<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>GFCriativa</title>
	<atom:link href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/</link>
	<description>Educação Financeira e Gestão Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Thu, 30 Apr 2026 19:42:01 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.1.10</generator>
	<item>
		<title>Estudo alerta: febre das bets e juros altos atuam como &#8220;ralo digital&#8221; e destroem poupança dos brasileiros na velocidade do Pix</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/estudo-alerta-febre-das-bets-e-juros-altos-atuam-como-ralo-digital-e-destroem-poupanca-dos-brasileiros-na-velocidade-do-pix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:41:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4467</guid>

					<description><![CDATA[<p>Intitulado “O Ralo Digital”, o levantamento mostra como a combinação de juros elevados com a expansão das plataformas de apostas vem drenando liquidez do país em ritmo acelerado, potencializado pela instantaneidade do Pix. De acordo com a análise, o impacto desse movimento foi suficiente para neutralizar, quase por completo, a injeção de liquidez promovida pelo [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/estudo-alerta-febre-das-bets-e-juros-altos-atuam-como-ralo-digital-e-destroem-poupanca-dos-brasileiros-na-velocidade-do-pix/">Estudo alerta: febre das bets e juros altos atuam como &#8220;ralo digital&#8221; e destroem poupança dos brasileiros na velocidade do Pix</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Intitulado “O Ralo Digital”, o levantamento mostra como a combinação de juros elevados com a expansão das plataformas de apostas vem drenando liquidez do país em ritmo acelerado, potencializado pela instantaneidade do Pix.</p>



<p>De acordo com a análise, o impacto desse movimento foi suficiente para neutralizar, quase por completo, a injeção de liquidez promovida pelo Estado durante a pandemia de COVID-19, funcionando como um verdadeiro “antiestímulo” à economia real.</p>



<ul>
<li>Entre as principais conclusões do estudo, destacam-se:</li>



<li>Destruição ativa de patrimônio: mais do que reduzir o consumo, as famílias estão utilizando reservas financeiras, com saques em poupança e depósitos a prazo;</li>



<li>Desespero com “zero atrito”: a facilidade do Pix viabiliza transferências imediatas, seja para apostas ou para cobrir dívidas pressionadas pelos juros elevados;</li>



<li>Evasão de capital: os recursos destinados às plataformas de apostas não retornam à economia produtiva, permanecendo fora do sistema bancário tradicional ou sendo enviados ao exterior;</li>



<li>Efeito em cadeia nas empresas: a retração do consumo impacta diretamente o faturamento das companhias, que passam a enfrentar pressão adicional em um cenário de crédito mais caro.</li>
</ul>



<p>O estudo foi elaborado com base em 179 observações mensais, a partir de modelos econométricos aplicados a dados do Banco Central do Brasil, e identificou o início desse choque estrutural em janeiro de 2022.</p>



<p>Para Claudio Felisoni, presidente do IBEVAR e professor da FIA Business School, o fenômeno vai além de uma mudança pontual de comportamento financeiro: “As transferências para estas plataformas não constituem uma mera realocação de recursos. Trata-se, sim, de uma evasão estrutural permanente que asfixia o caixa do tecido empresarial e destrói o futuro financeiro das famílias brasileiras.”</p>



<p></p>



<p></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/estudo-alerta-febre-das-bets-e-juros-altos-atuam-como-ralo-digital-e-destroem-poupanca-dos-brasileiros-na-velocidade-do-pix/">Estudo alerta: febre das bets e juros altos atuam como &#8220;ralo digital&#8221; e destroem poupança dos brasileiros na velocidade do Pix</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>No Dia da Mentira, conheça os principais mitos sobre investimentos que ainda confundem brasileiros</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/no-dia-da-mentira-conheca-os-principais-mitos-sobre-investimentos-que-ainda-confundem-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:34:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4463</guid>

					<description><![CDATA[<p>Frases como “investir é só para quem tem muito dinheiro” ou “é possível enriquecer rapidamente” são, por diversas vezes,&#160;repetidas como verdades, embora não reflitam a realidade do mercado. Segundo a XP, essas&#160;percepções&#160;têm origem, em parte, no histórico econômico do país, marcado por períodos de instabilidade e inflação elevada.&#160; De acordo com Rachel de Sá,&#160;estrategista de&#160;investimentos [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/no-dia-da-mentira-conheca-os-principais-mitos-sobre-investimentos-que-ainda-confundem-brasileiros/">No Dia da Mentira, conheça os principais mitos sobre investimentos que ainda confundem brasileiros</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Frases como “investir é só para quem tem muito dinheiro” ou “é possível enriquecer rapidamente” são, por diversas vezes,&nbsp;repetidas como verdades, embora não reflitam a realidade do mercado. Segundo a XP, essas&nbsp;percepções&nbsp;têm origem, em parte, no histórico econômico do país, marcado por períodos de instabilidade e inflação elevada.&nbsp;</p>



<p>De acordo com Rachel de Sá,&nbsp;estrategista de&nbsp;investimentos da&nbsp;XP, desmistificar essas ideias é fundamental para ampliar o acesso aos investimentos e evitar decisões baseadas em expectativas irreais. A&nbsp;estrategista&nbsp;destaca que o mercado financeiro se tornou mais acessível nos últimos anos, permitindo que investidores iniciem com valores menores, o que ajuda a derrubar a&nbsp;crença&nbsp;de que investir é restrito a quem tem muito dinheiro.&nbsp;</p>



<p>Outro equívoco recorrente é a expectativa de retorno rápido. Rachel afirma que a construção de patrimônio ocorre de forma gradual e exige disciplina, consistência&nbsp;e visão de longo prazo, não&nbsp;a busca por&nbsp;ganhos imediatos.&nbsp;</p>



<p>A especialista ressalta&nbsp;ainda&nbsp;que não existem aplicações totalmente livres de risco e que compreender o próprio perfil é um passo essencial antes de investir. Segundo ela, decisões mais conscientes tendem a estar alinhadas aos objetivos e ao nível de tolerância ao risco de cada investidor.&nbsp;</p>



<p>Entre os mitos mais comuns estão a ideia de que a poupança é sempre a alternativa mais segura e a&nbsp;impressão de que investir funciona como um “tudo ou nada”. Na prática,&nbsp;a XP explica que, embora existam opções mais conservadoras, nenhuma aplicação está completamente isenta de risco, e perdas totais são menos frequentes&nbsp;a&nbsp;depender&nbsp;do tipo de investimento.&nbsp;</p>



<p>Há um mito&nbsp;de que a Bolsa de Valores é restrita a poucos investidores. Em outros casos, a necessidade de&nbsp;prever o mercado para investir também aparece como barreira. Nesse ponto, Rachel pondera que tentar acertar o melhor momento não costuma ser uma estratégia eficiente, sendo mais relevante&nbsp;respeitar seu perfil de investidor, desenhar objetivos claros e manter&nbsp;a&nbsp;consistência ao longo do tempo.&nbsp;</p>



<p>Outro ponto destacado é a ideia de que o dinheiro fica “preso” ao investir.&nbsp;Rachel de Sá aponta&nbsp;que&nbsp;há produtos com diferentes níveis de liquidez, incluindo opções que permitem resgates rápidos, dependendo do objetivo do investidor.&nbsp;</p>



<p>Para a XP, o&nbsp;avanço das plataformas digitais e a maior oferta de produtos contribuíram para ampliar o acesso ao mercado financeiro, permitindo que mais brasileiros invistam com informação e planejamento.&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/no-dia-da-mentira-conheca-os-principais-mitos-sobre-investimentos-que-ainda-confundem-brasileiros/">No Dia da Mentira, conheça os principais mitos sobre investimentos que ainda confundem brasileiros</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imposto de Renda exige planejamento ao longo do ano e passa a influenciar decisões financeiras antes da declaração</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/imposto-de-renda-exige-planejamento-ao-longo-do-ano-e-passa-a-influenciar-decisoes-financeiras-antes-da-declaracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 21:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4458</guid>

					<description><![CDATA[<p>A temporada de declaração do Imposto de Renda volta ao centro das atenções dos brasileiros em meio a um período de transição nas regras do tributo, que começa a influenciar o planejamento financeiro das famílias e empresas ao longo de 2026. Embora a declaração entregue neste ano ainda siga, em linhas gerais, o modelo anterior, [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/imposto-de-renda-exige-planejamento-ao-longo-do-ano-e-passa-a-influenciar-decisoes-financeiras-antes-da-declaracao/">&lt;strong&gt;Imposto de Renda exige planejamento ao longo do ano e passa a influenciar decisões financeiras antes da declaração&lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A temporada de declaração do Imposto de Renda volta ao centro das atenções dos brasileiros em meio a um período de transição nas regras do tributo, que começa a influenciar o planejamento financeiro das famílias e empresas ao longo de 2026. Embora a declaração entregue neste ano ainda siga, em linhas gerais, o modelo anterior, mudanças estruturais já aprovadas, como ajustes na faixa de isenção, na progressividade da tributação e na incidência sobre diferentes tipos de renda, passam a afetar o planejamento fiscal desde o recebimento dos rendimentos, ampliando o impacto do imposto sobre decisões relacionadas à renda, investimentos e organização patrimonial.</p>



<p>Em 2025, a Receita Federal recebeu mais de&nbsp;<a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMDhlYjBkNTgtMzk3Zi00NTEwLTE3ZmQtMDhkZTdkMTdlOGMxIiwicGVyc29uSWQiOiI5NmFiMzhiOC01MTg5LTQyMzgtYTc1NC0zYjg3N2QyMTFjMjgiLCJlbWFpbCI6InZpY3RvckBmaW5jYXRjaC5jb20uYnIiLCJ1cmwiOiJodHRwczovL3d3dy5nb3YuYnIvcmVjZWl0YWZlZGVyYWwvcHQtYnIvYXNzdW50b3Mvbm90aWNpYXMvMjAyNS9tYWlvL3JlY2VpdGEtZmVkZXJhbC1kaXZ1bGdhLWJhbGFuY28tZmluYWwtZG8taW1wb3N0by1kZS1yZW5kYS1kZS0yMDI1IiwiaXNTZWdtZW50YXRpb24iOiJUcnVlIiwibmJmIjoxNzczMzM4NTUwLCJleHAiOjE3NzU5MzA1NTAsImlhdCI6MTc3MzMzODU1MH0.pGALIpWz87FPGYYRo3qBWRBdeFhAH9HyHNUXMKyoOt4" target="_blank" rel="noreferrer noopener">43 milhões de declarações</a>, evidenciando o alcance do tributo no orçamento doméstico. Especialista alerta que o principal equívoco do contribuinte ainda é tratar o Imposto de Renda apenas como uma obrigação anual e não como um instrumento contínuo de gestão financeira.</p>



<p>Segundo Carlos Castro, planejador financeiro e CEO da SuperRico, plataforma especializada em saúde financeira, o debate atual exige atenção redobrada justamente por causa da confusão comum entre o momento em que a regra passa a valer e o momento em que ela aparece na declaração. “Todas as mudanças estruturais passam a valer sobre a renda recebida em 2026. Ou seja, do ponto de vista da declaração, elas só aparecem em 2027. A declaração entregue em 2026 ainda segue, em linhas gerais, as mesmas regras anteriores. Essa distinção é fundamental para o contribuinte não se confundir”, explica Castro.</p>



<p><strong><u>2026 é ano de transição; 2027 inaugura novo modelo</u></strong></p>



<p>Para a declaração que será entregue em 2026 (ano-base 2025), não há mudanças estruturais profundas. As alterações mais relevantes, como a ampliação da faixa de isenção até R$ 5 mil mensais, ajustes na progressividade entre R$ 5 mil e R$ 7.350, a possível tributação de dividendos para rendas acima de R$ 50 mil por mês e a criação de mecanismos de imposto mínimo para rendas superiores a R$ 600 mil anuais, passam a valer apenas para o ano-calendário 2026, refletindo na declaração de 2027. Na prática, isso significa que 2026 funciona como um período de transição, enquanto 2027 será o primeiro ano sob o novo modelo estrutural.</p>



<p>De acordo com o especialista, o impacto no bolso não acontece na hora de preencher o programa da Receita, mas quando a renda é recebida. “O impacto financeiro real começa no fluxo de renda de 2026. O orçamento das famílias só sentirá as novas regras ao longo do ano, e o acerto acontecerá na declaração do ano seguinte. A declaração é apenas o retrato do que já aconteceu”, afirma.</p>



<p>Na declaração de 2026, trabalhadores CLT, autônomos, investidores e aposentados seguem as regras já conhecidas. A partir de 2027, porém, o cenário muda conforme o perfil do contribuinte. Trabalhadores de renda média tendem a ser beneficiados com a ampliação da faixa de isenção, enquanto investidores podem sentir os efeitos da tributação de dividendos. Já contribuintes de alta renda estarão sujeitos a mecanismos de progressividade ampliada e à possibilidade de incidência de imposto mínimo.</p>



<p>Para Castro, o risco não está apenas em pagar mais imposto, mas em não se preparar com antecedência. “O maior erro é esperar a declaração para pensar em imposto. O planejamento tributário começa no dia 1º de janeiro. Quem não ajusta retenções e estratégias de investimentos pode ser surpreendido depois”, alerta.</p>



<p><strong><u>Impacto direto no orçamento mensal</u></strong></p>



<p>O Imposto de Renda influencia diversas decisões financeiras do dia a dia, incluindo a retenção na fonte, a definição do pró-labore, a distribuição de dividendos, os regimes de contratação como CLT ou PJ e até a estratégia de investimentos adotada pelo contribuinte. Com as novas regras, podem ocorrer mudanças relevantes no fluxo de caixa mensal das famílias, na renda líquida disponível e também na estrutura societária de pequenos empresários.</p>



<p>Além disso, alterações estruturais aumentam o risco de erros na declaração, principalmente devido à confusão entre ano-base e ano de entrega e às mudanças na composição dos rendimentos, especialmente no caso dos dividendos, que terão impacto direto nas declarações futuras. Quanto maior a complexidade das regras, maior a possibilidade de inconsistência patrimonial, principal fator que leva contribuintes à malha fina.</p>



<p>Para o CEO da SuperRico, o Imposto de Renda deveria ser encarado como um verdadeiro balanço patrimonial anual, e não apenas como uma obrigação burocrática. “A declaração é, antes de tudo, um raio-x da vida financeira. Ela mostra ativos, passivos, evolução patrimonial e coerência entre renda e crescimento do patrimônio. A Receita Federal analisa exatamente essa coerência, o Imposto de Renda é o maior instrumento gratuito de planejamento patrimonial que o brasileiro recebe todos os anos”, afirma.</p>



<p>A declaração permite visualizar de forma estruturada todos os ativos do contribuinte, como imóveis, investimentos, participações societárias e veículos. Além dos passivos, incluindo financiamentos e dívidas, também evidencia a variação do patrimônio líquido ao longo do tempo e a coerência entre renda declarada e evolução patrimonial.</p>



<p>Segundo Castro, quem utiliza o IR apenas para “entregar no prazo” perde a oportunidade de medir o crescimento patrimonial, planejar sucessão, otimizar a carga tributária e avaliar se o aumento de renda está, de fato, se transformando em patrimônio. “Muita gente aumenta renda, mas não aumenta patrimônio, a renda vai toda para consumo. Esse diagnóstico é essencial para decisões estratégicas.”</p>



<p>Diante das mudanças previstas e dos impactos diretos no orçamento, o contribuinte precisa enxergar o Imposto de Renda como uma ferramenta de organização financeira. Mais do que uma obrigação anual, a declaração pode ajudar a acompanhar a evolução do patrimônio, planejar decisões financeiras e evitar custos tributários desnecessários ao longo do tempo.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/imposto-de-renda-exige-planejamento-ao-longo-do-ano-e-passa-a-influenciar-decisoes-financeiras-antes-da-declaracao/">&lt;strong&gt;Imposto de Renda exige planejamento ao longo do ano e passa a influenciar decisões financeiras antes da declaração&lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma tributária exige revisão imediata de preços e contratos para evitar perda de margem</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-exige-revisao-imediata-de-precos-e-contratos-para-evitar-perda-de-margem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 19:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4455</guid>

					<description><![CDATA[<p>A&#160;Valestrá, assessoria empresarial integrada, alerta que a Reforma Tributária já começa a produzir efeitos práticos nas empresas. Às vésperas do Dia do Consumidor, o risco para quem ainda trata o tema como distante é chegar aos próximos ciclos de venda com custos mal calculados, contratos engessados e perda de competitividade no preço final.&#160; Embora grande [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-exige-revisao-imediata-de-precos-e-contratos-para-evitar-perda-de-margem/">Reforma tributária exige revisão imediata de preços e contratos para evitar perda de margem</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A&nbsp;Valestrá, assessoria empresarial integrada, alerta que a Reforma Tributária já começa a produzir efeitos práticos nas empresas. Às vésperas do Dia do Consumidor, o risco para quem ainda trata o tema como distante é chegar aos próximos ciclos de venda com custos mal calculados, contratos engessados e perda de competitividade no preço final.&nbsp;</p>



<p>Embora grande parte do debate público ainda esteja concentrado&nbsp;no que pode mudar mais à frente, os primeiros reflexos operacionais já começaram a ser sentidos em 2026. Na prática, o tema deixou de ser apenas uma discussão legislativa e passou a exigir&nbsp;ação concreta das empresas, especialmente em planejamento tributário, revisão contratual, precificação e previsibilidade de caixa.&nbsp;</p>



<p>Além disso, estimativas indicam que a carga tributária do novo modelo de tributação do consumo poderá alcançar patamares próximos de 28%, o que tende a pressionar margens e exigir maior precisão na formação de preços e na estrutura de custos das empresas.&nbsp;</p>



<p>Para Keila&nbsp;Biazon, CEO da&nbsp;Valestrá, o principal erro, neste momento, é adiar o diagnóstico. “Muitas empresas ainda não têm clareza sobre o quanto pagam hoje em tributos municipais, estaduais e federais, como essa carga está distribuída e o quanto estão deixando de ganhar com uma gestão mais eficiente dos recursos. Sem essa fotografia, fica mais difícil prever impactos, renegociar contratos com fornecedores, precificar os próprios produtos e se preparar para o novo ambiente tributário”, afirma.&nbsp;</p>



<p><strong>Organização tributária é investimento, e não gasto</strong>&nbsp;</p>



<p>A falta de planejamento ultrapassa os bastidores do negócio e atinge em cheio o consumidor final. É o que chamamos de efeito cascata no nosso método de negócio: a ineficiência tributária no B2B (seja na indústria ou no atacado)&nbsp;que&nbsp;esmaga a margem da cadeia e resulta em um produto mais caro na gôndola. Proteger a retaguarda tributária das empresas é o que garante a competitividade de preço lá na frente.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Quando um negócio não se prepara e erra no cálculo de custos, deixando de aproveitar adequadamente os créditos tributários, perde margem. Parte desse impacto tende a ser absorvida em reajustes de preço — afetando diretamente o mercado e o bolso de quem compra. Por outro lado, organização tributária não deve ser tomada apenas como custo&nbsp;ou obrigação: ela também pode gerar ganho. O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) vem reiterando que cerca de 95% das empresas brasileiras pagam mais impostos do que deveriam, seja por erro de apuração ou pelo desconhecimento de benefícios fiscais. Empresas que se antecipam conseguem reduzir riscos, identificar oportunidades de economia, corrigir distorções, recuperar eficiência e tomar decisões com mais segurança — inclusive na capacidade de negociação e na formação de preços.&nbsp;</p>



<p>Nos&nbsp;setores com ciclos mais longos de venda, fornecimento ou prestação de serviços, o risco é ainda maior: contratos fechados agora podem carregar premissas antigas e se transformar em prejuízo no futuro. Ao mesmo tempo, empresas que se antecipam conseguem reduzir impactos, preservar margem, ganhar competitividade e até identificar oportunidades de redução de custos.&nbsp;Para isso, esses três passos são importantes&nbsp;para blindar a&nbsp;margem.&nbsp;</p>



<ol>
<li>Raio-X da Cadeia: Mapear quais fornecedores gerarão créditos plenos no novo sistema e quais encarecerão o custo do produto.&nbsp;</li>



<li>Revisão de Contratos Longos: Inserir cláusulas de reequilíbrio econômico-financeiro atreladas à transição do IBS/CBS.&nbsp;</li>



<li>Auditoria de Cadastro (NCM): Garantir que a classificação dos produtos esteja impecável para evitar o travamento de créditos e multas no novo modelo.&nbsp;</li>
</ol>



<p>“O empresário que não revisar as premissas de custo hoje,&nbsp;estará financiando&nbsp;a ineficiência da sua própria cadeia em 2026. A reforma não perdoa margens apertadas; quem não tem gestão cirúrgica do crédito tributário vai repassar preço, perder mercado e culpar a economia”,&nbsp;conclui Keila.&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-exige-revisao-imediata-de-precos-e-contratos-para-evitar-perda-de-margem/">Reforma tributária exige revisão imediata de preços e contratos para evitar perda de margem</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Girls math à brasileira: mulheres protagonizam gestão financeira dos lares brasileiros, aponta estudo</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/girls-math-a-brasileira-mulheres-protagonizam-gestao-financeira-dos-lares-brasileiros-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:33:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4451</guid>

					<description><![CDATA[<p>As mulheres dominam ou contribuem significativamente para a gestão financeira das famílias brasileiras, aponta estudo do Serasa em parceria com a Opinion Box. O levantamento revela que 93% das mulheres têm participação nas finanças da casa, e 33% são as principais responsáveis pelo provimento. “Esse empoderamento financeiro das mulheres é uma peça fundamental de autonomia [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/girls-math-a-brasileira-mulheres-protagonizam-gestao-financeira-dos-lares-brasileiros-aponta-estudo/">&lt;strong&gt;Girls math à brasileira: mulheres protagonizam gestão financeira dos lares brasileiros, aponta estudo&lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As mulheres dominam ou contribuem significativamente para a gestão financeira das famílias brasileiras, aponta estudo do Serasa em parceria com a Opinion Box. O levantamento revela que 93% das mulheres têm participação nas finanças da casa, e 33% são as principais responsáveis pelo provimento.</p>



<p>“Esse empoderamento financeiro das mulheres é uma peça fundamental de autonomia em suas vidas. Elas tendem a buscar mais orientações e ferramentas para gerenciar suas finanças de forma eficaz, promovendo a igualdade de gênero e fortalecendo a economia”, aponta Ana Paula Oliveira, especialista da Simplic, fintech de crédito pessoal online.</p>



<p>A pesquisa ainda aponta que&nbsp;31% das mulheres têm o endividamento como principal dificuldade financeira e, na tentativa de garantir a saúde financeira, oito a cada dez respondentes já precisaram recorrer a uma modalidade de crédito extra pelo menos uma vez.</p>



<p>“As mulheres ainda enfrentam desafios únicos no campo financeiro. Diferenças salariais, lacunas de investimento e estagnação monetária continuam a ser obstáculos que limitam seu potencial econômico e podem fazer com que elas recorram ao empréstimo, por exemplo”, complementa Ana.</p>



<p>Mas, apesar de as dificuldades financeiras também existirem no universo feminino, elas se mostram atentas às informações sobre como lidar com o dinheiro. Ainda segundo a pesquisa, 50% planejam conseguir pagar as contas atrasadas e 38% pretendem fazer um planejamento familiar. “Elas estão cientes que independência, mais qualidade de vida e segurança no lar se alcançam com estratégia e organização”, continua Ana.</p>



<p>Confira, a seguir, dicas que muitas mulheres já colocam em prática em seus núcleos familiares, mas que valem para todos:</p>



<p><strong>Anote seus gastos</strong></p>



<p>A ação de anotar, seja em uma planilha de gastos, um aplicativo de finanças ou um caderno, cria o hábito saudável do registro, essencial para ter controle.</p>



<p>“Anote as suas despesas, desde as recorrentes, como água e luz, até os pedidos esporádicos de delivery. Assim, é possível enxergar o tamanho real dos custos e ter mais clareza da situação financeira atual. A partir dessas anotações, você consegue analisar onde e como o dinheiro está sendo gasto, se existe desperdício e como contornar isso”, comenta Ana Paula.</p>



<p><strong>Faça uma reserva financeira</strong></p>



<p>Guardar dinheiro vai além de simplesmente acumular recursos; a reserva financeira cria uma rede de segurança em momentos de imprevistos, como despesas médicas inesperadas, reparos emergenciais ou perda de emprego. Além disso, ela proporciona a liberdade de perseguir metas mais amplas, como aquisição de bens duráveis, investimentos e planejamento para a aposentadoria.</p>



<p><strong>Estude sobre educação financeira</strong></p>



<p>Iniciativas educacionais, como workshops, cursos online e materiais educativos que abordam finanças pessoais são ótimos recursos. Eventos com especialistas e mentores também são uma estratégia para inspirar e orientar as mulheres em sua jornada financeira.</p>



<p>&#8220;Ficar atualizado sobre as mais recentes notícias sobre organização financeira, incluindo estratégias de poupança, o uso consciente do cartão de crédito e a identificação do momento ideal para solicitar empréstimos ou realizar investimentos, são ações que impactam positivamente ao longo do tempo&#8221;, orienta a executiva.</p>



<p><strong>Converse sobre o assunto</strong></p>



<p>É importante criar um ambiente onde as mulheres se sintam à vontade para discutir questões financeiras. Encorajar a troca de experiências, dúvidas e sucessos contribui para a construção de toda uma comunidade de apoio. A normalização da conversa sobre dinheiro reduz o estigma associado às finanças e fortalece a ideia de que todos, independentemente do gênero, merecem aprender a prosperar.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/girls-math-a-brasileira-mulheres-protagonizam-gestao-financeira-dos-lares-brasileiros-aponta-estudo/">&lt;strong&gt;Girls math à brasileira: mulheres protagonizam gestão financeira dos lares brasileiros, aponta estudo&lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresas que sonham grande miram reduzir até 40% dos custos com contratações; entenda o que está por trás dessa conta</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/empresas-que-sonham-grande-miram-reduzir-ate-40-dos-custos-com-contratacoes-entenda-o-que-esta-por-tras-dessa-conta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 16:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4448</guid>

					<description><![CDATA[<p>Contratar no Brasil custa caro, e não estamos falando apenas em questões de salários. Processos seletivos longos, desalinhamento entre vagas e perfis, alta rotatividade e retrabalho no RH fazem com que empresas acumulem perdas relevantes ao longo do ano.&#160; Não à toa,informações de mercado mostram que que organizações que têm metas agressivas de crescimento passaram [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/empresas-que-sonham-grande-miram-reduzir-ate-40-dos-custos-com-contratacoes-entenda-o-que-esta-por-tras-dessa-conta/">Empresas que sonham grande miram reduzir até 40% dos custos com contratações; entenda o que está por trás dessa conta</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Contratar no Brasil custa caro, e não estamos falando apenas em questões de salários. Processos seletivos longos, desalinhamento entre vagas e perfis, alta rotatividade e retrabalho no RH fazem com que empresas acumulem perdas relevantes ao longo do ano.&nbsp;</p>



<p>Não à toa,informações de mercado mostram que que organizações que têm metas agressivas de crescimento passaram a mirar um objetivo claro quando o assunto é departamento pessoal: reduzir em até 40% os custos envolvidos nas contratações.</p>



<p>O tema ganhou força à medida que áreas de gestão de pessoas passaram a ser cobradas não só por preencher vagas, mas por contratar melhor, mais rápido e com menos desperdício.&nbsp;</p>



<p>É nesse cenário que <a href="https://solides.com.br/">plataformas como a Sólides, especialista em gestão de Recursos Humanos</a>, ganham evidência no mercado para que a contratação deixe de ser uma etapa operacional e passe a integrar o planejamento estratégico das empresas.</p>



<p>A proposta é que se contrate melhor, mais rápido e com menos desperdício e ainda retenha talentos que podem contribuir para os objetivos da companhia futuramente.</p>



<h2>O que encarece os processos de contratação?</h2>



<p>Especialistas em RH apontam que o alto custo das contratações não está concentrado em um único fator, mas em uma combinação de falhas estruturais que se repetem em diferentes empresas:</p>



<ul>
<li>Falta de capacitação interna, que gera contratações equivocadas e turnover precoce;<br></li>



<li>Processos pouco estruturados, com etapas redundantes, prazos longos e baixa padronização;<br></li>



<li>Ausência de tecnologia adequada, dificultando triagem, análise de perfil e tomada de decisão;<br></li>



<li>Desalinhamento entre liderança e RH, que resulta em vagas mal definidas e expectativas irreais;<br></li>



<li>Retrabalho constante, desde reabertura de vagas até desligamentos em curto prazo.</li>
</ul>



<p>Na prática, cada erro de contratação gera um efeito cascata: custos com rescisão, novas seleções, perda de produtividade e impacto no clima organizacional.</p>



<h2>Tecnologia e estrutura como aliadas da eficiência</h2>



<p>É nesse ponto que soluções de RH passam a ser vistas não como custo, mas como investimento.&nbsp;</p>



<p>Empresas que estruturam melhor seus processos, utilizam dados para tomada de decisão e adotam ferramentas adequadas conseguem reduzir tempo de contratação, melhorar a qualidade das admissões e minimizar perdas financeiras.</p>



<p>Ao integrar recrutamento, gestão de pessoas e departamento pessoal, o RH ganha visão estratégica sobre o ciclo completo do colaborador, do ingresso à retenção. Esse movimento tem sido decisivo para empresas que buscam escalar operações sem multiplicar problemas.</p>



<p>A lógica por trás da meta de redução de até 40% nos custos com contratações é simples: menos erros significam menos gastos invisíveis. Quando o processo é bem estruturado, a empresa contrata menos vezes para a mesma vaga, reter talentos por mais tempo e evita gargalos operacionais.</p>



<p>Mais do que cortar despesas, trata-se de amadurecer a gestão de pessoas. Empresas que “sonham grande” entendem que crescer exige eficiência, e que o RH é peça central nesse movimento.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/empresas-que-sonham-grande-miram-reduzir-ate-40-dos-custos-com-contratacoes-entenda-o-que-esta-por-tras-dessa-conta/">Empresas que sonham grande miram reduzir até 40% dos custos com contratações; entenda o que está por trás dessa conta</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PMEs serão as mais impactadas pela reforma tributária e seguem entre as menos preparadas</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/pmes-serao-as-mais-impactadas-pela-reforma-tributaria-e-seguem-entre-as-menos-preparadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 17:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4444</guid>

					<description><![CDATA[<p>A reforma tributária em curso no Brasil deve alterar de forma significativa a apuração de impostos, a formação de preços e a organização financeira das empresas. Embora o debate se concentre nos grandes grupos, especialistas alertam que o impacto tende a ser maior sobre as pequenas e médias empresas, que ainda operam com baixo nível [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/pmes-serao-as-mais-impactadas-pela-reforma-tributaria-e-seguem-entre-as-menos-preparadas/">PMEs serão as mais impactadas pela reforma tributária e seguem entre as menos preparadas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A reforma tributária em curso no Brasil deve alterar de forma significativa a apuração de impostos, a formação de preços e a organização financeira das empresas. Embora o debate se concentre nos grandes grupos, especialistas alertam que o impacto tende a ser maior sobre as pequenas e médias empresas, que ainda operam com baixo nível de preparo estrutural.</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/jhonnymartins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jhonny Martins</a>, contador e advogado, vice-presidente do&nbsp;<a href="https://souserac.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SERAC</a>, hub de soluções corporativas especializado em contabilidade, gestão tributária, jurídico e tecnologia, avalia que a reforma tributária tende a afetar de forma mais dura as pequenas e médias empresas. Dados do Sebrae mostram que microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs representam entre 97% e 99% das empresas ativas no país, enquanto o IBGE aponta que concentram mais da metade dos empregos formais do setor privado. “A mudança expõe fragilidades estruturais que já estavam presentes na gestão das PMEs”, afirma.</p>



<p>Dados do Sebrae mostram que os pequenos negócios, categoria que inclui microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs, representam cerca de 97% a 99% das empresas ativas no país, a depender do critério adotado. Levantamentos do IBGE indicam que essas empresas concentram mais da metade dos empregos formais do setor privado, além de terem papel relevante na geração de novas vagas nos últimos anos.</p>



<p>Apesar desse peso econômico, a estrutura de gestão das PMEs ainda é marcada por informalidade, controles limitados e decisões tributárias reativas, tomadas apenas no momento do recolhimento dos impostos. Esse cenário ajuda a explicar por que a reforma chega como um fator de pressão adicional para empresas que já lidam com margens reduzidas, crédito restrito e alta volatilidade de custos.</p>



<p>Para Jhonny, o problema central não está na reforma em si, mas no nível de preparação das empresas. “A reforma tributária não cria a fragilidade das PMEs, ela apenas escancara uma realidade que já existe. Muitas empresas não sabem exatamente quanto pagam de imposto por produto, serviço ou contrato, e isso se torna crítico em um novo modelo”, observa.</p>



<p>A avaliação ganha relevância porque a proposta de simplificação do sistema prevê a substituição de tributos cumulativos por um modelo de IVA dual, com CBS e IBS, exigindo controle mais rigoroso de créditos, revisão de processos fiscais e integração entre áreas que tradicionalmente operam de forma isolada.&nbsp;</p>



<p>Para negócios que ainda dependem de planilhas manuais ou informações fragmentadas, o risco vai além de pagar mais imposto e envolve perda de previsibilidade financeira e competitividade.</p>



<p>Segundo ele, parte das empresas subestima o alcance da mudança. “Existe uma percepção equivocada de que quem está no Simples Nacional ou tem contratos de longo prazo estará protegido. A reforma afeta formação de preços, margens e renegociação contratual. Ignorar isso agora pode gerar problemas difíceis de corrigir depois”, diz.</p>



<p><strong>Planejamento tributário deixa de ser diferencial e vira condição básica</strong></p>



<p>Nesse novo ambiente fiscal, o planejamento tributário deixa de ser uma ferramenta pontual de economia e passa a ocupar um papel estrutural na estratégia do negócio. Não planejar, a partir de agora, equivale a assumir riscos diretos sobre o caixa e a continuidade da operação.</p>



<p>“O planejamento tributário não é mais um movimento oportunista para reduzir imposto. Ele passa a ser parte do desenho do negócio, da previsibilidade financeira e da sustentabilidade da empresa”, explica.</p>



<p>O desafio é que muitas PMEs ainda encaram a contabilidade como um serviço operacional, voltado apenas ao cumprimento de obrigações. Essa visão limita a capacidade de análise estratégica justamente em um momento em que a legislação exige leitura integrada de tributação, custos e modelo de negócio.</p>



<p><strong>O especialista aponta cinco pontos de atenção para as PMEs diante da reforma</strong></p>



<p>Antes de listar recomendações práticas, o especialista reforça que o objetivo não é alarmar o empresário, mas oferecer caminhos para reduzir riscos e ampliar a capacidade de adaptação.</p>



<ol>
<li><strong>Avaliar o impacto real da reforma no negócio</strong>: O primeiro passo é entender como a nova lógica tributária afeta produtos, serviços e contratos específicos. Sem essa análise, decisões de preço e negociação passam a ser feitas sem base técnica.</li>



<li><strong>Integrar áreas que hoje operam de forma isolada</strong>: Tributação não é um tema exclusivo da contabilidade. As áreas comercial, financeira e jurídica precisam atuar de forma coordenada para evitar distorções de margem e conflitos contratuais.</li>



<li><strong>Revisar preços e margens com antecedência</strong>: A mudança no modelo de impostos altera custos indiretos. Empresas que não recalcularem sua estrutura de preços correm o risco de manter faturamento e perder rentabilidade gradualmente.</li>



<li><strong>Avaliar com critério a contratação de assessoria especializada</strong>: Nem todas as empresas têm estrutura interna para lidar com a complexidade da transição. Buscar parceiros com visão integrada, e não apenas operacional, reduz riscos e retrabalho.</li>



<li><strong>Tratar planejamento como processo contínuo</strong>: A reforma não será um evento pontual. Ajustes e regulamentações ocorrerão ao longo dos próximos anos, exigindo revisões periódicas da estratégia tributária e financeira.</li>
</ol>



<p>Para Martins, o maior erro das PMEs é tratar a reforma como um tema distante ou restrito às grandes corporações. “Quem se antecipa ganha tempo, previsibilidade e margem de manobra. Quem ignora, reage sob pressão, geralmente quando o impacto já chegou ao caixa”, afirma.</p>



<p>Ao final, o executivo destaca que a reforma também cria oportunidades para empresas mais organizadas. “Negócios que estruturarem seus processos tendem a ganhar eficiência e segurança. A mudança é inevitável. O risco está em entrar nela despreparado”, conclui.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/pmes-serao-as-mais-impactadas-pela-reforma-tributaria-e-seguem-entre-as-menos-preparadas/">PMEs serão as mais impactadas pela reforma tributária e seguem entre as menos preparadas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Até que ponto o crédito fácil está empurrando o consumidor para o endividamento?</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/ate-que-ponto-o-credito-facil-esta-empurrando-o-consumidor-para-o-endividamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 17:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4441</guid>

					<description><![CDATA[<p>O consumo acelerado e o acesso facilitado ao crédito transformaram a relação dos brasileiros com o dinheiro. Estímulos constantes de campanhas publicitárias, redes sociais e ofertas digitais acabam empurrando o planejamento financeiro para segundo plano. Nesse cenário, decisões pouco estratégicas se tornam mais comuns, reforçando crenças distorcidas sobre dívidas e contribuindo para o avanço da [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/ate-que-ponto-o-credito-facil-esta-empurrando-o-consumidor-para-o-endividamento/">Até que ponto o crédito fácil está empurrando o consumidor para o endividamento?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O consumo acelerado e o acesso facilitado ao crédito transformaram a relação dos brasileiros com o dinheiro. Estímulos constantes de campanhas publicitárias, redes sociais e ofertas digitais acabam empurrando o planejamento financeiro para segundo plano. Nesse cenário, decisões pouco estratégicas se tornam mais comuns, reforçando crenças distorcidas sobre dívidas e contribuindo para o avanço da inadimplência. Até que ponto essa exposição permanente está incentivando escolhas impulsivas e, em muitos casos, levando ao endividamento?</p>



<p>O Brasil inicia 2026 sob forte pressão sobre o orçamento das famílias, marcada pelo encarecimento do crédito, pelo acúmulo de despesas recorrentes e pela persistência de informações equivocadas sobre o endividamento. Mais do que um reflexo do contexto econômico, a inadimplência também revela falhas na forma como o crédito é compreendido e administrado no cotidiano.</p>



<p>Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), indicam que o endividamento das famílias brasileiras atingiu 78,9% em dezembro de 2025, o maior patamar já registrado para o período. Levantamentos da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil mostram ainda que cerca de 73 milhões de brasileiros encerraram o ano com dívidas ativas, evidenciando um problema que vai além da renda disponível e expõe fragilidades no comportamento financeiro e na educação sobre o uso do crédito.</p>



<p>Em muitos casos, esse quadro está ligado a crenças limitantes e interpretações equivocadas sobre o papel das dívidas. Para o presidente do Instituto Gestão de Excelência Operacional em Cobrança (IGEOC), Rodrigo Mandaliti, a dimensão emocional é determinante para compreender por que tantos consumidores permanecem presos a ciclos de endividamento. “Ignoramos um fator central: a forma como o consumidor se relaciona com o dinheiro. Essa relação emocional influencia diretamente a capacidade de planejar, negociar e tomar decisões financeiras mais conscientes”, afirma.</p>



<p>Segundo Mandaliti, ideias como acreditar que pagar apenas o valor mínimo do cartão resolve a situação ou que renegociar dívidas é um processo simples e sem impactos futuros funcionam como verdadeiras armadilhas comportamentais. “Muitas pessoas chegam à renegociação carregando narrativas que dificultam o avanço, como a expectativa de que o problema se resolva sozinho ou o receio de encarar a própria realidade financeira. Esses mitos atrasam acordos, aumentam a frustração e alimentam a inadimplência”, destaca.</p>



<p>Essas distorções também impactam diretamente os canais de atendimento das instituições financeiras. Clientes que chegam sem clareza sobre sua situação financeira, juros, prazos ou capacidade de pagamento tendem a demandar mais tempo e esforço das equipes, gerando retrabalho e desgaste no relacionamento. “Quando falta entendimento, o atendimento se prolonga e perde efetividade, o que amplia a demanda nos canais e dificulta a construção de acordos sustentáveis”, explica.</p>



<p>Diante desse cenário, a renegociação consciente, aliada à educação financeira, surge como um caminho para romper o ciclo do endividamento. A mudança exige atitudes práticas combinadas a uma revisão de mentalidade, tanto por parte dos consumidores quanto das empresas. Ter clareza sobre valores, juros e prazos, organizar um orçamento realista, priorizar débitos mais caros como cartão de crédito, cheque especial e evitar armadilhas como o pagamento apenas do valor mínimo são passos essenciais. “Orientar, educar e dialogar sobre hábitos financeiros é fundamental para transformar o endividamento em um processo de reorganização, e não em um ciclo contínuo de atraso”, conclui.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/ate-que-ponto-o-credito-facil-esta-empurrando-o-consumidor-para-o-endividamento/">Até que ponto o crédito fácil está empurrando o consumidor para o endividamento?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Consórcio no B2B: empresas usam a modalidade para crescer sem descapitalizar</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/consorcio-no-b2b-empresas-usam-a-modalidade-para-crescer-sem-descapitalizar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 19:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4437</guid>

					<description><![CDATA[<p>Impulsionado por juros elevados e crédito bancário mais restrito, o sistema de consórcios vive um momento histórico no Brasil e avança com força no mercado B2B. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que o total de cotas vendidas já se aproxima de 5 milhões, movimentando mais de R$ 467 bilhões em [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/consorcio-no-b2b-empresas-usam-a-modalidade-para-crescer-sem-descapitalizar/">Consórcio no B2B: empresas usam a modalidade para crescer sem descapitalizar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Impulsionado por juros elevados e crédito bancário mais restrito, o sistema de consórcios vive um momento histórico no Brasil e avança com força no mercado B2B. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que o total de cotas vendidas já se aproxima de 5 milhões, movimentando mais de R$ 467 bilhões em créditos comercializados, superando mais um recorde histórico do setor, um indicativo claro de que empresas de diferentes portes têm adotado a modalidade como estratégia para crescer sem descapitalizar.&nbsp;</p>



<p>Com duas décadas de atuação no segmento, Cleber Gomes, CEO da Maestria, empresa especializada em consórcio e produtos financeiros no B2B, observou um aumento de 23% no volume de empresas que contrataram&nbsp; o consórcio através de seus parceiros de negócios, especialmente entre pequenas e médias empresas que buscam alternativas mais eficientes ao crédito tradicional.</p>



<p>“O consórcio no B2B deixou de ser exceção e passou a ser estratégia. Em um ambiente econômico desafiador, soluções que preservam caixa e oferecem previsibilidade ganham protagonismo. Essa modalidade de compra permite que a empresa invista no crescimento de forma organizada, sem pagar juros e sem comprometer capital de giro, algo essencial em períodos de instabilidade econômica”, conclui Cleber Gomes.</p>



<p>Diferentemente de linhas tradicionais de crédito, o consórcio funciona por meio de autofinanciamento coletivo, com parcelas previsíveis e possibilidade de contemplação por sorteio ou lance. Para as empresas, isso significa previsibilidade no orçamento e flexibilidade no momento da aquisição, além de menor impacto no endividamento.</p>



<p>“No B2B, o consórcio é cada vez mais usado de forma estratégica. Muitas empresas entram no grupo já planejando lances com recursos próprios ou provenientes da própria operação, acelerando a contemplação sem recorrer a empréstimos bancários”, explica Cleber.</p>



<p>Outro fator que impulsiona o crescimento da modalidade entre empresas é a possibilidade de planejamento de médio e longo prazo. Projetos de expansão, troca de frota ou compra de imóveis podem ser estruturados com antecedência, diluindo o investimento ao longo do tempo.</p>



<p>“O empresário que planeja consegue alinhar o consórcio ao ciclo do negócio. É uma forma inteligente de crescer sem descapitalizar e sem comprometer a saúde financeira da empresa”, destaca o CEO da Maestria.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/consorcio-no-b2b-empresas-usam-a-modalidade-para-crescer-sem-descapitalizar/">Consórcio no B2B: empresas usam a modalidade para crescer sem descapitalizar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma tributária muda o jogo para empresas e ainda é subestimada por parte do mercado</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-muda-o-jogo-para-empresas-e-ainda-e-subestimada-por-parte-do-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 18:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4433</guid>

					<description><![CDATA[<p>O avanço da regulamentação da reforma tributária levou o tema ao centro da agenda econômica, mas a resposta das empresas ainda é desigual. Embora a mudança no sistema de tributação do consumo esteja em curso, parte do mercado segue tratando a reforma como um assunto distante. Na prática, o novo desenho já começa a afetar [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-muda-o-jogo-para-empresas-e-ainda-e-subestimada-por-parte-do-mercado/">Reforma tributária muda o jogo para empresas e ainda é subestimada por parte do mercado</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O avanço da regulamentação da reforma tributária levou o tema ao centro da agenda econômica, mas a resposta das empresas ainda é desigual. Embora a mudança no sistema de tributação do consumo esteja em curso, parte do mercado segue tratando a reforma como um assunto distante. Na prática, o novo desenho já começa a afetar decisões de operação, precificação, contratos e gestão de caixa, mesmo antes da implementação total.</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/jhonnymartins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jhonny Martins</a>, contador e advogado, vice-presidente do <a href="https://souserac.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SERAC</a>, referência nacional em contabilidade, educação e gestão corporativa,&nbsp; avalia que esse distanciamento revela um erro de leitura estratégica. Levantamentos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Fundação Getulio Vargas (FGV) indicam que a maioria das empresas brasileiras ainda não iniciou uma revisão estruturada de seus modelos de negócio diante da reforma. “Ela não é um evento pontual. Já começa a impactar decisões, especialmente em contratos e na formação de preços”, afirma.</p>



<p><strong>Muito além da carga tributária</strong></p>



<p>O debate público costuma se concentrar na substituição de tributos e nas novas alíquotas do IBS e da CBS, mas o alcance da reforma vai além da arrecadação. A ampliação da não cumulatividade e a mudança na lógica de créditos tendem a alterar a estrutura de custos de diversos setores, com efeitos distintos ao longo da cadeia produtiva.</p>



<p>Estudos técnicos da Receita Federal e da FGV apontam que comércio e serviços devem sentir impactos mais imediatos, enquanto a indústria enfrenta uma transição mais longa e complexa. “O empresário que continua precificando apenas com base no modelo atual corre o risco de perder margem ou competitividade nos próximos anos”, avalia.&nbsp;</p>



<p><strong>Contratos e caixa sob pressão</strong></p>



<p>Outro ponto sensível está nos contratos firmados hoje com vigência futura. Cláusulas de reajuste, repasse de tributos e definição de responsabilidades fiscais passam a exigir revisão cuidadosa. Setores com contratos de longo prazo, como construção, franquias e prestação de serviços recorrentes, estão entre os mais expostos.</p>



<p>O impacto sobre o fluxo de caixa também tende a ser subestimado. “A nova lógica de crédito altera o timing financeiro. Algumas empresas podem até reduzir a carga no papel, mas enfrentar descompasso de caixa se não reorganizarem processos e capital de giro”, diz.</p>



<p><strong>Antecipação como diferencial competitivo</strong></p>



<p>Relatórios recentes da FGV indicam que empresas que já iniciaram adaptações internas, como revisão de contratos, processos e sistemas, tendem a reduzir riscos e ganhar previsibilidade durante o período de transição. Ainda assim, a postura predominante no mercado é de espera, na expectativa de que a regulamentação esteja totalmente concluída.</p>



<p>Na avaliação do executivo, essa estratégia defensiva pode custar caro. “A reforma não vai esperar a empresa estar pronta. Quem se antecipa consegue negociar melhor, ajustar preços com mais clareza e evitar rupturas operacionais”, destaca.&nbsp;</p>



<p>Com a implementação gradual prevista para os próximos anos, especialistas apontam que 2025 e 2026 serão decisivos para a preparação das empresas. Mais do que compreender a legislação, o desafio será traduzir a reforma em decisões práticas, antes que seus efeitos se tornem irreversíveis.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-muda-o-jogo-para-empresas-e-ainda-e-subestimada-por-parte-do-mercado/">Reforma tributária muda o jogo para empresas e ainda é subestimada por parte do mercado</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
