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	<title>Arquivos Negócios - GFCriativa</title>
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	<description>Educação Financeira e Gestão Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 Sep 2026 10:20:17 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Busca por inovação leva softwares de gestão de despesas a mercado de R$ 42 bilhões </title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/busca-por-inovacao-leva-softwares-de-gestao-de-despesas-a-mercado-de-r-42-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 10:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nota fiscal esquecida no e-mail, um recibo que não chega ao financeiro ou uma despesa lançada na categoria errada podem parecer problemas pequenos. Quando se repetem em centenas ou milhares de operações, porém, transformam-se em uma questão financeira e fiscal. É nesse espaço entre o gasto realizado e a informação que chega ao departamento [&#8230;]</p>
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<p>Uma nota fiscal esquecida no e-mail, um recibo que não chega ao financeiro ou uma despesa lançada na categoria errada podem parecer problemas pequenos. Quando se repetem em centenas ou milhares de operações, porém, transformam-se em uma questão financeira e fiscal. É nesse espaço entre o gasto realizado e a informação que chega ao departamento financeiro que os softwares de gestão de despesas vêm ganhando mercado.</p>



<p>Levantamento da Market Research Future estima que esse segmento movimentou <a href="https://www.marketresearchfuture.com/reports/expense-management-software-market-7014" target="_blank" rel="noreferrer noopener">US$ 8,18 bilhões em 2025, o equivalente a cerca de R$ 42 bilhões pela cotação atual</a>, e deverá chegar a US$ 23,03 bilhões até 2035, com crescimento médio anual de 10,9%. O estudo aponta entre os vetores desse avanço a automação dos processos financeiros, a migração para plataformas em nuvem e o uso de inteligência artificial para auditoria e identificação de anomalias.</p>



<p>Não se trata apenas de digitalizar uma prestação de contas. Para empresas submetidas ao lucro real, por exemplo, a legislação fiscal estabelece critérios para que uma despesa operacional seja dedutível. Segundo a Receita Federal, <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/perguntas-e-respostas/ecf/perguntas-e-respostas-da-pessoa-juridica-2025.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o gasto precisa estar relacionado à atividade da empresa e ser comprovado por documentação adequada</a>, com informações sobre a natureza da operação, o beneficiário, a quantidade e o valor.</p>



<h2>O problema começa antes do imposto</h2>



<p>É por isso que a discussão sobre gestão de despesas não termina no controle de custos. Antes de chegar à apuração tributária, existe uma cadeia de decisões: alguém realiza o gasto, apresenta o comprovante, a empresa verifica se ele está de acordo com suas políticas, aprova a despesa e registra a operação.</p>



<p>Quanto mais manual for este percurso, maior a quantidade de pontos em que uma informação pode se perder ou ser registrada de forma incorreta.</p>



<p>“Deduzir não é pagar menos imposto de qualquer forma. É aplicar a legislação corretamente sobre gastos que fazem parte da operação da empresa”, explica Maria Eduarda Nunes,durante o Paytrack Simplifica, conteúdo da Paytrack dedicado a temas de gestão financeira e despesas corporativas.</p>



<p>A fala resume uma diferença importante: a tecnologia não cria uma despesa dedutível. Ela pode, no entanto, ajudar a empresa a identificar, registrar, comprovar e acompanhar corretamente aquilo que já faz parte de sua operação.</p>



<p>A própria Receita Federal estabelece que despesas operacionais dedutíveis devem ser sustentadas por documentos hábeis e idôneos.</p>



<h2>Da conferência no fim do mês ao controle durante a operação</h2>



<p>Esse é um dos motivos pelos quais <a href="https://paytrack.com.br/gestao-de-despesas-corporativas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataformas de gestão de despesas corporativas</a> passaram a incorporar recursos que vão além do simples registro de um reembolso. A proposta é levar a conferência para mais perto do momento em que o gasto acontece.</p>



<p>“Automatizar o registro de despesas reduz erros manuais e melhora a confiabilidade. Centralizar informações evita a perda de documentos e inconsistências. Aplicar política de gastos garante que só despesas válidas sejam aprovadas. Monitorar em tempo real permite corrigir erros antes do fechamento fiscal”, afirma o especialista no episódio sobre dedução fiscal do Paytrack Simplifica.</p>



<p>A mudança acompanha o próprio movimento do mercado. De acordo com a Market Research Future, as plataformas de gestão de despesas responderam por 69% do mercado em 2025, enquanto as aplicações mobile aparecem como o segmento com maior expectativa de crescimento, com taxa anual projetada de 15,8% até 2035.</p>



<p>A lógica é simples: em vez de esperar que o financeiro descubra um problema na hora de fechar o mês, o sistema pode aplicar regras ao longo do processo. Uma despesa fora da política interna pode ser identificada antes da aprovação; um comprovante pode permanecer associado à transação; e as informações podem chegar ao financeiro já estruturadas.</p>



<p>Nesse cenário, o ganho não está necessariamente em fazer uma empresa gastar menos. Está em saber como, onde e por que o dinheiro está sendo gasto, além de manter essas informações disponíveis para quem precisa tomar decisões.</p>



<p>A questão, portanto, é evitar que a falta de organização faça a empresa perder informações, documentos ou oportunidades de utilizar corretamente aquilo que a legislação permite. À medida que os processos financeiros se tornam mais digitais, essa diferença tende a pesar cada vez mais na rotina de quem administra as contas de uma empresa.</p>
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		<title>Precificação vira ponto crítico das empresas na Reforma Tributária</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/precificacao-vira-ponto-critico-das-empresas-na-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 12:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A precificação na Reforma Tributária entrou na agenda das empresas antes da nova etapa do sistema, prevista para 2027. Pesquisa da KPMG com 35 companhias mostra que 86% ainda não tinham uma visão consolidada dos impactos financeiros das mudanças e 51% não haviam elaborado um plano de ação estruturado. Em setembro de 2026, a discussão [&#8230;]</p>
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<p>A precificação na Reforma Tributária entrou na agenda das empresas antes da nova etapa do sistema, prevista para 2027. Pesquisa da KPMG com 35 companhias mostra que 86% ainda não tinham uma visão consolidada dos impactos financeiros das mudanças e 51% não haviam elaborado um plano de ação estruturado. Em setembro de 2026, a discussão ganha uma decisão concreta para micro e pequenas empresas, que têm até o dia 30 para avaliar a forma de recolhimento de IBS e CBS no próximo ano.</p>



<p>Para <a href="https://www.instagram.com/professorandrefantoni/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">André Fantoni</a>,&nbsp; estrategista tributário, auditor, consultor, especialista em ICMS e Reforma Tributária e CEO da <a href="https://professorfantoni.com.br/links/?utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQPOTM2NjE5NzQzMzkyNDU5AAGntLUa-LlWq34Sw5-_sYlSMisprHNBQGXsyFfzvPD7JvSW38j3jx3B_XYI8tE_aem_J2IXBcGLdkBhGBtlhpwmAw" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fantoni Assessoria Tributária</a>, empresa especializada em planejamento tributário, auditoria de ICMS, compliance fiscal e recuperação de créditos tributários, o cálculo precisa ir além da comparação de alíquotas. “A precificação na Reforma Tributária exige que a empresa entenda quanto efetivamente ficará como custo depois dos créditos, como os fornecedores entram nessa composição e qual margem cada operação entrega. Alterar o preço apenas porque o sistema tributário mudou pode levar a uma decisão errada”, afirma.</p>



<h2><strong>Precificação na Reforma Tributária exige nova conta</strong></h2>



<p>A KPMG aponta que a reforma afeta diretamente modelos de negócio, estratégias de precificação, governança, tecnologia e compliance. Em análise específica sobre formação de preços, a consultoria destaca que a introdução de CBS e IBS altera a lógica usada pelas empresas porque os novos tributos passam a conviver durante a transição com regras do modelo atual.</p>



<p>A formação do preço terá de considerar o efeito combinado dos tributos sobre cada produto ou serviço. O resultado não será necessariamente igual para todas as empresas ou setores. Dependendo da atividade, da cadeia produtiva e dos créditos aproveitados, pode haver aumento, redução ou neutralidade no custo tributário. “Duas empresas que vendem produtos semelhantes podem ter composições de custo diferentes. Por isso, não existe uma porcentagem única que possa ser acrescentada à tabela de preços. É preciso analisar operação por operação antes de decidir se existe espaço para reajuste ou necessidade de recomposição de margem”, ressalta o contador.</p>



<h2><strong>Créditos tributários entram na formação do preço</strong></h2>



<p>Um dos elementos que ganham importância é o aproveitamento de créditos de IBS e CBS. A Lei Complementar 214 estabelece regras para que contribuintes submetidos ao regime regular possam se apropriar de créditos relacionados às aquisições, desde que atendidas as condições previstas na legislação.</p>



<p>Isso faz com que a análise de fornecedores ultrapasse o valor apresentado na nota fiscal. O custo econômico de uma compra também passa a depender dos créditos que podem ser apropriados ao longo da cadeia.</p>



<p>Segundo<a href="https://www.instagram.com/professorandrefantoni/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Fantoni</a>, esse cálculo precisa chegar às áreas financeira, comercial e de compras. “O empresário precisa saber quanto paga, quanto recupera em crédito e quanto efetivamente permanece como custo. Se essa informação não chega à área responsável pela precificação, a empresa pode formar preço sobre uma base que não corresponde ao custo real da operação”, explica.</p>



<p>A pesquisa da KPMG reforça que a adaptação ainda apresenta lacunas. Além dos 86% que não tinham visão consolidada dos impactos financeiros, 63% das empresas consultadas ainda não consideravam os efeitos da Reforma Tributária no lançamento de novos produtos e serviços.</p>



<h2><strong>Simples Nacional tem decisão até 30 de setembro</strong></h2>



<p>Para empresas enquadradas no Simples Nacional, a discussão ganhou prazo definido. A Receita Federal estabeleceu de 1º a 30 de setembro de 2026 o período para a escolha da forma de recolhimento de IBS e CBS em 2027.</p>



<p>As empresas poderão continuar com os novos tributos dentro do Simples ou optar pelo recolhimento segundo o regime regular. A Receita alerta que a decisão pode influenciar o fluxo de caixa, relacionamento comercial, aproveitamento de créditos na cadeia produtiva e estratégia do negócio.</p>



<p>A escolha pelo regime regular de IBS e CBS valerá inicialmente para o período de janeiro a junho de 2027. Por isso, Fantoni considera que o perfil da carteira de clientes e dos fornecedores precisa entrar na análise antes da decisão. “Uma empresa que vende principalmente para outras pessoas jurídicas precisa observar como sua escolha interfere na cadeia de créditos. Outra, concentrada no consumidor final, pode encontrar uma realidade diferente. A decisão tributária precisa ser confrontada com preço, margem, fluxo de caixa e perfil comercial”, aponta o estrategista tributário.</p>



<h2><strong>Contratos e fornecedores precisam entrar na revisão</strong></h2>



<p>A formação dos preços também passa pelos contratos firmados antes da implantação do novo sistema. Condições de reajuste, compras de longo prazo e acordos comerciais podem ter sido estruturados considerando tributos que serão gradualmente substituídos.</p>



<p>Para o especialista, revisar contratos não significa necessariamente negociá-los, mas identificar antecipadamente onde mudanças tributárias podem modificar a economia da operação.</p>



<p>O mesmo raciocínio vale para fornecedores. Preço nominal, possibilidade de aproveitamento de créditos, prazo de pagamento e impacto no caixa precisam ser analisados conjuntamente antes de uma eventual mudança da cadeia de suprimentos.</p>



<p>&nbsp;“A Reforma Tributária não determina automaticamente que tudo ficará mais caro ou mais barato. O resultado depende de como cada empresa compra, vende, toma créditos e estrutura suas operações. O maior risco é esperar 2027 para descobrir que o preço praticado não preserva a margem que a empresa imaginava ter”, conclui Fantoni.</p>
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		<title>Momento exige revisão tributária para empresas preservarem caixa</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/momento-exige-revisao-tributaria-para-empresas-preservarem-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o segundo semestre em andamento, empresas voltam a concentrar esforços na preservação do caixa, no controle de custos e no planejamento financeiro para os próximos meses. Entre as oportunidades pouco exploradas está a recuperação de créditos tributários previstos em lei. Especialistas afirmam que muitas organizações deixam recursos financeiros parados simplesmente porque nunca revisaram suas [&#8230;]</p>
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<p>Com o segundo semestre em andamento, empresas voltam a concentrar esforços na preservação do caixa, no controle de custos e no planejamento financeiro para os próximos meses. Entre as oportunidades pouco exploradas está a recuperação de créditos tributários previstos em lei. Especialistas afirmam que muitas organizações deixam recursos financeiros parados simplesmente porque nunca revisaram suas operações fiscais.&nbsp;</p>



<p>Para <a href="https://www.instagram.com/professorandrefantoni/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">André Fantoni</a>, estrategista tributário, auditor e consultor, CEO da <a href="https://professorfantoni.com.br/links/?utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQPOTM2NjE5NzQzMzkyNDU5AAGntLUa-LlWq34Sw5-_sYlSMisprHNBQGXsyFfzvPD7JvSW38j3jx3B_XYI8tE_aem_J2IXBcGLdkBhGBtlhpwmAw" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fantoni Assessoria</a>&nbsp; empresa especializada em planejamento tributário, auditoria de ICMS, compliance fiscal e recuperação de créditos tributários, este é um dos melhores momentos do ano para revisar a situação fiscal da empresa antes do encerramento do exercício e da implementação gradual da Reforma Tributária. &#8220;A recuperação de créditos tributários não representa um benefício extraordinário nem uma brecha legal. Trata-se de identificar valores que pertencem à empresa e podem ser recuperados ou compensados dentro das regras previstas na legislação. O problema é que muitos empresários sequer sabem que esses créditos existem&#8221;.</p>



<p>Segundo o especialista, uma dúvida frequente é como descobrir se a empresa possui créditos tributários. A resposta, explica, está em uma revisão técnica das operações fiscais, da apuração dos tributos, das notas fiscais e da aplicação da legislação vigente. Esse diagnóstico normalmente é realizado por profissionais especializados em auditoria e consultoria tributária, já que a contabilidade operacional costuma estar concentrada no cumprimento das obrigações fiscais do dia a dia, e não na revisão de oportunidades acumuladas ao longo dos anos.</p>



<p>&#8220;O empresário muitas vezes acredita que, por entregar todas as declarações corretamente, não há nada a revisar. Mas alterações na legislação, mudanças de entendimento dos tribunais, erros de parametrização dos sistemas ou interpretações equivocadas podem fazer com que a empresa pague mais tributos do que deveria ou deixe de aproveitar créditos previstos em lei&#8221;, afirma.</p>



<p>Fantoni explica que indústrias, empresas do agronegócio, distribuidoras, atacadistas, transportadoras e negócios com operações interestaduais costumam concentrar maior potencial para recuperação de créditos relacionados principalmente ao ICMS. No entanto, ressalta que qualquer empresa pode apresentar oportunidades, desde que passe por uma análise individualizada.</p>



<p>Na prática, os valores recuperados podem ser utilizados para compensar tributos futuros ou, conforme a legislação e a natureza do crédito, gerar restituições. Para o consultor, esse recurso pode fazer diferença justamente no segundo semestre, quando muitas empresas iniciam o planejamento financeiro do ano seguinte. &#8220;Esse dinheiro pode reforçar o capital de giro, financiar investimentos em tecnologia, ampliar a capacidade produtiva, reduzir endividamento ou ajudar na preparação para as mudanças da Reforma Tributária. Em vez de buscar crédito no mercado, muitas empresas descobrem que já possuem recursos próprios disponíveis&#8221;, diz.</p>



<p>A necessidade de revisar procedimentos fiscais tende a crescer com a implementação gradual da Reforma Tributária. O Sebrae SP destaca que as mudanças exigirão adaptações na gestão empresarial, na apuração dos tributos, no fluxo de caixa e nos controles internos, tornando o planejamento tributário ainda mais relevante para empresas de todos os portes.</p>



<p>Para o estrategista, a transição para o novo modelo tributário torna o segundo semestre decisivo para quem deseja iniciar 2027 com maior previsibilidade financeira. &#8220;Conhecer a própria realidade tributária permite que a empresa tome decisões com mais segurança durante esse período de transição. Além de reduzir riscos fiscais, a recuperação de créditos fortalece o caixa e amplia a capacidade de investimento em um momento importante para o planejamento dos negócios&#8221;.</p>



<p>Além do impacto financeiro imediato, a revisão tributária também contribui para fortalecer a governança corporativa e reduzir riscos relacionados ao cumprimento das obrigações fiscais. Estudo publicado na Revista Contabilidade &amp; Finanças, da Universidade de São Paulo, aponta que práticas voltadas à conformidade tributária melhoram a gestão fiscal das empresas e reduzem a exposição a riscos.</p>



<p>Para Fantoni, a competitividade deixou de depender apenas de vendas, produtividade e redução de despesas operacionais. &#8220;Hoje, empresas mais competitivas são aquelas que conhecem profundamente sua realidade tributária e administram seus recursos com inteligência. Quem ainda não revisou sua situação fiscal deve aproveitar o segundo semestre para fazer esse diagnóstico. Além de identificar oportunidades financeiras, a empresa entra na transição da Reforma Tributária conhecendo melhor seus créditos, reduzindo riscos e fortalecendo sua capacidade de investimento.&#8221;</p>
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		<title>5&#215;2: novo marco da Reforma Tributária acelera adaptação das empresas ao modelo que substituirá cinco tributos por dois</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/5x2-novo-marco-da-reforma-tributaria-acelera-adaptacao-das-empresas-ao-modelo-que-substituira-cinco-tributos-por-dois/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 16:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de 3 de agosto, sistemas de emissão de documentos fiscais eletrônicos deverão preencher obrigatoriamente os campos referentes à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), marcando uma nova etapa da implementação da Reforma Tributária do consumo. A exigência faz parte do período de transição que substituirá, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir de 3 de agosto, sistemas de emissão de documentos fiscais eletrônicos deverão preencher obrigatoriamente os campos referentes à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), marcando uma nova etapa da implementação da Reforma Tributária do consumo.</p>



<p>A exigência faz parte do período de transição que substituirá, gradualmente, cinco tributos atuais (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por dois novos impostos sobre o consumo.</p>



<p>Embora o recolhimento dos novos tributos ainda esteja em fase de testes, especialistas afirmam que a obrigatoriedade representa um marco importante para as empresas, que precisarão revisar processos internos, atualizar sistemas e garantir maior integração entre as áreas Fiscal, Financeira e de Recursos Humanos.</p>



<p>Segundo Marcio Caixeta, Gerente de Departamento Pessoal da Sólides. a mudança reforça uma tendência que já vinha sendo impulsionada pela digitalização das obrigações legais.</p>



<p>&#8220;A Reforma Tributária não altera diretamente a legislação trabalhista, mas aumenta a necessidade de informações consistentes entre diferentes áreas da empresa. Quanto maior a integração dos processos, menor a chance de inconsistências e retrabalho.&#8221;, afirma.</p>



<h2><a></a>Integração passa a ser prioridade</h2>



<p>A Reforma Tributária exige que empresas adaptem seus sistemas para uma nova lógica de apuração dos tributos sobre o consumo. Na prática, isso significa que informações fiscais precisarão conversar com dados financeiros e operacionais de maneira cada vez mais integrada.</p>



<p>Esse movimento ocorre em um cenário em que organizações já convivem com <a href="https://solides.com.br/blog/folha-de-pagamento-e-esocial-entenda-a-relacao/">softwares de folha de pagamento no eSocial,</a> responsável por reunir informações relacionadas à remuneração, admissões, férias, afastamentos, encargos e demais obrigações trabalhistas.</p>



<p>Para especialistas, essa convergência entre sistemas aumenta a importância da qualidade das informações registradas pelas empresas.</p>



<p>&#8220;Hoje, um erro não costuma ficar restrito a um único departamento. Dados inconsistentes podem gerar retrabalho, dificultar o cumprimento das obrigações acessórias e aumentar riscos de conformidade. Por isso, investir em processos integrados deixou de ser apenas uma questão de produtividade&#8221;, afirma Caixeta.</p>



<h2><a></a>Período de adaptação exige revisão de processos</h2>



<p>O novo marco da Reforma Tributária não representa apenas uma mudança tecnológica. Empresas também precisarão revisar fluxos internos, atualizar cadastros, capacitar equipes e adequar sistemas para garantir que as novas exigências sejam atendidas corretamente.</p>



<p>Segundo <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/reforma-tributaria-do-consumo/orientacoes-2026">orientações da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS</a>, 2026 funciona como um período de transição operacional. Durante essa fase, a CBS e o IBS aparecem destacados nos documentos fiscais, mas a apuração ocorre em caráter informativo, permitindo que empresas ajustem seus processos antes da implementação definitiva do novo modelo.</p>



<p>Na avaliação de especialistas, esse período representa uma oportunidade para fortalecer a governança das informações corporativas e reduzir a dependência de processos manuais.</p>



<p>À medida que a Reforma Tributária avança, a tendência é que a integração entre áreas antes tratadas de forma isolada se torne cada vez mais estratégica. Nesse cenário, soluções capazes de centralizar informações, automatizar rotinas e garantir conformidade legal devem ganhar ainda mais relevância durante a transição para o novo sistema tributário brasileiro.</p>
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		<item>
		<title>Pix Automático ganha espaço como ferramenta para reduzir inadimplência e aumentar previsibilidade financeira das empresas</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/pix-automatico-ganha-espaco-como-ferramenta-para-reduzir-inadimplencia-e-aumentar-previsibilidade-financeira-das-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:56:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chegada do Pix Automático marca uma nova etapa na evolução dos meios de pagamento digitais no Brasil. Desenvolvida para facilitar cobranças recorrentes, a ferramenta vem sendo apontada por especialistas como uma solução capaz de reduzir a inadimplência, aumentar a previsibilidade de receitas e simplificar a gestão financeira de empresas que dependem de pagamentos mensais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A chegada do Pix Automático marca uma nova etapa na evolução dos meios de pagamento digitais no Brasil. Desenvolvida para facilitar cobranças recorrentes, a ferramenta vem sendo apontada por especialistas como uma solução capaz de reduzir a inadimplência, aumentar a previsibilidade de receitas e simplificar a gestão financeira de empresas que dependem de pagamentos mensais ou periódicos. A funcionalidade permite que consumidores autorizem uma cobrança apenas uma vez, possibilitando que os pagamentos sejam realizados automaticamente nas datas programadas. O modelo tem potencial para substituir processos tradicionalmente associados a boletos bancários e, em alguns casos, até mesmo ao débito automático.</p>



<p>Segundo Guilherme Fernandes, Head de Operações da Trio, empresa especializada em tecnologia para pagamentos, o Pix Automático resolve um problema histórico das empresas: a dependência de processos manuais para garantir o recebimento dos valores. “A principal diferença está na fricção operacional e na infraestrutura tecnológica. O boleto exige que a pessoa lembre de pagar e faça isso manualmente todo mês, o que aumenta o risco de esquecimento, além de demorar mais para o dinheiro cair na conta da empresa. Já o débito automático resolve a questão do esquecimento, mas é super complexo e caro para as empresas, porque exige fechar acordos e integrar sistemas com cada banco separadamente. O Pix Automático muda isso por rodar na estrutura do Banco Central. Com uma única integração, a empresa consegue cobrar clientes de qualquer banco de um jeito padronizado, sem atrito e com o dinheiro caindo na hora”, explica.&nbsp;</p>



<p>Embora a inadimplência seja frequentemente associada à falta de recursos financeiros, especialistas destacam que uma parcela significativa dos atrasos ocorre simplesmente por esquecimento ou procrastinação do pagamento. Nesse contexto, o Pix Automático surge como uma alternativa para reduzir o que o mercado chama de inadimplência involuntária. “Ele resolve aquela inadimplência ‘sem querer’. Aquela que acontece só porque o cliente esqueceu a data ou ficou enrolando para abrir o app do banco, copiar o código e pagar. Com o Pix Automático, a pessoa autoriza a cobrança uma vez só e pronto. Tirando essa barreira manual, a empresa garante que o pagamento vai acontecer na data certa, desde que o cliente tenha saldo na conta. Só isso já derruba muito os índices de atraso”, explica Fernandes.</p>



<p>O mecanismo também ajuda a combater um fenômeno conhecido como churn involuntário, quando clientes deixam de utilizar um serviço porque o pagamento não foi realizado corretamente. “Uma vez que o cliente autoriza o Pix Automático, o próprio sistema cuida do resto. É perfeito porque a empresa garante a receita e o cliente não precisa mais se preocupar em lembrar do vencimento todo mês para continuar usando o serviço”, diz Fernandes.</p>



<p><strong>Receita mais previsível</strong></p>



<p>Além de reduzir atrasos, a nova modalidade também tende a trazer mais previsibilidade para o caixa das empresas. Ao contrário de outros meios de pagamento que dependem de compensações posteriores ou podem sofrer falhas em tentativas de cobrança, o Pix Automático utiliza a infraestrutura instantânea do sistema de pagamentos do Banco Central.</p>



<p>“Ele junta duas coisas muito fortes, que são a garantia de que a cobrança vai acontecer e o recebimento instantâneo. Em outros métodos, a empresa precisa esperar dias para o dinheiro cair ou fica dependendo de retentativas de cartão de crédito que podem falhar. O Pix Automático credita o valor na hora. Isso dá para as empresas uma visão real de quanto dinheiro tem em caixa naquele exato momento, sem depender de estimativas”, afirma o executivo da Trio.</p>



<p>A previsibilidade de receitas é considerada um fator estratégico especialmente para empresas que trabalham com assinaturas, mensalidades ou contratos recorrentes.</p>



<p>Para especialistas em gestão financeira, a previsibilidade de caixa influencia diretamente a capacidade das empresas de planejar investimentos, controlar despesas e administrar o capital de giro. “O impacto direto é a redução de custos operacionais e mais eficiência para o departamento financeiro. Quando você sabe exatamente quando o dinheiro vai entrar e ele já fica disponível na hora, as decisões passam a ser baseadas em dados reais. Isso melhora muito o planejamento e a gestão do capital de giro, porque a empresa para de operar no escuro, diminui a necessidade de antecipar recebíveis pagando juros, e consegue se organizar de forma muito mais saudável”, explica Fernandes.</p>



<p><strong>Benefícios para pequenas e médias empresas</strong></p>



<p>A expectativa é que o Pix Automático tenha um impacto especialmente relevante entre pequenas e médias empresas, que historicamente enfrentaram barreiras para acessar ferramentas de cobrança automatizada. Antes, a implementação do débito automático exigia negociações individuais com instituições financeiras e integrações específicas para cada banco.</p>



<p>“O Pix Automático entrega para as pequenas e médias empresas a mesma eficiência que antes só as grandes tinham. Ter cobrança via débito automático exigia uma negociação com os bancos que era inviável para as PMEs. Agora, com o Pix Automático e uma integração mais simples, as pequenas e médias têm acesso a essa mesma estrutura de ponta. É a chance de automatizar as cobranças e crescer sem precisar inchar a equipe do financeiro”, afirma Fernandes.</p>



<p>A funcionalidade deve beneficiar especialmente negócios que trabalham com pagamentos recorrentes. Entre os setores com maior potencial de adoção estão academias, escolas, condomínios, clubes de assinatura, planos de saúde, serviços de streaming e concessionárias de serviços públicos. “Basicamente, qualquer negócio que funcione com pagamentos recorrentes. Isso vale tanto para o mercado B2B, como empresas que vendem serviços por assinatura, quanto para negócios focados no consumidor final que têm um volume grande de clientes”, completa Fernandes.</p>
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		<title>Reforma Tributária muda regras do Simples Nacional e exige planejamento das empresas já em setembro</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-muda-regras-do-simples-nacional-e-exige-planejamento-das-empresas-ja-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora a Reforma Tributária entre em uma fase gradual de implementação apenas a partir de 2027, algumas decisões começam a fazer parte da rotina das empresas ainda neste ano. Entre os dias 1º e 30 de setembro, empresas que pretendem optar pelo Simples Nacional para 2027 e aquelas que desejarem recolher o IBS (Imposto sobre [&#8230;]</p>
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<p>Embora a Reforma Tributária entre em uma fase gradual de implementação apenas a partir de 2027, algumas decisões começam a fazer parte da rotina das empresas ainda neste ano. Entre os dias 1º e 30 de setembro, empresas que pretendem optar pelo Simples Nacional para 2027 e aquelas que desejarem recolher o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) pelo regime regular deverão formalizar essa escolha no Portal do Simples Nacional.</p>



<p>A principal novidade é que empresas enquadradas no Simples poderão optar por recolher IBS e CBS fora da guia única do regime, permanecendo no Simples para os demais tributos. Na prática, isso significa que os novos impostos poderão ser apurados pelo regime regular, permitindo o aproveitamento de créditos tributários previstos na Reforma Tributária.</p>



<p>A mudança exige atenção porque a decisão pode influenciar diretamente a competitividade da empresa, a formação de preços, o relacionamento com clientes e fornecedores e o planejamento tributário dos próximos anos.</p>



<p>Para João Victor da Silva, economista e analista de Mercado da Orsitec, esse é um dos momentos em que a Reforma Tributária exige um planejamento mais estratégico por parte das empresas.</p>



<p>&#8220;Até aqui, para muitas empresas, permanecer no Simples Nacional era uma decisão relativamente simples. Com a Reforma Tributária, além do enquadramento no regime, será necessário analisar como a forma de recolhimento do IBS e da CBS pode impactar cada operação. Não existe uma solução única, porque cada empresa possui uma realidade diferente.&#8221;</p>



<p>Segundo o economista, a escolha passa a depender de fatores como segmento de atuação, perfil dos clientes, cadeia de fornecedores, estrutura de custos e possibilidade de aproveitamento de créditos tributários. Ele lembra que para empresas do Simples que têm consumidor final como clientes (pessoas físicas, condomínios, entre outros), pode valer&nbsp;a pena permanecer no regime tradicional.</p>



<p>&#8220;O empresário precisa entender quem são seus clientes, quem são seus fornecedores, qual é o peso dos insumos na operação e de que forma os créditos tributários podem influenciar sua competitividade. São fatores que variam de empresa para empresa e que precisam ser avaliados antes da escolha.&#8221;</p>



<p><strong>Nova sistemática pode favorecer empresas que negociam com outras empresas</strong></p>



<p>Uma das principais mudanças trazidas pela Reforma Tributária é a possibilidade de aproveitamento de créditos de IBS e CBS quando esses tributos são recolhidos pelo regime regular. Nas operações entre empresas, esse mecanismo pode tornar fornecedores mais competitivos, já que os clientes poderão utilizar esses créditos na apuração dos impostos.</p>



<p>Para João Victor da Silva, essa é uma das razões pelas quais a decisão deve ser tomada com base em estudos e simulações.</p>



<p>&#8220;Duas empresas com faturamento semelhante podem chegar a conclusões completamente diferentes. O que determina a melhor escolha é o modelo de negócio, a cadeia de fornecedores, o perfil dos clientes e a forma como a empresa opera.&#8221;</p>



<p>De acordo com João Victor, justamente por envolver tantas variáveis, a recomendação é que as empresas iniciem essa análise antes da abertura do prazo de opção.</p>



<p>&#8220;A Reforma Tributária muda a forma como as empresas precisam planejar seus tributos. Quanto antes esse estudo começar, maior será a segurança para tomar uma decisão alinhada à realidade do negócio e evitar escolhas precipitadas.&#8221;</p>



<p>Embora a implementação completa da Reforma Tributária aconteça de forma gradual até 2033, o economista destaca que este já é um dos primeiros reflexos concretos das novas regras no dia a dia das empresas.</p>



<p>&#8220;A transição será longa, mas o planejamento começa agora. As empresas que compreenderem essas mudanças desde o início terão mais tempo para avaliar cenários, organizar seus processos e tomar decisões com mais segurança.&#8221;</p>
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		<title>Boletos x Reforma Tributária: empresas podem pagar imposto sobre dinheiro que nunca receberam</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/boletos-x-reforma-tributaria-empresas-podem-pagar-imposto-sobre-dinheiro-que-nunca-receberam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária chegou com a promessa de simplificar. Mas, na prática do dia a dia das empresas, ela trouxe também um novo nível de atenção que muitos gestores ainda não perceberam: cada detalhe operacional, inclusive a forma como um desconto é concedido em uma fatura ou boleto, tem impacto direto sobre quanto de imposto [&#8230;]</p>
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<p>A Reforma Tributária chegou com a promessa de simplificar. Mas, na prática do dia a dia das empresas, ela trouxe também um novo nível de atenção que muitos gestores ainda não perceberam: cada detalhe operacional, inclusive a forma como um desconto é concedido em uma fatura ou boleto, tem impacto direto sobre quanto de imposto a empresa vai pagar e, consequentemente, sobre o seu caixa.</p>



<p>Para Ulisses Brondi, CEO da ASIS Tax Tech, especializada em soluções para gestão tributária, não dá mais para gerenciar o tributário de forma reativa e sem controle. &#8220;A Reforma Tributária mudou a lógica do imposto sobre consumo no Brasil e, agora, um detalhe que antes passava despercebido, como a forma em que um desconto é registrado no boleto, pode ter impacto direto nas finanças de uma empresa&#8221;.</p>



<p>A afirmação não é exagero. Com a criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), regulamentados pelo Decreto nº 12.955/2026 e pela Resolução CGIBS nº 6/2026, uma distinção aparentemente técnica entre desconto incondicional e desconto condicional passou a ter um grande peso financeiro.</p>



<figure class="wp-block-image"><img alt=""/></figure>



<p><em><strong>Ulisses Brondi, CEO da ASIS Tax Tech</strong></em></p>



<p>Na prática, descontos incondicionais não integram a base de cálculo do IBS e da CBS. &#8220;Se o desconto for concedido diretamente na nota fiscal ou no documento de cobrança, sem depender de nenhuma condição futura, ele reduz o valor sobre o qual o imposto incide. Porém, se o desconto for condicional, ou seja, se ele depender de um evento futuro, como o pagamento do boleto até o vencimento, a lógica muda completamente. O imposto é calculado sobre o valor cheio da operação, mesmo que o cliente efetivamente pague menos&#8221;, explica o executivo.</p>



<p>Imagine uma loja de materiais de construção que vende R$ 10.000 em mercadorias para um cliente. Ela quer conceder um desconto de 5% para incentivar o pagamento rápido. Assim, a loja concede os 5% de desconto diretamente na nota fiscal, sem condição alguma. O valor da operação registrado já é de R$ 9.500. O IBS e a CBS incidem sobre R$ 9.500, e paga-se imposto sobre o que o cliente realmente pagou.</p>



<p>Mas, se a loja emite a nota fiscal por R$ 10.000 e insere no boleto a cláusula: &#8220;5% de desconto se pago até o vencimento&#8221;, o cliente paga R$ 9.500, mas o IBS e a CBS incidem sobre R$ 10.000. Ou seja, a empresa recolhe imposto sobre um valor que não recebeu integralmente.</p>



<p>A diferença parece pequena. Mas, multiplicada por centenas de operações mensais, com alíquotas de IBS e CBS que, somadas, podem superar 25% quando a reforma estiver plenamente implementada em 2033, o impacto no caixa pode ser significativo.</p>



<p>&#8220;Esse é exatamente o tipo de detalhe que precisa ser revisado agora. Com o split payment, que vai separar o valor do imposto no momento do pagamento, diretamente para o governo, quem errar na base de cálculo vai sentir o impacto no caixa de forma imediata, sem tempo para corrigir depois&#8221;, alerta Ulisses.</p>



<p><strong>O Split Payment muda tudo</strong></p>



<p>A questão dos descontos não existe sozinha. Com a Reforma Tributária, foi criado o Split Payment: um mecanismo pelo qual, no momento em que o cliente paga (via Pix, boleto ou transferência), o sistema bancário separa automaticamente a parcela de IBS e CBS e a envia diretamente ao governo.</p>



<p>Em uma compra de R$ 100, por exemplo, se R$ 20 forem tributos, o sistema divide o valor no momento do pagamento: o cliente continua pagando R$ 100, mas R$ 80 vão para a empresa e R$ 20 são enviados diretamente ao governo.</p>



<p>&#8220;O impacto disso no fluxo de caixa é profundo. Hoje, muitas empresas usam o intervalo entre a venda e o vencimento do imposto para movimentar capital de giro. Com o split payment, esse intervalo desaparece&#8221;, diz o executivo.</p>



<p>Para o CEO da ASIS, 2026 é um ano de testar, corrigir e se posicionar. &#8220;Quem revisar suas políticas comerciais e a forma como documenta os descontos ainda em 2026 vai chegar em 2027 muito mais preparado e com menos risco de autuação&#8221;, conclui Ulisses.</p>
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		<title>Pró-labore vs. lucro: 5 erros que podem gerar problemas com a Receita Federal no IR 2026</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/pro-labore-vs-lucro-5-erros-que-podem-gerar-problemas-com-a-receita-federal-no-ir-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem um negócio próprio ou empresa precisa ficar atento à forma como faz a declaração do Imposto de Renda para evitar erros com o Fisco e não cair na malha fina. Entender a distinção entre pró-labore e distribuição de lucros é um dos pontos de atenção para não cometer erros na gestão financeira e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem tem um negócio próprio ou empresa precisa ficar atento à forma como faz a declaração do Imposto de Renda para evitar erros com o Fisco e não cair na malha fina. Entender a distinção entre pró-labore e distribuição de lucros é um dos pontos de atenção para não cometer erros na gestão financeira e correr o risco de gerar cobranças retroativas de impostos ou multas elevadas.&nbsp;</p>



<p>Para auxiliar empreendedores na declaração, Rafael Caribé, CEO e cofundador da Agilize Contabilidade, a primeira contabilidade online do Brasil, listou cinco erros sobre o tema que podem gerar problemas com a Receita Federal.&nbsp;&nbsp;</p>



<ol>
<li><strong>Retirar apenas distribuição de lucros e ignorar o pró-labore</strong></li>
</ol>



<p>Para Rafael, um dos erros mais comuns é o sócio que atua diretamente na empresa receber exclusivamente por distribuição de lucros para evitar encargos trabalhistas e previdenciários. “A Receita entende que sócios-administradores devem obrigatoriamente receber pró-labore. Se isso não ocorrer, o Fisco pode reclassificar os lucros como remuneração salarial e cobrar INSS, Imposto de Renda e multas retroativas, o que, por sua vez, pode deixar o CPF irregular. A pessoa fica sem poder emitir passaporte, por exemplo”.</p>



<ol start="2">
<li><strong>Misturar despesas pessoais e contas da empresa</strong></li>
</ol>



<p>Usar a conta da empresa para pagar despesas pessoais, como cartão de crédito, viagens ou contas de casa, também é um dos principais gatilhos para fiscalização, de acordo com Rafael. “A prática pode gerar incompatibilidade patrimonial na declaração da pessoa física e levantar suspeitas sobre distribuição disfarçada de lucros. A Receita entende que, se a empresa pagou por algo que não é dela, o dinheiro foi recebido de forma indireta, o que gera juros e multas, além de risco de desenquadramento de regime e dificuldade no acesso a financiamentos ou crédito”.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<ol start="3">
<li><strong>Fazer distribuição de lucros sem contabilidade regular</strong></li>
</ol>



<p>Para que a distribuição de lucros seja isenta de impostos, a empresa precisa manter uma escrituração contábil adequada. “Sem esse controle, a isenção fica limitada aos percentuais presumidos previstos na legislação, o que pode não refletir a realidade financeira do negócio e gerar tributação inesperada”, explica o especialista.</p>



<ol start="4">
<li><strong>Distribuir lucros mesmo com débitos tributários em aberto</strong></li>
</ol>



<p>Empresas com dívidas fiscais ou previdenciárias sem garantia legal não podem distribuir lucros aos sócios, sendo que o descumprimento pode resultar em multa equivalente a 50% do valor distribuído irregularmente, além da tributação dos valores recebidos. “Caso a empresa possua dívidas tributárias, a recomendação é que ela procure uma contabilidade que possa cuidar com atenção deste cenário, pois isso vai evitar penalidades mais sérias e proporcionar a regularização”.&nbsp;</p>



<ol start="5">
<li><strong>Ignorar as novas regras sobre dividendos em 2026</strong></li>
</ol>



<p>Desde janeiro de 2026, está em vigor a retenção de 10% de Imposto de Renda sobre lucros e dividendos acima de R$ 50 mil pagos no mesmo mês para a mesma pessoa física. “A mudança exigirá maior controle financeiro e contábil das empresas, além de atenção redobrada no envio das informações fiscais à Receita Federal. A recomendação é&nbsp; manter a documentação organizada para evitar autuações e problemas”, finaliza o especialista.</p>
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		<title>Como acertar o estoque em datas como Dia dos Namorados e Copa do Mundo</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/como-acertar-o-estoque-em-datas-como-dia-dos-namorados-e-copa-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:40:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A combinação entre compras de última hora e aumento repentino no consumo durante datas sazonais têm pressionado a operação das PMEs em 2026. Um levantamento da Scanntech￼ projeta aumento de até 69% no ticket médio nas horas que antecedem os jogos da Seleção durante a Copa do Mundo. Em paralelo, o Dia dos Namorados deve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A combinação entre compras de última hora e aumento repentino no consumo durante datas sazonais têm pressionado a operação das PMEs em 2026. Um levantamento da Scanntech￼ projeta aumento de até 69% no ticket médio nas horas que antecedem os jogos da Seleção durante a Copa do Mundo. Em paralelo, o Dia dos Namorados deve voltar a impulsionar setores como moda, beleza, alimentação e presentes nas próximas semanas.&nbsp;</p>



<p>O desafio para o varejo é evitar dois extremos comuns nessas datas: perder vendas por falta de produto ou comprometer o caixa com excesso de mercadoria parada após o pico de consumo.</p>



<p>“Em períodos sazonais, muita empresa ainda toma decisão de compra olhando apenas percepção ou expectativa de aumento nas vendas. O problema é que o consumidor muda rápido nessas datas, e isso impacta diretamente o giro dos produtos”, afirma Reginaldo Stocco, CEO da vhsys￼. “Hoje, o estoque precisa acompanhar o comportamento da operação quase em tempo real.”</p>



<p>Uma das estratégias que mais vem ganhando espaço entre PMEs é o acompanhamento diário dos produtos com maior saída durante campanhas sazonais. Em vez de fazer uma única compra grande antes da data, empresas passaram a trabalhar com reposições mais curtas e análise constante do desempenho das categorias ao longo da semana. O movimento ajuda a reduzir excesso de mercadoria parada e dá mais margem para corrigir decisões rapidamente caso o comportamento do consumidor mude.</p>



<p>Outro ponto que passou a pesar é a integração entre vendas, estoque e fluxo de caixa. Negócios que conseguem visualizar rapidamente quais produtos estão girando mais, quais perderam ritmo e quais têm maior margem conseguem direcionar melhor promoções, reposições e investimentos durante períodos de maior demanda. Em muitos casos, itens complementares acabam trazendo mais resultado do que os produtos considerados principais da campanha, algo que só aparece quando a operação é acompanhada de forma mais detalhada.</p>



<p>“Quando o empreendedor acompanha estoque, vendas e desempenho dos produtos de forma integrada, ele consegue tomar decisões mais rápidas, reduzir desperdícios e aproveitar melhor períodos estratégicos para o faturamento”, finaliza o CEO.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa mostra que 90% dos CFOs se apoiam em IA para tomar decisões</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/pesquisa-mostra-que-90-dos-cfos-se-apoiam-em-ia-para-tomar-decisoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4473</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa da consultoria global Deloitte, realizada com executivos que ocupam cargo de CFO (Chief Financial Officer, ou diretor de finanças) na Europa, aponta que 90% deles se apoiam em inteligência artificial generativa em até 25% das decisões estratégicas que tomam. Mais de um terço dos entrevistados espera que esse uso seja ainda maior, se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma pesquisa da consultoria global Deloitte, realizada com executivos que ocupam cargo de CFO (Chief Financial Officer, ou diretor de finanças) na Europa, aponta que 90% deles se apoiam em inteligência artificial generativa em até 25% das decisões estratégicas que tomam. Mais de um terço dos entrevistados espera que esse uso seja ainda maior, se expandindo para mais da metade das decisões estratégicas, dentro de cinco anos.</p>



<p>Além disso, 70% desses CFOs esperam um aumento na receita em 2026, ao mesmo tempo em que estão considerando reduções na força de trabalho de suas organizações. Assim, avalia a pesquisa, o crescimento da receita estimado pelos executivos é impulsionado pela digitalização, automação e estratégias de precificação, e não pelo aumento do volume de vendas devido ao crescimento do quadro de funcionários. “Muitas empresas europeias têm um foco estratégico em ‘fazer mais com menos’”, sublinha o estudo.</p>



<p>Por outro lado, os executivos consideram que os orçamentos das organizações destinados à IA generativa para o setor financeiro precisam ser acelerados, para acompanhar suas expectativas. O estudo indica que mais de 80% das organizações pretendem gastar menos de um quarto de seu orçamento de tecnologia e digitalização em IA, em um futuro próximo.</p>



<p>Para o especialista Alysson Guimarães, fundador e CEO da LeverPro (empresa brasileira de tecnologia, especialmente com IA embarcada, para gestão financeira), o diagnóstico trazido pela consultoria Deloitte sinaliza um cenário desafiador para os executivos de finanças. Isso porque enfrentam uma contradição clara: ao mesmo tempo em que a tecnologia se consolida como aliada, os investimentos ainda não acompanham o valor que ela é capaz de gerar.</p>



<p>“Há um otimismo entre os CFOs, quando apostam em crescimento das receitas, proporcionado pelas inovações tecnológicas. Mas uma boa dose de cautela também, na medida em que veem suas organizações pouco expandindo a fatia de orçamento para investimentos em tecnologias”, assinala Guimarães. “Como diz o estudo, a IA [na gestão financeira] veio para ficar, mas os orçamentos ainda não acompanham as expectativas&#8221;.</p>



<p>Uma constatação da pesquisa ilustra essa ambiguidade mencionada pelo CEO da LeverPro. Segundo o levantamento, 80% dos entrevistados relatam que a influência do CFO no conselho de administração de suas empresas aumentou. Entretanto, a escassez de habilidades em dados, tecnologia digital e IA tem representado uma grande barreira à transformação. “Mais da metade dos CFOs identifica, na pesquisa, carências nessas áreas”, assinala Guimarães.</p>



<p>O estudo informa também que empresas focadas em serviços e tecnologia estão em condições mais favoráveis, para ampliar suas receitas por meio de ganhos de produtividade, com automação e da adoção de IA. “Em contrapartida, empresas manufatureiras lidam com perspectivas de receita mais fracas e podem reduzir o quadro de funcionários para se concentrarem na estabilização das operações”, observa o CEO da LeverPro.</p>



<p>Sobre as prioridades dos diretores financeiros para 2026, o levantamento da Deloitte indica ser crescimento orgânico para 26% deles e redução de custos para 20%. Outras prioridades são a redução de despesas operacionais (12%), a expansão para novos mercados (11%), aquisições e lançamentos de produtos (10% cada).</p>



<p>“Em síntese, o estudo da Deloitte nos comunica que, para os CFOs, as demandas em suas organizações e tarefas estão claras: alinhar seus talentos, sua precificação e suas decisões de investimento com a dinâmica do setor em que atuam e com o prazo que a empresa almeja obter retorno”, sublinha Guimarães.</p>
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