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	<title>Arquivos Sem categoria - GFCriativa</title>
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	<description>Educação Financeira e Gestão Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 May 2026 13:20:21 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bares e restaurantes sofrem com endividamento e com as bets, alvos do Desenrola 2.0 lançado pelo governo</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/bares-e-restaurantes-sofrem-com-endividamento-e-com-as-bets-alvos-do-desenrola-2-0-lancado-pelo-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o lançamento do Desenrola Brasil 2.0, o governo federal mira nos efeitos econômicos e sociais da expansão das apostas online no país. A nova versão do programa foi anunciada com foco na renegociação de dívidas de famílias e pequenos negócios e traz, entre suas medidas, o bloqueio de apostas online por um ano para [&#8230;]</p>
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<p>Com o lançamento do Desenrola Brasil 2.0, o governo federal mira nos efeitos econômicos e sociais da expansão das apostas online no país. A nova versão do programa foi anunciada com foco na renegociação de dívidas de famílias e pequenos negócios e traz, entre suas medidas, o bloqueio de apostas online por um ano para quem aderir à iniciativa.</p>



<p>O movimento ocorre em meio a novos levantamentos que apontam o peso crescente das bets sobre o orçamento das famílias: de janeiro de 2023 a março de 2026, a inadimplência associada às apostas retirou R$ 143 bilhões do comércio varejista, segundo a CNC. Enquanto o gasto dos brasileiros com essas plataformas superou R$ 30 bilhões por mês.</p>



<p>Para o setor de alimentação fora do lar, esse impacto está bem mapeado. Pesquisa da Abrasel realizada em 2024 mostrou que 43,5% dos empresários ouvidos percebem influência das bets na gestão ou no resultado do estabelecimento. Entre os que identificam esse efeito, os principais reflexos aparecem no comportamento dos funcionários, na frequência de consumidores e no desempenho das vendas.</p>



<p>Quando uma fatia crescente do orçamento doméstico passa a ser drenada pelas apostas, a alimentação fora do lar tende a perder espaço. Entre os empresários que perceberam impacto das bets na frequência dos clientes, 62,1% relataram queda. No gasto individual, 62,2% também apontaram redução.</p>



<p>Os dados apontam uma relação entre o avanço das apostas e a retração do consumo no setor. Entre os empresários do setor, 86,2% disseram enxergar relação direta entre os hábitos de aposta dos consumidores e a perda de movimento nos estabelecimentos.</p>



<p><strong>Pressão também chega ao ambiente de trabalho</strong></p>



<p>O impacto das bets, porém, também alcança o cotidiano das equipes. Entre os empresários que identificaram mudanças no comportamento dos funcionários que apostam online, 75,5% citaram aumento do endividamento pessoal e 55,1% registraram aumento dos pedidos de adiantamento salarial.</p>



<p>É nesse ponto que o Desenrola 2.0 ganha relevância adicional para o setor. Ao prever renegociação de dívidas com descontos de 30% a 90%, prazos mais longos para pagamento e bloqueio temporário das apostas para aderentes, o programa pode funcionar como uma tentativa de reorganização financeira para trabalhadores que já dão sinais de renda comprometida.</p>



<p>O novo programa também amplia condições para micro e pequenas empresas, com carência maior para início do pagamento, aumento do prazo máximo de quitação e expansão do limite de crédito. Eixo de atuação fundamental para bares e restaurantes, visto que 39% das empresas do setor possuem pagamentos em atraso, segundo outra pesquisa recente da Abrasel, feita em abril.</p>



<p>Para Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel, a questão merece atenção justamente porque reúne duas pressões relevantes sobre o setor. De um lado, o dinheiro comprometido com apostas reduz a frequência e o tíquete médio do consumidor. De outro, a alta da inadimplência se traduz em efeitos concretos sobre os trabalhadores, como maior endividamento e mais pedidos de adiantamento.</p>



<p>“Os novos levantamentos reforçam que esse é um problema que merece muita atenção. O setor sente isso dos dois lados do balcão: o consumidor sai menos e gasta menos, enquanto cresce a pressão financeira sobre os trabalhadores, com aumento do endividamento e dos pedidos de adiantamento. As ações do governo ganham importância justamente por tentar reorganizar esse cenário, num momento em que as bets já impactam consumo, vendas e rotina de trabalho”, comenta.</p>
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		<title>Estudo alerta: febre das bets e juros altos atuam como &#8220;ralo digital&#8221; e destroem poupança dos brasileiros na velocidade do Pix</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/estudo-alerta-febre-das-bets-e-juros-altos-atuam-como-ralo-digital-e-destroem-poupanca-dos-brasileiros-na-velocidade-do-pix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:41:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Intitulado “O Ralo Digital”, o levantamento mostra como a combinação de juros elevados com a expansão das plataformas de apostas vem drenando liquidez do país em ritmo acelerado, potencializado pela instantaneidade do Pix. De acordo com a análise, o impacto desse movimento foi suficiente para neutralizar, quase por completo, a injeção de liquidez promovida pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Intitulado “O Ralo Digital”, o levantamento mostra como a combinação de juros elevados com a expansão das plataformas de apostas vem drenando liquidez do país em ritmo acelerado, potencializado pela instantaneidade do Pix.</p>



<p>De acordo com a análise, o impacto desse movimento foi suficiente para neutralizar, quase por completo, a injeção de liquidez promovida pelo Estado durante a pandemia de COVID-19, funcionando como um verdadeiro “antiestímulo” à economia real.</p>



<ul>
<li>Entre as principais conclusões do estudo, destacam-se:</li>



<li>Destruição ativa de patrimônio: mais do que reduzir o consumo, as famílias estão utilizando reservas financeiras, com saques em poupança e depósitos a prazo;</li>



<li>Desespero com “zero atrito”: a facilidade do Pix viabiliza transferências imediatas, seja para apostas ou para cobrir dívidas pressionadas pelos juros elevados;</li>



<li>Evasão de capital: os recursos destinados às plataformas de apostas não retornam à economia produtiva, permanecendo fora do sistema bancário tradicional ou sendo enviados ao exterior;</li>



<li>Efeito em cadeia nas empresas: a retração do consumo impacta diretamente o faturamento das companhias, que passam a enfrentar pressão adicional em um cenário de crédito mais caro.</li>
</ul>



<p>O estudo foi elaborado com base em 179 observações mensais, a partir de modelos econométricos aplicados a dados do Banco Central do Brasil, e identificou o início desse choque estrutural em janeiro de 2022.</p>



<p>Para Claudio Felisoni, presidente do IBEVAR e professor da FIA Business School, o fenômeno vai além de uma mudança pontual de comportamento financeiro: “As transferências para estas plataformas não constituem uma mera realocação de recursos. Trata-se, sim, de uma evasão estrutural permanente que asfixia o caixa do tecido empresarial e destrói o futuro financeiro das famílias brasileiras.”</p>



<p></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Imposto de Renda exige planejamento ao longo do ano e passa a influenciar decisões financeiras antes da declaração</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/imposto-de-renda-exige-planejamento-ao-longo-do-ano-e-passa-a-influenciar-decisoes-financeiras-antes-da-declaracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 21:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A temporada de declaração do Imposto de Renda volta ao centro das atenções dos brasileiros em meio a um período de transição nas regras do tributo, que começa a influenciar o planejamento financeiro das famílias e empresas ao longo de 2026. Embora a declaração entregue neste ano ainda siga, em linhas gerais, o modelo anterior, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A temporada de declaração do Imposto de Renda volta ao centro das atenções dos brasileiros em meio a um período de transição nas regras do tributo, que começa a influenciar o planejamento financeiro das famílias e empresas ao longo de 2026. Embora a declaração entregue neste ano ainda siga, em linhas gerais, o modelo anterior, mudanças estruturais já aprovadas, como ajustes na faixa de isenção, na progressividade da tributação e na incidência sobre diferentes tipos de renda, passam a afetar o planejamento fiscal desde o recebimento dos rendimentos, ampliando o impacto do imposto sobre decisões relacionadas à renda, investimentos e organização patrimonial.</p>



<p>Em 2025, a Receita Federal recebeu mais de&nbsp;<a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMDhlYjBkNTgtMzk3Zi00NTEwLTE3ZmQtMDhkZTdkMTdlOGMxIiwicGVyc29uSWQiOiI5NmFiMzhiOC01MTg5LTQyMzgtYTc1NC0zYjg3N2QyMTFjMjgiLCJlbWFpbCI6InZpY3RvckBmaW5jYXRjaC5jb20uYnIiLCJ1cmwiOiJodHRwczovL3d3dy5nb3YuYnIvcmVjZWl0YWZlZGVyYWwvcHQtYnIvYXNzdW50b3Mvbm90aWNpYXMvMjAyNS9tYWlvL3JlY2VpdGEtZmVkZXJhbC1kaXZ1bGdhLWJhbGFuY28tZmluYWwtZG8taW1wb3N0by1kZS1yZW5kYS1kZS0yMDI1IiwiaXNTZWdtZW50YXRpb24iOiJUcnVlIiwibmJmIjoxNzczMzM4NTUwLCJleHAiOjE3NzU5MzA1NTAsImlhdCI6MTc3MzMzODU1MH0.pGALIpWz87FPGYYRo3qBWRBdeFhAH9HyHNUXMKyoOt4" target="_blank" rel="noreferrer noopener">43 milhões de declarações</a>, evidenciando o alcance do tributo no orçamento doméstico. Especialista alerta que o principal equívoco do contribuinte ainda é tratar o Imposto de Renda apenas como uma obrigação anual e não como um instrumento contínuo de gestão financeira.</p>



<p>Segundo Carlos Castro, planejador financeiro e CEO da SuperRico, plataforma especializada em saúde financeira, o debate atual exige atenção redobrada justamente por causa da confusão comum entre o momento em que a regra passa a valer e o momento em que ela aparece na declaração. “Todas as mudanças estruturais passam a valer sobre a renda recebida em 2026. Ou seja, do ponto de vista da declaração, elas só aparecem em 2027. A declaração entregue em 2026 ainda segue, em linhas gerais, as mesmas regras anteriores. Essa distinção é fundamental para o contribuinte não se confundir”, explica Castro.</p>



<p><strong><u>2026 é ano de transição; 2027 inaugura novo modelo</u></strong></p>



<p>Para a declaração que será entregue em 2026 (ano-base 2025), não há mudanças estruturais profundas. As alterações mais relevantes, como a ampliação da faixa de isenção até R$ 5 mil mensais, ajustes na progressividade entre R$ 5 mil e R$ 7.350, a possível tributação de dividendos para rendas acima de R$ 50 mil por mês e a criação de mecanismos de imposto mínimo para rendas superiores a R$ 600 mil anuais, passam a valer apenas para o ano-calendário 2026, refletindo na declaração de 2027. Na prática, isso significa que 2026 funciona como um período de transição, enquanto 2027 será o primeiro ano sob o novo modelo estrutural.</p>



<p>De acordo com o especialista, o impacto no bolso não acontece na hora de preencher o programa da Receita, mas quando a renda é recebida. “O impacto financeiro real começa no fluxo de renda de 2026. O orçamento das famílias só sentirá as novas regras ao longo do ano, e o acerto acontecerá na declaração do ano seguinte. A declaração é apenas o retrato do que já aconteceu”, afirma.</p>



<p>Na declaração de 2026, trabalhadores CLT, autônomos, investidores e aposentados seguem as regras já conhecidas. A partir de 2027, porém, o cenário muda conforme o perfil do contribuinte. Trabalhadores de renda média tendem a ser beneficiados com a ampliação da faixa de isenção, enquanto investidores podem sentir os efeitos da tributação de dividendos. Já contribuintes de alta renda estarão sujeitos a mecanismos de progressividade ampliada e à possibilidade de incidência de imposto mínimo.</p>



<p>Para Castro, o risco não está apenas em pagar mais imposto, mas em não se preparar com antecedência. “O maior erro é esperar a declaração para pensar em imposto. O planejamento tributário começa no dia 1º de janeiro. Quem não ajusta retenções e estratégias de investimentos pode ser surpreendido depois”, alerta.</p>



<p><strong><u>Impacto direto no orçamento mensal</u></strong></p>



<p>O Imposto de Renda influencia diversas decisões financeiras do dia a dia, incluindo a retenção na fonte, a definição do pró-labore, a distribuição de dividendos, os regimes de contratação como CLT ou PJ e até a estratégia de investimentos adotada pelo contribuinte. Com as novas regras, podem ocorrer mudanças relevantes no fluxo de caixa mensal das famílias, na renda líquida disponível e também na estrutura societária de pequenos empresários.</p>



<p>Além disso, alterações estruturais aumentam o risco de erros na declaração, principalmente devido à confusão entre ano-base e ano de entrega e às mudanças na composição dos rendimentos, especialmente no caso dos dividendos, que terão impacto direto nas declarações futuras. Quanto maior a complexidade das regras, maior a possibilidade de inconsistência patrimonial, principal fator que leva contribuintes à malha fina.</p>



<p>Para o CEO da SuperRico, o Imposto de Renda deveria ser encarado como um verdadeiro balanço patrimonial anual, e não apenas como uma obrigação burocrática. “A declaração é, antes de tudo, um raio-x da vida financeira. Ela mostra ativos, passivos, evolução patrimonial e coerência entre renda e crescimento do patrimônio. A Receita Federal analisa exatamente essa coerência, o Imposto de Renda é o maior instrumento gratuito de planejamento patrimonial que o brasileiro recebe todos os anos”, afirma.</p>



<p>A declaração permite visualizar de forma estruturada todos os ativos do contribuinte, como imóveis, investimentos, participações societárias e veículos. Além dos passivos, incluindo financiamentos e dívidas, também evidencia a variação do patrimônio líquido ao longo do tempo e a coerência entre renda declarada e evolução patrimonial.</p>



<p>Segundo Castro, quem utiliza o IR apenas para “entregar no prazo” perde a oportunidade de medir o crescimento patrimonial, planejar sucessão, otimizar a carga tributária e avaliar se o aumento de renda está, de fato, se transformando em patrimônio. “Muita gente aumenta renda, mas não aumenta patrimônio, a renda vai toda para consumo. Esse diagnóstico é essencial para decisões estratégicas.”</p>



<p>Diante das mudanças previstas e dos impactos diretos no orçamento, o contribuinte precisa enxergar o Imposto de Renda como uma ferramenta de organização financeira. Mais do que uma obrigação anual, a declaração pode ajudar a acompanhar a evolução do patrimônio, planejar decisões financeiras e evitar custos tributários desnecessários ao longo do tempo.</p>
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		<title>Reforma tributária exige revisão imediata de preços e contratos para evitar perda de margem</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-exige-revisao-imediata-de-precos-e-contratos-para-evitar-perda-de-margem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 19:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Valestrá, assessoria empresarial integrada, alerta que a Reforma Tributária já começa a produzir efeitos práticos nas empresas. Às vésperas do Dia do Consumidor, o risco para quem ainda trata o tema como distante é chegar aos próximos ciclos de venda com custos mal calculados, contratos engessados e perda de competitividade no preço final.&#160; Embora grande [&#8230;]</p>
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<p>A&nbsp;Valestrá, assessoria empresarial integrada, alerta que a Reforma Tributária já começa a produzir efeitos práticos nas empresas. Às vésperas do Dia do Consumidor, o risco para quem ainda trata o tema como distante é chegar aos próximos ciclos de venda com custos mal calculados, contratos engessados e perda de competitividade no preço final.&nbsp;</p>



<p>Embora grande parte do debate público ainda esteja concentrado&nbsp;no que pode mudar mais à frente, os primeiros reflexos operacionais já começaram a ser sentidos em 2026. Na prática, o tema deixou de ser apenas uma discussão legislativa e passou a exigir&nbsp;ação concreta das empresas, especialmente em planejamento tributário, revisão contratual, precificação e previsibilidade de caixa.&nbsp;</p>



<p>Além disso, estimativas indicam que a carga tributária do novo modelo de tributação do consumo poderá alcançar patamares próximos de 28%, o que tende a pressionar margens e exigir maior precisão na formação de preços e na estrutura de custos das empresas.&nbsp;</p>



<p>Para Keila&nbsp;Biazon, CEO da&nbsp;Valestrá, o principal erro, neste momento, é adiar o diagnóstico. “Muitas empresas ainda não têm clareza sobre o quanto pagam hoje em tributos municipais, estaduais e federais, como essa carga está distribuída e o quanto estão deixando de ganhar com uma gestão mais eficiente dos recursos. Sem essa fotografia, fica mais difícil prever impactos, renegociar contratos com fornecedores, precificar os próprios produtos e se preparar para o novo ambiente tributário”, afirma.&nbsp;</p>



<p><strong>Organização tributária é investimento, e não gasto</strong>&nbsp;</p>



<p>A falta de planejamento ultrapassa os bastidores do negócio e atinge em cheio o consumidor final. É o que chamamos de efeito cascata no nosso método de negócio: a ineficiência tributária no B2B (seja na indústria ou no atacado)&nbsp;que&nbsp;esmaga a margem da cadeia e resulta em um produto mais caro na gôndola. Proteger a retaguarda tributária das empresas é o que garante a competitividade de preço lá na frente.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Quando um negócio não se prepara e erra no cálculo de custos, deixando de aproveitar adequadamente os créditos tributários, perde margem. Parte desse impacto tende a ser absorvida em reajustes de preço — afetando diretamente o mercado e o bolso de quem compra. Por outro lado, organização tributária não deve ser tomada apenas como custo&nbsp;ou obrigação: ela também pode gerar ganho. O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) vem reiterando que cerca de 95% das empresas brasileiras pagam mais impostos do que deveriam, seja por erro de apuração ou pelo desconhecimento de benefícios fiscais. Empresas que se antecipam conseguem reduzir riscos, identificar oportunidades de economia, corrigir distorções, recuperar eficiência e tomar decisões com mais segurança — inclusive na capacidade de negociação e na formação de preços.&nbsp;</p>



<p>Nos&nbsp;setores com ciclos mais longos de venda, fornecimento ou prestação de serviços, o risco é ainda maior: contratos fechados agora podem carregar premissas antigas e se transformar em prejuízo no futuro. Ao mesmo tempo, empresas que se antecipam conseguem reduzir impactos, preservar margem, ganhar competitividade e até identificar oportunidades de redução de custos.&nbsp;Para isso, esses três passos são importantes&nbsp;para blindar a&nbsp;margem.&nbsp;</p>



<ol>
<li>Raio-X da Cadeia: Mapear quais fornecedores gerarão créditos plenos no novo sistema e quais encarecerão o custo do produto.&nbsp;</li>



<li>Revisão de Contratos Longos: Inserir cláusulas de reequilíbrio econômico-financeiro atreladas à transição do IBS/CBS.&nbsp;</li>



<li>Auditoria de Cadastro (NCM): Garantir que a classificação dos produtos esteja impecável para evitar o travamento de créditos e multas no novo modelo.&nbsp;</li>
</ol>



<p>“O empresário que não revisar as premissas de custo hoje,&nbsp;estará financiando&nbsp;a ineficiência da sua própria cadeia em 2026. A reforma não perdoa margens apertadas; quem não tem gestão cirúrgica do crédito tributário vai repassar preço, perder mercado e culpar a economia”,&nbsp;conclui Keila.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Girls math à brasileira: mulheres protagonizam gestão financeira dos lares brasileiros, aponta estudo</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/girls-math-a-brasileira-mulheres-protagonizam-gestao-financeira-dos-lares-brasileiros-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:33:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As mulheres dominam ou contribuem significativamente para a gestão financeira das famílias brasileiras, aponta estudo do Serasa em parceria com a Opinion Box. O levantamento revela que 93% das mulheres têm participação nas finanças da casa, e 33% são as principais responsáveis pelo provimento. “Esse empoderamento financeiro das mulheres é uma peça fundamental de autonomia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As mulheres dominam ou contribuem significativamente para a gestão financeira das famílias brasileiras, aponta estudo do Serasa em parceria com a Opinion Box. O levantamento revela que 93% das mulheres têm participação nas finanças da casa, e 33% são as principais responsáveis pelo provimento.</p>



<p>“Esse empoderamento financeiro das mulheres é uma peça fundamental de autonomia em suas vidas. Elas tendem a buscar mais orientações e ferramentas para gerenciar suas finanças de forma eficaz, promovendo a igualdade de gênero e fortalecendo a economia”, aponta Ana Paula Oliveira, especialista da Simplic, fintech de crédito pessoal online.</p>



<p>A pesquisa ainda aponta que&nbsp;31% das mulheres têm o endividamento como principal dificuldade financeira e, na tentativa de garantir a saúde financeira, oito a cada dez respondentes já precisaram recorrer a uma modalidade de crédito extra pelo menos uma vez.</p>



<p>“As mulheres ainda enfrentam desafios únicos no campo financeiro. Diferenças salariais, lacunas de investimento e estagnação monetária continuam a ser obstáculos que limitam seu potencial econômico e podem fazer com que elas recorram ao empréstimo, por exemplo”, complementa Ana.</p>



<p>Mas, apesar de as dificuldades financeiras também existirem no universo feminino, elas se mostram atentas às informações sobre como lidar com o dinheiro. Ainda segundo a pesquisa, 50% planejam conseguir pagar as contas atrasadas e 38% pretendem fazer um planejamento familiar. “Elas estão cientes que independência, mais qualidade de vida e segurança no lar se alcançam com estratégia e organização”, continua Ana.</p>



<p>Confira, a seguir, dicas que muitas mulheres já colocam em prática em seus núcleos familiares, mas que valem para todos:</p>



<p><strong>Anote seus gastos</strong></p>



<p>A ação de anotar, seja em uma planilha de gastos, um aplicativo de finanças ou um caderno, cria o hábito saudável do registro, essencial para ter controle.</p>



<p>“Anote as suas despesas, desde as recorrentes, como água e luz, até os pedidos esporádicos de delivery. Assim, é possível enxergar o tamanho real dos custos e ter mais clareza da situação financeira atual. A partir dessas anotações, você consegue analisar onde e como o dinheiro está sendo gasto, se existe desperdício e como contornar isso”, comenta Ana Paula.</p>



<p><strong>Faça uma reserva financeira</strong></p>



<p>Guardar dinheiro vai além de simplesmente acumular recursos; a reserva financeira cria uma rede de segurança em momentos de imprevistos, como despesas médicas inesperadas, reparos emergenciais ou perda de emprego. Além disso, ela proporciona a liberdade de perseguir metas mais amplas, como aquisição de bens duráveis, investimentos e planejamento para a aposentadoria.</p>



<p><strong>Estude sobre educação financeira</strong></p>



<p>Iniciativas educacionais, como workshops, cursos online e materiais educativos que abordam finanças pessoais são ótimos recursos. Eventos com especialistas e mentores também são uma estratégia para inspirar e orientar as mulheres em sua jornada financeira.</p>



<p>&#8220;Ficar atualizado sobre as mais recentes notícias sobre organização financeira, incluindo estratégias de poupança, o uso consciente do cartão de crédito e a identificação do momento ideal para solicitar empréstimos ou realizar investimentos, são ações que impactam positivamente ao longo do tempo&#8221;, orienta a executiva.</p>



<p><strong>Converse sobre o assunto</strong></p>



<p>É importante criar um ambiente onde as mulheres se sintam à vontade para discutir questões financeiras. Encorajar a troca de experiências, dúvidas e sucessos contribui para a construção de toda uma comunidade de apoio. A normalização da conversa sobre dinheiro reduz o estigma associado às finanças e fortalece a ideia de que todos, independentemente do gênero, merecem aprender a prosperar.</p>
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		<title>Reforma tributária muda o jogo para empresas e ainda é subestimada por parte do mercado</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-muda-o-jogo-para-empresas-e-ainda-e-subestimada-por-parte-do-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 18:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O avanço da regulamentação da reforma tributária levou o tema ao centro da agenda econômica, mas a resposta das empresas ainda é desigual. Embora a mudança no sistema de tributação do consumo esteja em curso, parte do mercado segue tratando a reforma como um assunto distante. Na prática, o novo desenho já começa a afetar [&#8230;]</p>
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<p>O avanço da regulamentação da reforma tributária levou o tema ao centro da agenda econômica, mas a resposta das empresas ainda é desigual. Embora a mudança no sistema de tributação do consumo esteja em curso, parte do mercado segue tratando a reforma como um assunto distante. Na prática, o novo desenho já começa a afetar decisões de operação, precificação, contratos e gestão de caixa, mesmo antes da implementação total.</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/jhonnymartins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jhonny Martins</a>, contador e advogado, vice-presidente do <a href="https://souserac.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SERAC</a>, referência nacional em contabilidade, educação e gestão corporativa,&nbsp; avalia que esse distanciamento revela um erro de leitura estratégica. Levantamentos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Fundação Getulio Vargas (FGV) indicam que a maioria das empresas brasileiras ainda não iniciou uma revisão estruturada de seus modelos de negócio diante da reforma. “Ela não é um evento pontual. Já começa a impactar decisões, especialmente em contratos e na formação de preços”, afirma.</p>



<p><strong>Muito além da carga tributária</strong></p>



<p>O debate público costuma se concentrar na substituição de tributos e nas novas alíquotas do IBS e da CBS, mas o alcance da reforma vai além da arrecadação. A ampliação da não cumulatividade e a mudança na lógica de créditos tendem a alterar a estrutura de custos de diversos setores, com efeitos distintos ao longo da cadeia produtiva.</p>



<p>Estudos técnicos da Receita Federal e da FGV apontam que comércio e serviços devem sentir impactos mais imediatos, enquanto a indústria enfrenta uma transição mais longa e complexa. “O empresário que continua precificando apenas com base no modelo atual corre o risco de perder margem ou competitividade nos próximos anos”, avalia.&nbsp;</p>



<p><strong>Contratos e caixa sob pressão</strong></p>



<p>Outro ponto sensível está nos contratos firmados hoje com vigência futura. Cláusulas de reajuste, repasse de tributos e definição de responsabilidades fiscais passam a exigir revisão cuidadosa. Setores com contratos de longo prazo, como construção, franquias e prestação de serviços recorrentes, estão entre os mais expostos.</p>



<p>O impacto sobre o fluxo de caixa também tende a ser subestimado. “A nova lógica de crédito altera o timing financeiro. Algumas empresas podem até reduzir a carga no papel, mas enfrentar descompasso de caixa se não reorganizarem processos e capital de giro”, diz.</p>



<p><strong>Antecipação como diferencial competitivo</strong></p>



<p>Relatórios recentes da FGV indicam que empresas que já iniciaram adaptações internas, como revisão de contratos, processos e sistemas, tendem a reduzir riscos e ganhar previsibilidade durante o período de transição. Ainda assim, a postura predominante no mercado é de espera, na expectativa de que a regulamentação esteja totalmente concluída.</p>



<p>Na avaliação do executivo, essa estratégia defensiva pode custar caro. “A reforma não vai esperar a empresa estar pronta. Quem se antecipa consegue negociar melhor, ajustar preços com mais clareza e evitar rupturas operacionais”, destaca.&nbsp;</p>



<p>Com a implementação gradual prevista para os próximos anos, especialistas apontam que 2025 e 2026 serão decisivos para a preparação das empresas. Mais do que compreender a legislação, o desafio será traduzir a reforma em decisões práticas, antes que seus efeitos se tornem irreversíveis.</p>
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		<title>Bem-estar e impacto social como pilares de eventos corporativos em 2026</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/bem-estar-e-impacto-social-como-pilares-de-eventos-corporativos-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 18:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muitos anos, eventos corporativos foram planejados com foco quase exclusivo em objetivos comerciais. Lançamentos de produtos, convenções, congressos e encontros internos serviam principalmente para apresentar números, alinhar discursos e reforçar metas. A experiência das pessoas, embora mencionada, raramente era prioridade real. Esse cenário mudou de forma consistente nos últimos anos e, em 2026, essa [&#8230;]</p>
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<p id="viewer-6a67v1791">Durante muitos anos, eventos corporativos foram planejados com foco quase exclusivo em objetivos comerciais. Lançamentos de produtos, convenções, congressos e encontros internos serviam principalmente para apresentar números, alinhar discursos e reforçar metas. A experiência das pessoas, embora mencionada, raramente era prioridade real.</p>



<p id="viewer-864x0118">Esse cenário mudou de forma consistente nos últimos anos e, em 2026, essa mudança já está consolidada. Bem-estar e impacto social deixaram de ser elementos acessórios e passaram a ocupar o centro das decisões estratégicas. Hoje, eles influenciam desde o formato do evento até o conteúdo, a duração, a escolha do local e dos parceiros envolvidos.</p>



<p id="viewer-xhh21120">Mais do que uma tendência, trata-se de uma resposta direta às transformações no mundo do trabalho, no comportamento das pessoas e na forma como marcas e empresas são avaliadas pela sociedade.</p>



<h3 id="viewer-teagj122"><strong>Eventos corporativos como reflexo da cultura da empresa</strong></h3>



<p id="viewer-3fwk3124">Um <a target="_blank" href="https://lets.events/" rel="noreferrer noopener"><u>evento</u></a>&nbsp;sempre comunica algo, mesmo quando isso não é intencional. Ele revela como a empresa se relaciona com o tempo das pessoas, como lida com diversidade, como entende responsabilidade social e até como enxerga seus próprios colaboradores.</p>



<p id="viewer-ufd0k128">Em um contexto de trabalho híbrido, excesso de reuniões online e maior consciência sobre saúde mental, reunir pessoas presencialmente se tornou algo valioso. Justamente por isso, encontros longos, cansativos e excessivamente formais passaram a gerar rejeição em vez de engajamento.</p>



<p id="viewer-7swsi130">Em 2026, eventos corporativos são avaliados pela qualidade da experiência que oferecem. Não basta entregar conteúdo. É preciso criar um ambiente em que as pessoas consigam estar presentes de verdade, sem sensação de exaustão ou sobrecarga.</p>



<h3 id="viewer-kfsva132"><strong>Bem-estar como estrutura, não como detalhe</strong></h3>



<p id="viewer-kl694134">O conceito de bem-estar em eventos amadureceu. Ele deixou de se limitar a ações pontuais, como oferecer opções de alimentação saudável ou incluir uma atividade de relaxamento no cronograma.</p>



<p id="viewer-5ftrv136">Hoje, bem-estar é uma decisão estrutural. Está presente na forma como a agenda é desenhada, no respeito às pausas, na escolha de espaços confortáveis e acessíveis, na preocupação com iluminação, acústica e circulação. Também aparece na maneira como o conteúdo é organizado, com menos excesso de informação e mais espaço para reflexão e troca.</p>



<p id="viewer-jgxo1138">Há uma compreensão mais clara de que eventos não precisam ser intensos para serem impactantes. Pelo contrário. Programações mais equilibradas, com momentos de conversa, silêncio e descanso, tendem a gerar maior conexão e engajamento.</p>



<p id="viewer-je92e140">Além do aspecto físico, há uma atenção crescente ao bem-estar mental e emocional. Linguagens menos rígidas, conteúdos mais humanos e reconhecimento dos desafios reais do dia a dia de trabalho ajudam a criar um ambiente mais seguro e acolhedor. Em 2026, isso não é visto como fragilidade, mas como maturidade organizacional.</p>



<h3 id="viewer-xgtp6142"><strong>A saúde mental entra definitivamente na pauta</strong></h3>



<p id="viewer-7bwh5144">A saúde mental deixou de ser um assunto restrito a campanhas internas ou ações isoladas de recursos humanos. Ela passou a influenciar diretamente a forma como eventos corporativos são pensados.</p>



<p id="viewer-gcmfx146">Não faz mais sentido promover encontros grandiosos que exigem jornadas excessivas, agendas engessadas e participação obrigatória em todas as atividades. Esse modelo, além de desgastante, se mostra ineficaz.</p>



<p id="viewer-49r1w148">Eventos mais alinhados com 2026 oferecem escolhas. Permitem que as pessoas participem do que faz sentido para elas, respeitam limites e reconhecem que cada participante chega com diferentes níveis de energia, expectativas e necessidades.</p>



<p id="viewer-7zuho150">O resultado costuma ser simples e direto: pessoas mais engajadas, mais abertas ao diálogo e mais dispostas a contribuir.</p>



<h3 id="viewer-1t8gw152"><strong>Impacto social além do discurso</strong></h3>



<p id="viewer-qs99g154">Se o bem-estar cuida de quem está dentro do evento, o impacto social amplia o olhar para fora. E aqui também houve uma mudança importante de mentalidade.</p>



<p id="viewer-7orql156">Durante muito tempo, ações sociais em eventos corporativos foram tratadas como apêndices simbólicos. Doações pontuais ou ativações desconectadas do propósito da empresa já não geram o efeito esperado. Em <a target="_blank" href="https://lets.events/blog/tendencias-setor-de-eventos-2026/" rel="noreferrer noopener"><u>2026</u></a>, o público percebe rapidamente quando uma iniciativa existe apenas para gerar boa imagem.</p>



<p id="viewer-r836a160">Impacto social relevante exige coerência. Ele nasce da conexão entre o evento, os valores da empresa e as necessidades reais da sociedade. Mais do que arrecadar recursos, eventos passaram a ser usados como espaços de mobilização, conscientização e engajamento contínuo.</p>



<p id="viewer-s5x2p162">Quando bem estruturadas, essas ações envolvem os participantes de forma ativa, criam vínculos com causas legítimas e deixam efeitos que vão além do encerramento do evento.</p>



<h3 id="viewer-thms1164"><strong>Sustentabilidade como expectativa básica</strong></h3>



<p id="viewer-xlxak166">Dentro do debate sobre impacto social, a sustentabilidade ocupa um lugar central. Em 2026, práticas sustentáveis deixaram de ser um diferencial competitivo e se tornaram uma expectativa básica.</p>



<p id="viewer-0nggi168">A forma como um evento lida com resíduos, materiais, fornecedores e logística é observada com atenção. O público percebe se há preocupação real com redução de desperdício, reaproveitamento de estruturas e apoio a fornecedores locais.</p>



<p id="viewer-00pw4170">Mais do que comunicar essas práticas em painéis ou materiais institucionais, espera-se coerência entre discurso e execução. A sustentabilidade deixou de ser um tema de palco e passou a ser um compromisso de bastidor.</p>



<h3 id="viewer-ga16u172"><strong>Eventos como espaços de escuta</strong></h3>



<p id="viewer-uh6eg174">Outra transformação importante é o papel dos eventos como espaços de diálogo. As pessoas já não querem apenas assistir. Elas querem participar, trocar experiências e ser ouvidas.</p>



<p id="viewer-lhpy7176">Eventos que se destacam em 2026 são aqueles que criam oportunidades reais de escuta, acolhem diferentes pontos de vista e não tentam controlar todas as narrativas. Esse tipo de ambiente fortalece confiança e gera conexões mais autênticas entre marcas, colaboradores e parceiros.</p>



<p id="viewer-4jcrt178">A escuta, nesse contexto, não é apenas simbólica. Ela influencia decisões futuras, ajustes de estratégia e a forma como a empresa se posiciona no mundo.</p>



<h3 id="viewer-zo1ca180"><strong>O impacto interno dos eventos</strong></h3>



<p id="viewer-zpclm182">Quando se fala em impacto social, é comum olhar apenas para fora. Mas eventos corporativos também geram efeitos profundos dentro das organizações.</p>



<p id="viewer-9v5yb184">Eles influenciam o clima interno, o sentimento de pertencimento, o orgulho de fazer parte e até a retenção de talentos. Um evento que respeita o tempo e o bem-estar das pessoas comunica, na prática, que elas são valorizadas.</p>



<p id="viewer-7yj4r186">Em 2026, empresas mais atentas entendem que cada evento é uma oportunidade de reforçar cultura, não apenas mensagens.</p>



<p id="viewer-twhxx188">Eventos corporativos deixaram de ser apenas encontros estratégicos. Eles se tornaram experiências que revelam valores, constroem relações e deixam marcas duradouras.</p>



<p id="viewer-pumkw190">Bem-estar e impacto social não são modismos. São respostas a um mundo mais consciente, mais exigente e mais humano. Empresas que compreendem isso criam eventos que fazem sentido para as pessoas e para a sociedade. As que ignoram, perdem relevância.</p>



<p id="viewer-qkoqp192">A pergunta que orienta o planejamento já não é como impressionar, mas como cuidar, contribuir e conectar de forma verdadeira.&nbsp;</p>
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		<title>Como suas resoluções financeiras podem virar o jogo em 2026</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/como-suas-resolucoes-financeiras-podem-virar-o-jogo-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 17:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de aproveitar as festividades de dezembro, muitas famílias aproveitam o período para criar resoluções para o ano que está por vir – inclusive seus hábitos financeiros. Para evitar que promessas genéricas impeçam as mudanças, é preciso estabelecer metas claras, mensuráveis e alinhadas ao orçamento real. A avaliação é de Danielle Melissa Buzzi, gerente de [&#8230;]</p>
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<p>Além de aproveitar as festividades de dezembro, muitas famílias aproveitam o período para criar resoluções para o ano que está por vir – inclusive seus hábitos financeiros. Para evitar que promessas genéricas impeçam as mudanças, é preciso estabelecer metas claras, mensuráveis e alinhadas ao orçamento real.</p>



<p>A avaliação é de Danielle Melissa Buzzi, gerente de Produtos e Negócios do Sistema Ailos, que observa um avanço consistente no interesse dos cooperados por organização e educação financeira. Para ela, movimentos simples como separar uma parte da renda no começo do mês e planejar compras tendem a ganhar força porque ajudam a construir segurança de forma gradual.</p>



<p>O ambiente econômico reforça essa tendência. Inflação, juros e emprego seguem determinando o fôlego financeiro dos brasileiros, influenciando desde a capacidade de poupança até a tomada de crédito. O primeiro passo para tomar as rédeas das finanças de casa, segundo Danielle, é sempre o diagnóstico. “Anotar todas as entradas e saídas mostra para onde o dinheiro está indo e abre espaço para ajustes.”</p>



<p>A busca por metas mais tangíveis também aparece entre os que já iniciaram o processo de educação financeira. Danielle afirma que resoluções vagas, como “economizar mais”, tendem a fracassar porque não orientam ações concretas. A mudança ocorre quando o consumidor define quanto quer guardar, em quanto tempo e por qual meio. Exemplos como reduzir um gasto recorrente e transferir o valor para uma aplicação simples criam disciplina e permitem acompanhar a evolução mês a mês.</p>



<p>O tratamento das dívidas também deve ganhar espaço nas resoluções de 2026. Ao listar todos os compromissos financeiros, o consumidor visualiza o peso dos juros e consegue priorizar o que mais pressiona o orçamento. Só depois dessa análise faz sentido avaliar renegociações ou novas linhas de crédito. Danielle alerta que é preciso atenção às condições: taxa total, prazo e custo efetivo final, especialmente em propostas que se apresentam como soluções rápidas.</p>



<p>Para quem nunca investiu, a tendência é iniciar pelo básico. “Quem está começando deve buscar alternativas seguras e acessíveis, como aplicações em renda fixa, que unem proteção e rentabilidade. Esse tipo de investimento ajuda a criar o hábito de poupar e dá segurança para iniciar a jornada financeira sem medo”, diz Danielle.</p>



<p>Em meio a um ambiente econômico ainda desafiador, o comprometimento com metas realistas e apoio profissional pode contribuir para que cada vez mais famílias vejam resultados concretos em sua saúde financeira em 2026.</p>



<p>“De maneira objetiva, gaste sempre menos do que ganha e invista a diferença com constância, seja a quantia que for. Além disso, busque sempre ampliar seu conhecimento em educação financeira e procure orientação com especialistas. Essa combinação de disciplina, aprendizado e apoio profissional aumenta muito as chances de alcançar segurança e prosperidade ao longo do ano”, orienta Danielle.</p>
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		<title>Split Payment: Como será o novo sistema de recolher impostos?</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/split-payment-como-sera-o-novo-sistema-de-recolher-impostos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 12:16:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de 2027, o chamado&#160;split payment&#160;— novo sistema de arrecadação previsto na Reforma Tributária — vai alterar a forma como as empresas recolhem impostos. O valor do tributo&#160;será retido no momento em que a venda é paga, antes de o dinheiro chegar ao caixa da companhia. O modelo promete mais transparência e menor sonegação, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir de 2027, o chamado<strong>&nbsp;split payment</strong>&nbsp;— novo sistema de arrecadação previsto na Reforma Tributária — vai alterar a forma como as empresas recolhem impostos. O valor do tributo&nbsp;<strong>será retido no momento em que a venda é paga</strong>, antes de o dinheiro chegar ao caixa da companhia. O modelo promete mais transparência e menor sonegação, mas traz o risco de reduzir o capital de giro das empresas e afetar o planejamento financeiro. Segundo estimativas da Febraban, o capital de giro das empresas pode ser reduzido em até 15%.</p>



<p>Na prática, quando uma venda for paga, o valor correspondente aos impostos será automaticamente separado e enviado ao governo, antes mesmo de o dinheiro entrar no caixa da empresa. O modelo inverte o processo atual — em que a companhia recebe o valor integral da venda e faz o recolhimento posteriormente.</p>



<p>“O split payment significa que as empresas deixam de contar com o valor total das vendas para compor seu fluxo de caixa e precisam se preparar para operar com menos liquidez desde o início”, explica&nbsp;<strong>Marcos Tadeu Jr., CEO da Invent Software</strong>. Ele alerta que&nbsp;<strong>setores com margens apertadas, como comércio e construção civil, devem sentir mais o impacto</strong>.</p>



<p>O novo modelo vale para o&nbsp;<strong>Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)</strong>&nbsp;e para a&nbsp;<strong>Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)</strong>&nbsp;— que substituirão ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins.</p>



<p>A implantação será gradual. Em 2026, empresas participarão de um&nbsp;<strong>projeto-piloto</strong>&nbsp;com alíquotas simbólicas de IBS e CBS. Já em 2027, o modelo poderá ser adotado&nbsp;<strong>de forma facultativa</strong>&nbsp;em transações entre empresas (B2B), com previsão de expansão futura para o varejo e vendas ao consumidor final.</p>



<p>Além da adaptação nos softwares, há incertezas operacionais: ainda não está definido como serão feitos os estornos em caso de retenção indevida e quem será o responsável pelo tributo em vendas parceladas. “O split payment aproxima o Brasil de práticas adotadas em países que utilizam o IVA e pode contribuir para um ambiente de negócios mais transparente. O sucesso dependerá da capacidade das empresas de se preparar para um modelo que antecipa a saída do dinheiro e exige mais disciplina financeira”, conclui Marcos Tadeu Jr.</p>
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		<title>Endividamento recorde nas empresas acende alerta: como a gestão financeira pode ser a chave para sair da inadimplência</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/endividamento-recorde-nas-empresas-acende-alerta-como-a-gestao-financeira-pode-ser-a-chave-para-sair-da-inadimplencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 12:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4417</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ano de 2025 tem sido desafiador para o empresariado brasileiro. O país ultrapassou a marca de 7,2 milhões de empresas inadimplentes, o que representa 31% dos negócios ativos no Brasil, de acordo com levantamento recente da Serasa Experian. O volume total das dívidas chega a R$ 169,8 bilhões, segundo o mesmo relatório.&#160; Paralelamente, dados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ano de 2025 tem sido desafiador para o empresariado brasileiro. O país ultrapassou a marca de 7,2 milhões de empresas inadimplentes, o que representa 31% dos negócios ativos no Brasil, de acordo com levantamento recente da Serasa Experian. O volume total das dívidas chega a R$ 169,8 bilhões, segundo o mesmo relatório.&nbsp;</p>



<p>Paralelamente, dados do Banco Central apontam que o crédito corporativo somou R$ 6,6 trilhões em abril deste ano, equivalente a 54,9% do PIB nacional, o maior patamar em cinco anos. O contraste entre a ampliação do crédito e o crescimento da inadimplência mostra que boa parte dos negócios brasileiros ainda recorre a empréstimos sem planejamento financeiro adequado.</p>



<p>De acordo com Reginaldo Stocco, CEO da vhsys, a adoção de ferramentas integradas de gestão financeira permite antecipar cenários de perigo e tomar decisões com base em dados reais, não em suposições, evitando riscos para o caixa. “O crédito não é o vilão, o problema é a falta de visibilidade sobre o fluxo de caixa. Quando o empresário não tem controle das contas a pagar e a receber, perde a capacidade de planejar, e o crédito que deveria ser ferramenta de crescimento acaba se tornando fonte de endividamento”, afirma.</p>



<p>O desafio se torna ainda maior entre micro e pequenas empresas, que representam mais de 95% dos CNPJs ativos no país, segundo o Sebrae. Muitos desses negócios operam com margens reduzidas e dependem de capital de giro para manter o funcionamento diário. Sem controle detalhado do caixa, acabam recorrendo a novas linhas de crédito para cobrir dívidas antigas, o que alimenta o ciclo de inadimplência.&nbsp;</p>



<p>Além disso, fatores como a manutenção de juros elevados, o aumento dos custos operacionais e a chegada da Reforma Tributária têm pressionado ainda mais o equilíbrio financeiro das empresas em 2025.</p>



<p>A saída passa pela gestão inteligente e pelo uso de tecnologia. Sistemas de gestão que integram vendas, estoque, financeiro e relatórios automáticos oferecem uma visão completa da operação, ajudando o empresário a identificar gargalos antes que se tornem dívidas.</p>



<p>Com a inadimplência em alta e o crédito cada vez mais caro, o momento é de reavaliação. A boa notícia é que a digitalização e o acesso a plataformas financeiras acessíveis têm ajudado empresários a ganhar fôlego e previsibilidade. “Gestão financeira é, hoje, a principal linha de defesa contra o endividamento. E quem entende isso não apenas sobrevive; também cresce de forma sustentável”, conclui o CEO.</p>
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