrutamento, gestão de pessoas e departamento pessoal, o RH ganha visão estratégica sobre o ciclo completo do colaborador, do ingresso à retenção. Esse movimento tem sido decisivo para empresas que buscam escalar operações sem multiplicar problemas.</p>



<p>A lógica por trás da meta de redução de até 40% nos custos com contratações é simples: menos erros significam menos gastos invisíveis. Quando o processo é bem estruturado, a empresa contrata menos vezes para a mesma vaga, reter talentos por mais tempo e evita gargalos operacionais.</p>



<p>Mais do que cortar despesas, trata-se de amadurecer a gestão de pessoas. Empresas que “sonham grande” entendem que crescer exige eficiência, e que o RH é peça central nesse movimento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PMEs serão as mais impactadas pela reforma tributária e seguem entre as menos preparadas</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/pmes-serao-as-mais-impactadas-pela-reforma-tributaria-e-seguem-entre-as-menos-preparadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 17:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reforma tributária em curso no Brasil deve alterar de forma significativa a apuração de impostos, a formação de preços e a organização financeira das empresas. Embora o debate se concentre nos grandes grupos, especialistas alertam que o impacto tende a ser maior sobre as pequenas e médias empresas, que ainda operam com baixo nível [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A reforma tributária em curso no Brasil deve alterar de forma significativa a apuração de impostos, a formação de preços e a organização financeira das empresas. Embora o debate se concentre nos grandes grupos, especialistas alertam que o impacto tende a ser maior sobre as pequenas e médias empresas, que ainda operam com baixo nível de preparo estrutural.</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/jhonnymartins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jhonny Martins</a>, contador e advogado, vice-presidente do&nbsp;<a href="https://souserac.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SERAC</a>, hub de soluções corporativas especializado em contabilidade, gestão tributária, jurídico e tecnologia, avalia que a reforma tributária tende a afetar de forma mais dura as pequenas e médias empresas. Dados do Sebrae mostram que microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs representam entre 97% e 99% das empresas ativas no país, enquanto o IBGE aponta que concentram mais da metade dos empregos formais do setor privado. “A mudança expõe fragilidades estruturais que já estavam presentes na gestão das PMEs”, afirma.</p>



<p>Dados do Sebrae mostram que os pequenos negócios, categoria que inclui microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs, representam cerca de 97% a 99% das empresas ativas no país, a depender do critério adotado. Levantamentos do IBGE indicam que essas empresas concentram mais da metade dos empregos formais do setor privado, além de terem papel relevante na geração de novas vagas nos últimos anos.</p>



<p>Apesar desse peso econômico, a estrutura de gestão das PMEs ainda é marcada por informalidade, controles limitados e decisões tributárias reativas, tomadas apenas no momento do recolhimento dos impostos. Esse cenário ajuda a explicar por que a reforma chega como um fator de pressão adicional para empresas que já lidam com margens reduzidas, crédito restrito e alta volatilidade de custos.</p>



<p>Para Jhonny, o problema central não está na reforma em si, mas no nível de preparação das empresas. “A reforma tributária não cria a fragilidade das PMEs, ela apenas escancara uma realidade que já existe. Muitas empresas não sabem exatamente quanto pagam de imposto por produto, serviço ou contrato, e isso se torna crítico em um novo modelo”, observa.</p>



<p>A avaliação ganha relevância porque a proposta de simplificação do sistema prevê a substituição de tributos cumulativos por um modelo de IVA dual, com CBS e IBS, exigindo controle mais rigoroso de créditos, revisão de processos fiscais e integração entre áreas que tradicionalmente operam de forma isolada.&nbsp;</p>



<p>Para negócios que ainda dependem de planilhas manuais ou informações fragmentadas, o risco vai além de pagar mais imposto e envolve perda de previsibilidade financeira e competitividade.</p>



<p>Segundo ele, parte das empresas subestima o alcance da mudança. “Existe uma percepção equivocada de que quem está no Simples Nacional ou tem contratos de longo prazo estará protegido. A reforma afeta formação de preços, margens e renegociação contratual. Ignorar isso agora pode gerar problemas difíceis de corrigir depois”, diz.</p>



<p><strong>Planejamento tributário deixa de ser diferencial e vira condição básica</strong></p>



<p>Nesse novo ambiente fiscal, o planejamento tributário deixa de ser uma ferramenta pontual de economia e passa a ocupar um papel estrutural na estratégia do negócio. Não planejar, a partir de agora, equivale a assumir riscos diretos sobre o caixa e a continuidade da operação.</p>



<p>“O planejamento tributário não é mais um movimento oportunista para reduzir imposto. Ele passa a ser parte do desenho do negócio, da previsibilidade financeira e da sustentabilidade da empresa”, explica.</p>



<p>O desafio é que muitas PMEs ainda encaram a contabilidade como um serviço operacional, voltado apenas ao cumprimento de obrigações. Essa visão limita a capacidade de análise estratégica justamente em um momento em que a legislação exige leitura integrada de tributação, custos e modelo de negócio.</p>



<p><strong>O especialista aponta cinco pontos de atenção para as PMEs diante da reforma</strong></p>



<p>Antes de listar recomendações práticas, o especialista reforça que o objetivo não é alarmar o empresário, mas oferecer caminhos para reduzir riscos e ampliar a capacidade de adaptação.</p>



<ol>
<li><strong>Avaliar o impacto real da reforma no negócio</strong>: O primeiro passo é entender como a nova lógica tributária afeta produtos, serviços e contratos específicos. Sem essa análise, decisões de preço e negociação passam a ser feitas sem base técnica.</li>



<li><strong>Integrar áreas que hoje operam de forma isolada</strong>: Tributação não é um tema exclusivo da contabilidade. As áreas comercial, financeira e jurídica precisam atuar de forma coordenada para evitar distorções de margem e conflitos contratuais.</li>



<li><strong>Revisar preços e margens com antecedência</strong>: A mudança no modelo de impostos altera custos indiretos. Empresas que não recalcularem sua estrutura de preços correm o risco de manter faturamento e perder rentabilidade gradualmente.</li>



<li><strong>Avaliar com critério a contratação de assessoria especializada</strong>: Nem todas as empresas têm estrutura interna para lidar com a complexidade da transição. Buscar parceiros com visão integrada, e não apenas operacional, reduz riscos e retrabalho.</li>



<li><strong>Tratar planejamento como processo contínuo</strong>: A reforma não será um evento pontual. Ajustes e regulamentações ocorrerão ao longo dos próximos anos, exigindo revisões periódicas da estratégia tributária e financeira.</li>
</ol>



<p>Para Martins, o maior erro das PMEs é tratar a reforma como um tema distante ou restrito às grandes corporações. “Quem se antecipa ganha tempo, previsibilidade e margem de manobra. Quem ignora, reage sob pressão, geralmente quando o impacto já chegou ao caixa”, afirma.</p>



<p>Ao final, o executivo destaca que a reforma também cria oportunidades para empresas mais organizadas. “Negócios que estruturarem seus processos tendem a ganhar eficiência e segurança. A mudança é inevitável. O risco está em entrar nela despreparado”, conclui.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Consórcio no B2B: empresas usam a modalidade para crescer sem descapitalizar</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/consorcio-no-b2b-empresas-usam-a-modalidade-para-crescer-sem-descapitalizar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 19:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impulsionado por juros elevados e crédito bancário mais restrito, o sistema de consórcios vive um momento histórico no Brasil e avança com força no mercado B2B. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que o total de cotas vendidas já se aproxima de 5 milhões, movimentando mais de R$ 467 bilhões em [&#8230;]</p>
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<p>Impulsionado por juros elevados e crédito bancário mais restrito, o sistema de consórcios vive um momento histórico no Brasil e avança com força no mercado B2B. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que o total de cotas vendidas já se aproxima de 5 milhões, movimentando mais de R$ 467 bilhões em créditos comercializados, superando mais um recorde histórico do setor, um indicativo claro de que empresas de diferentes portes têm adotado a modalidade como estratégia para crescer sem descapitalizar.&nbsp;</p>



<p>Com duas décadas de atuação no segmento, Cleber Gomes, CEO da Maestria, empresa especializada em consórcio e produtos financeiros no B2B, observou um aumento de 23% no volume de empresas que contrataram&nbsp; o consórcio através de seus parceiros de negócios, especialmente entre pequenas e médias empresas que buscam alternativas mais eficientes ao crédito tradicional.</p>



<p>“O consórcio no B2B deixou de ser exceção e passou a ser estratégia. Em um ambiente econômico desafiador, soluções que preservam caixa e oferecem previsibilidade ganham protagonismo. Essa modalidade de compra permite que a empresa invista no crescimento de forma organizada, sem pagar juros e sem comprometer capital de giro, algo essencial em períodos de instabilidade econômica”, conclui Cleber Gomes.</p>



<p>Diferentemente de linhas tradicionais de crédito, o consórcio funciona por meio de autofinanciamento coletivo, com parcelas previsíveis e possibilidade de contemplação por sorteio ou lance. Para as empresas, isso significa previsibilidade no orçamento e flexibilidade no momento da aquisição, além de menor impacto no endividamento.</p>



<p>“No B2B, o consórcio é cada vez mais usado de forma estratégica. Muitas empresas entram no grupo já planejando lances com recursos próprios ou provenientes da própria operação, acelerando a contemplação sem recorrer a empréstimos bancários”, explica Cleber.</p>



<p>Outro fator que impulsiona o crescimento da modalidade entre empresas é a possibilidade de planejamento de médio e longo prazo. Projetos de expansão, troca de frota ou compra de imóveis podem ser estruturados com antecedência, diluindo o investimento ao longo do tempo.</p>



<p>“O empresário que planeja consegue alinhar o consórcio ao ciclo do negócio. É uma forma inteligente de crescer sem descapitalizar e sem comprometer a saúde financeira da empresa”, destaca o CEO da Maestria.</p>
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		<title>Reforma tributária muda o jogo para empresas e ainda é subestimada por parte do mercado</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-muda-o-jogo-para-empresas-e-ainda-e-subestimada-por-parte-do-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 18:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O avanço da regulamentação da reforma tributária levou o tema ao centro da agenda econômica, mas a resposta das empresas ainda é desigual. Embora a mudança no sistema de tributação do consumo esteja em curso, parte do mercado segue tratando a reforma como um assunto distante. Na prática, o novo desenho já começa a afetar [&#8230;]</p>
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<p>O avanço da regulamentação da reforma tributária levou o tema ao centro da agenda econômica, mas a resposta das empresas ainda é desigual. Embora a mudança no sistema de tributação do consumo esteja em curso, parte do mercado segue tratando a reforma como um assunto distante. Na prática, o novo desenho já começa a afetar decisões de operação, precificação, contratos e gestão de caixa, mesmo antes da implementação total.</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/jhonnymartins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jhonny Martins</a>, contador e advogado, vice-presidente do <a href="https://souserac.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SERAC</a>, referência nacional em contabilidade, educação e gestão corporativa,&nbsp; avalia que esse distanciamento revela um erro de leitura estratégica. Levantamentos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Fundação Getulio Vargas (FGV) indicam que a maioria das empresas brasileiras ainda não iniciou uma revisão estruturada de seus modelos de negócio diante da reforma. “Ela não é um evento pontual. Já começa a impactar decisões, especialmente em contratos e na formação de preços”, afirma.</p>



<p><strong>Muito além da carga tributária</strong></p>



<p>O debate público costuma se concentrar na substituição de tributos e nas novas alíquotas do IBS e da CBS, mas o alcance da reforma vai além da arrecadação. A ampliação da não cumulatividade e a mudança na lógica de créditos tendem a alterar a estrutura de custos de diversos setores, com efeitos distintos ao longo da cadeia produtiva.</p>



<p>Estudos técnicos da Receita Federal e da FGV apontam que comércio e serviços devem sentir impactos mais imediatos, enquanto a indústria enfrenta uma transição mais longa e complexa. “O empresário que continua precificando apenas com base no modelo atual corre o risco de perder margem ou competitividade nos próximos anos”, avalia.&nbsp;</p>



<p><strong>Contratos e caixa sob pressão</strong></p>



<p>Outro ponto sensível está nos contratos firmados hoje com vigência futura. Cláusulas de reajuste, repasse de tributos e definição de responsabilidades fiscais passam a exigir revisão cuidadosa. Setores com contratos de longo prazo, como construção, franquias e prestação de serviços recorrentes, estão entre os mais expostos.</p>



<p>O impacto sobre o fluxo de caixa também tende a ser subestimado. “A nova lógica de crédito altera o timing financeiro. Algumas empresas podem até reduzir a carga no papel, mas enfrentar descompasso de caixa se não reorganizarem processos e capital de giro”, diz.</p>



<p><strong>Antecipação como diferencial competitivo</strong></p>



<p>Relatórios recentes da FGV indicam que empresas que já iniciaram adaptações internas, como revisão de contratos, processos e sistemas, tendem a reduzir riscos e ganhar previsibilidade durante o período de transição. Ainda assim, a postura predominante no mercado é de espera, na expectativa de que a regulamentação esteja totalmente concluída.</p>



<p>Na avaliação do executivo, essa estratégia defensiva pode custar caro. “A reforma não vai esperar a empresa estar pronta. Quem se antecipa consegue negociar melhor, ajustar preços com mais clareza e evitar rupturas operacionais”, destaca.&nbsp;</p>



<p>Com a implementação gradual prevista para os próximos anos, especialistas apontam que 2025 e 2026 serão decisivos para a preparação das empresas. Mais do que compreender a legislação, o desafio será traduzir a reforma em decisões práticas, antes que seus efeitos se tornem irreversíveis.</p>
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		<title>O poder do cérebro como vantagem estratégica nos negócios</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/o-poder-do-cerebro-como-vantagem-estrategica-nos-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 11:53:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um mercado que exalta velocidade, inovação e performance, compreender como o cérebro humano toma decisões tornou-se um diferencial competitivo e, ao mesmo tempo,&#160;uma forma de reconhecer&#160;os próprios&#160;gatilhos&#160;emocionais.&#160;Essa é a proposta central de&#160;ProvavelMente&#160;&#8211; O&#160;poder do cérebro no mundo dos negócios, lançamento da&#160;DVS Editora&#160;escrito por&#160;Peter Rollemberg Roman, especialista em neurociência aplicada, fundador e CEO da EQ [&#8230;]</p>
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<p>Em um mercado que exalta velocidade, inovação e performance, compreender como o cérebro humano toma decisões tornou-se um diferencial competitivo e, ao mesmo tempo,&nbsp;uma forma de reconhecer&nbsp;os próprios&nbsp;gatilhos&nbsp;emocionais.&nbsp;Essa é a proposta central de&nbsp;<strong>ProvavelMente&nbsp;&#8211; O&nbsp;poder do cérebro no mundo dos negócios</strong>, lançamento da&nbsp;<strong>DVS Editora</strong>&nbsp;escrito por&nbsp;<strong>Peter Rollemberg Roman</strong>, especialista em neurociência aplicada, fundador e CEO da EQ Consulting&nbsp;International.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O ponto de partida do autor é&nbsp;a&nbsp;ideia de que a mente humana está constantemente tentando prever o futuro. Essa busca por antecipação, embora essencial para a adaptação, cobra um alto preço: gera tensão, estresse e desgaste mental. A partir dessa premissa, Peter mostra como o cérebro projeta probabilidades e como esse processo influencia diretamente nossas emoções, decisões e relacionamentos dentro e fora do ambiente corporativo.&nbsp;</p>



<p>A obra&nbsp;revela como a neurociência aplicada transforma decisões, lideranças e resultados corporativos, conectando ciência, comportamento e propósito, consolidando conceitos de&nbsp;neurobusiness&nbsp;no dia a dia corporativo.&nbsp;Com mais de duas décadas de experiência em comportamento humano, estratégia e&nbsp;storytelling, Peter construiu uma carreira dedicada a compreender os mecanismos invisíveis que movem pessoas e organizações.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Ele atuou como trainer e&nbsp;facilitator&nbsp;na Disney por dez anos, foi professor na FAAP e hoje orienta líderes e equipes a criarem valor percebido e resultados sustentáveis a partir de um novo olhar sobre o funcionamento do cérebro.&nbsp;</p>



<p>O conteúdo combina&nbsp;neurociência, psicologia e gestão corporativa&nbsp;para mostrar como processos mentais, emoções e linguagem interna influenciam decisões e comportamentos dentro das empresas. Com base em pesquisas científicas e em exemplos de companhias como&nbsp;Apple,&nbsp;Netflix,&nbsp;McDonald’s&nbsp;e&nbsp;Patagonia,&nbsp;o autor traduz evidências complexas em reflexões práticas sobre liderança, comunicação e tomada de decisão.&nbsp;</p>



<p>Peter compara o processo de compreender de comportamento ao ato de ler o manual de um equipamento complexo: ao entender como o cérebro funciona, ganhamos autonomia para lidar com emoções, decisões, foco e relacionamentos. Empresas de ponta já aplicam esse&nbsp;conhecimento&nbsp;para gerar resultados concretos. A Apple, por exemplo, cria experiências sensoriais que estimulam prazer e dopamina; a Netflix utiliza algoritmos que reforçam vínculos emocionais com o público; e o McDonald’s desenha seus ambientes para facilitar decisões rápidas e prazerosas.&nbsp;</p>



<p>Entre os temas centrais,&nbsp;ProvavelMente&nbsp;aborda a sobrecarga mental e a fadiga de decisão, fenômenos que afetam o desempenho em ambientes de alta performance. O autor explica como o cérebro consome energia a cada escolha feita e mostra, por meio de exemplos práticos, que reduzir decisões triviais é essencial para preservar energia mental e manter a clareza nas decisões importantes.&nbsp;</p>



<p>O livro também aprofunda a relação entre o inconsciente e a tomada de decisão, mostrando como estímulos sutis e emoções não reconhecidas influenciam escolhas e comportamentos. A partir de estudos da psicologia e da neurociência, Peter reforça a importância de identificar e regular emoções como parte do processo de liderança, promovendo clareza, empatia e equilíbrio nas relações profissionais.&nbsp;</p>



<p>Outros&nbsp;temas&nbsp;em destaque incluem o salário emocional, que é um conjunto de fatores intangíveis que fortalecem o pertencimento e o alinhamento de valores, e a mentalidade prospectiva, que propõe desenvolver flexibilidade e capacidade de adaptação diante de um mundo em transformação.&nbsp;</p>



<p>O&nbsp;autor mostra ainda como os&nbsp;conceitos apresentados podem ser aplicados de forma prática no ambiente corporativo. A partir da compreensão do funcionamento do cérebro, é possível simplificar decisões, reduzir a sobrecarga mental e fortalecer vínculos emocionais. Essa mesma base neurocientífica contribui para ampliar a clareza e o equilíbrio emocional dos líderes, favorecendo decisões mais conscientes, coerência entre propósito e resultados sustentáveis.&nbsp;</p>



<p>Mais do que um livro sobre negócios,&nbsp;<strong>ProvavelMente</strong>&nbsp;é um convite à autoconsciência e à liderança baseada em propósito. Peter propõe uma virada de perspectiva: compreender que a mente não é apenas instrumento de desempenho, mas o principal terreno onde nascem as decisões, os vínculos e a coerência entre o que se faz e o que se é.&nbsp;</p>



<p><strong>Ficha técnica</strong>&nbsp;</p>



<p><strong>Título</strong>:&nbsp;ProvavelMente: o poder do cérebro no mundo dos negócios&nbsp;<br><strong>Autoria</strong>:&nbsp;Peter Rollemberg Roman&nbsp;<br><strong>Editora</strong>:&nbsp;DVS Editora&nbsp;<br><strong>ISBN:&nbsp;</strong>978-65-5695-162-1&nbsp;<br><strong>Páginas</strong>:&nbsp;160&nbsp;<br><strong>Preço</strong>: R$69,00&nbsp;<br><strong>Onde encontrar</strong>:&nbsp;<a href="https://www.amazon.com.br/Provavelmente-C%C3%A9rebro-Neg%C3%B3cios-decide-decide/dp/6556951625/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=5HOLIVU4RT7A&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.Y-PZyeIdYaIzoenDMyet39TN9wF9fcmXEH0b9Gjxg01EDBcWBxqduHAb8FfVb0isr9sLOChIvULtWCP9ZVOY0lyZOLYuy5N_TLzreIQ2ZnTRib11WVdtyxxDvh9sWNlGUfLNG263bcD8o96dPoglDAvIveD-BRmesAFGAPDsJ6bou0syRzmTADH5-tvMuhuWVgHaLfkWe5473jjNhV7L0QBMJTfB2UUoln02WgTG1oo.FLHMtqz6S1glamFVfWIx29uIdl7zCyYF-Quz2HT-kOo&amp;dib_tag=se&amp;keywords=ProvavelMente&amp;qid=1762196427&amp;s=books&amp;sprefix=provavelmente%2Cstripbooks%2C205&amp;sr=1-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon</a>&nbsp;</p>
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		<title>PMEs retomam crescimento em 2025, crédito antecipado surge como alternativa</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/pmes-retomam-crescimento-em-2025-credito-antecipado-surge-como-alternativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 11:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro trimestre de 2025 apontou uma queda de 1,2% nas receitas das pequenas e médias empresas (PMEs). Apesar disso, a expectativa é de que o faturamento cresça até o fim do ano, ainda que de forma mais moderada. Segundo o Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs), é previsto um crescimento de 1,3% [&#8230;]</p>
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<p>O primeiro trimestre de 2025 apontou uma queda de 1,2% nas receitas das pequenas e médias empresas (PMEs). Apesar disso, a expectativa é de que o faturamento cresça até o fim do ano, ainda que de forma mais moderada.</p>



<p>Segundo o Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs), é previsto um crescimento de 1,3% para o setor até dezembro. O cenário, embora cauteloso, sinaliza uma possível recuperação após o recuo observado no início do ano.</p>



<p>Especialistas, no entanto, alertam para as dificuldades que ainda devem marcar o ano. Dessa forma, o desempenho das PMEs vai depender da capacidade de adaptação diante de um ambiente econômico instável e de desafios operacionais.</p>



<h3>Avanço modesto exige atenção redobrada</h3>



<p>Embora a projeção traga alívio frente à retração inicial, o ritmo de crescimento deverá ser inferior ao registrado nos últimos três anos. Ainda assim, acompanha a previsão de alta de aproximadamente 2% no Produto Interno Bruto (PIB) nacional, conforme dados do Boletim Focus do Banco Central.</p>



<p>Fatores como juros elevados e inflação persistente seguem limitando um avanço mais robusto da economia. Mesmo assim, especialistas consideram positiva a perspectiva de crescimento, mesmo em meio às incertezas.</p>



<p>Para muitas empresas, o sucesso em 2025 dependerá da leitura correta do cenário e da capacidade de implementar mudanças que enfrentem os obstáculos previstos.</p>



<h3>Desafios financeiros e restrição de crédito marcam o ano</h3>



<p>Em 2024, mais de dois mil pedidos de recuperação judicial foram registrados, sendo que PMEs e microempresas representaram 92% do total. Esse dado mostra as dificuldades enfrentadas por boa parte dos empreendimentos de menor porte.</p>



<p>As projeções atuais para o dólar giram em torno de R$ 6, com inflação estimada em 5,65%. A taxa Selic, por sua vez, pode alcançar 15%. Esses indicadores criam um ambiente mais hostil para a saúde financeira das empresas.</p>



<p>Entre os principais entraves está a inadimplência. Em 2023, o Serasa apontou a existência de 6,9 milhões de empresas negativadas, o equivalente a pouco mais de 30% do total.</p>



<p>Além disso, a obtenção de crédito deve se tornar mais difícil em 2025. Após um crescimento de 11% na concessão no ano anterior, a expectativa é de desaceleração diante do encarecimento do valor e da menor atividade econômica.</p>



<h3>Crédito antecipado pode ajudar empresas a manter o fôlego</h3>



<p>Diante desse cenário, estratégias financeiras são fundamentais. A antecipação de recebíveis, por exemplo, desponta como uma alternativa viável para ampliar o capital de giro de forma mais acessível que empréstimos convencionais.</p>



<p>Com menor incidência de encargos, essa modalidade pode representar uma solução de menor custo. No entanto, exige planejamento para evitar impactos negativos no fluxo de caixa futuro.</p>



<p>Segundo especialistas da Ahlex,&nbsp;<a href="https://ahlex.com.br/antecipacao-de-recebiveis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataforma especializada em antecipação de recebíveis</a>, quando bem conduzida e orientada, essa prática contribui para otimizar a gestão financeira das empresas.</p>



<p>Apesar das limitações econômicas previstas, o ambiente ainda oferece oportunidades. Para isso, será essencial que as PMEs adotem estratégias eficazes e acompanhem de perto as transformações do mercado ao longo de 2025.</p>
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		<title>Cinco passos para PMEs enfrentarem os desafios da Reforma Tributária 2025</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/cinco-passos-para-pmes-enfrentarem-os-desafios-da-reforma-tributaria-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 20:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária de 2025, com a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) e do Imposto Seletivo, afetará diretamente as pequenas e médias empresas, que representam mais de 90% dos negócios e 27% do PIB, segundo o Sebrae. De acordo com o Banco Mundial, companhias brasileiras gastam em média 1.501 horas anuais com obrigações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Reforma Tributária de 2025, com a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) e do Imposto Seletivo, afetará diretamente as pequenas e médias empresas, que representam mais de 90% dos negócios e 27% do PIB, segundo o Sebrae. De acordo com o Banco Mundial, companhias brasileiras gastam em média 1.501 horas anuais com obrigações fiscais, um dos maiores índices globais. A expectativa é reduzir esse custo, embora a transição possa trazer complexidade adicional.</p>



<p>Para o grupo das PMEs, já pressionado pela carga tributária, as mudanças trazem expectativa e cautela. “A proposta simplifica impostos, reduz custos e dá mais transparência, porém exige planejamento e revisão de margens para manter a competitividade”, aponta&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/jhonnymartins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jhonny Martins</a>, contador, advogado e vice-presidente do&nbsp;<a href="https://souserac.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SERAC</a>.</p>



<p>O novo sistema unificará tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS, enquanto o Imposto Seletivo incidirá sobre produtos considerados nocivos à saúde e ao meio ambiente. “Mesmo fora desses segmentos, há efeitos indiretos já que insumos e logística tendem a encarecer”, explica Martins.</p>



<p>Para o especialista do SERAC, a chave é a antecipação. “Empreendedores devem buscar orientação contábil para revisar enquadramento tributário, atualizar sistemas e compreender créditos e compensações do novo modelo. O risco é esperar pela obrigatoriedade e ser surpreendido com impactos no caixa”.</p>



<p><strong>Cinco&nbsp; passos para os desafios da Reforma&nbsp;</strong></p>



<ol>
<li><strong>Revise o enquadramento tributário</strong>&nbsp;– Confira se sua empresa continuará no Simples Nacional ou se será mais vantajoso migrar para outro regime no novo modelo de IVA.</li>



<li><strong>Atualize sistemas e processos</strong>&nbsp;– Adapte softwares de gestão e notas fiscais para atender às exigências do IVA e do Imposto Seletivo, evitando inconsistências.</li>



<li><strong>Monitore custos indiretos</strong>&nbsp;– Mesmo que sua empresa não atue em setores sujeitos ao Imposto Seletivo, acompanhe o impacto em insumos e logística que podem encarecer.</li>



<li><strong>Invista em orientação contábil</strong>&nbsp;– Utilize contabilidade consultiva para simular cenários, avaliar créditos tributários e identificar oportunidades de eficiência.</li>



<li><strong>Capacite a equipe</strong>&nbsp;– Treine colaboradores para compreender mudanças, prazos e obrigações. Uma equipe informada reduz riscos de multas e aumenta a previsibilidade.</li>
</ol>



<p>A reforma traz desafios de competitividade, já que grandes empresas contam com equipes internas e pequenos negócios dependem de assessoria externa. “É nesse ponto que o planejamento tributário se torna estratégico, transformando o contador em conselheiro de gestão, ajudando a desenhar cenários e orientar decisões de investimento e precificação”, afirma Martins.</p>



<p>Na visão do especialista, o Simples Nacional pode perder atratividade para parte das empresas, o que exige reavaliar o regime diante do novo imposto. “A tecnologia será decisiva, pois sem automação será impossível acompanhar a transição. O IVA alinha o Brasil a mais de 170 países, trazendo previsibilidade e competitividade, mas os ganhos devem aparecer apenas em cerca de cinco anos”, finaliza.</p>
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	</channel>
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