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	<description>Educação Financeira e Gestão Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 Sep 2026 10:20:17 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Busca por inovação leva softwares de gestão de despesas a mercado de R$ 42 bilhões </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 10:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nota fiscal esquecida no e-mail, um recibo que não chega ao financeiro ou uma despesa lançada na categoria errada podem parecer problemas pequenos. Quando se repetem em centenas ou milhares de operações, porém, transformam-se em uma questão financeira e fiscal. É nesse espaço entre o gasto realizado e a informação que chega ao departamento [&#8230;]</p>
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<p>Uma nota fiscal esquecida no e-mail, um recibo que não chega ao financeiro ou uma despesa lançada na categoria errada podem parecer problemas pequenos. Quando se repetem em centenas ou milhares de operações, porém, transformam-se em uma questão financeira e fiscal. É nesse espaço entre o gasto realizado e a informação que chega ao departamento financeiro que os softwares de gestão de despesas vêm ganhando mercado.</p>



<p>Levantamento da Market Research Future estima que esse segmento movimentou <a href="https://www.marketresearchfuture.com/reports/expense-management-software-market-7014" target="_blank" rel="noreferrer noopener">US$ 8,18 bilhões em 2025, o equivalente a cerca de R$ 42 bilhões pela cotação atual</a>, e deverá chegar a US$ 23,03 bilhões até 2035, com crescimento médio anual de 10,9%. O estudo aponta entre os vetores desse avanço a automação dos processos financeiros, a migração para plataformas em nuvem e o uso de inteligência artificial para auditoria e identificação de anomalias.</p>



<p>Não se trata apenas de digitalizar uma prestação de contas. Para empresas submetidas ao lucro real, por exemplo, a legislação fiscal estabelece critérios para que uma despesa operacional seja dedutível. Segundo a Receita Federal, <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/perguntas-e-respostas/ecf/perguntas-e-respostas-da-pessoa-juridica-2025.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o gasto precisa estar relacionado à atividade da empresa e ser comprovado por documentação adequada</a>, com informações sobre a natureza da operação, o beneficiário, a quantidade e o valor.</p>



<h2>O problema começa antes do imposto</h2>



<p>É por isso que a discussão sobre gestão de despesas não termina no controle de custos. Antes de chegar à apuração tributária, existe uma cadeia de decisões: alguém realiza o gasto, apresenta o comprovante, a empresa verifica se ele está de acordo com suas políticas, aprova a despesa e registra a operação.</p>



<p>Quanto mais manual for este percurso, maior a quantidade de pontos em que uma informação pode se perder ou ser registrada de forma incorreta.</p>



<p>“Deduzir não é pagar menos imposto de qualquer forma. É aplicar a legislação corretamente sobre gastos que fazem parte da operação da empresa”, explica Maria Eduarda Nunes,durante o Paytrack Simplifica, conteúdo da Paytrack dedicado a temas de gestão financeira e despesas corporativas.</p>



<p>A fala resume uma diferença importante: a tecnologia não cria uma despesa dedutível. Ela pode, no entanto, ajudar a empresa a identificar, registrar, comprovar e acompanhar corretamente aquilo que já faz parte de sua operação.</p>



<p>A própria Receita Federal estabelece que despesas operacionais dedutíveis devem ser sustentadas por documentos hábeis e idôneos.</p>



<h2>Da conferência no fim do mês ao controle durante a operação</h2>



<p>Esse é um dos motivos pelos quais <a href="https://paytrack.com.br/gestao-de-despesas-corporativas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataformas de gestão de despesas corporativas</a> passaram a incorporar recursos que vão além do simples registro de um reembolso. A proposta é levar a conferência para mais perto do momento em que o gasto acontece.</p>



<p>“Automatizar o registro de despesas reduz erros manuais e melhora a confiabilidade. Centralizar informações evita a perda de documentos e inconsistências. Aplicar política de gastos garante que só despesas válidas sejam aprovadas. Monitorar em tempo real permite corrigir erros antes do fechamento fiscal”, afirma o especialista no episódio sobre dedução fiscal do Paytrack Simplifica.</p>



<p>A mudança acompanha o próprio movimento do mercado. De acordo com a Market Research Future, as plataformas de gestão de despesas responderam por 69% do mercado em 2025, enquanto as aplicações mobile aparecem como o segmento com maior expectativa de crescimento, com taxa anual projetada de 15,8% até 2035.</p>



<p>A lógica é simples: em vez de esperar que o financeiro descubra um problema na hora de fechar o mês, o sistema pode aplicar regras ao longo do processo. Uma despesa fora da política interna pode ser identificada antes da aprovação; um comprovante pode permanecer associado à transação; e as informações podem chegar ao financeiro já estruturadas.</p>



<p>Nesse cenário, o ganho não está necessariamente em fazer uma empresa gastar menos. Está em saber como, onde e por que o dinheiro está sendo gasto, além de manter essas informações disponíveis para quem precisa tomar decisões.</p>



<p>A questão, portanto, é evitar que a falta de organização faça a empresa perder informações, documentos ou oportunidades de utilizar corretamente aquilo que a legislação permite. À medida que os processos financeiros se tornam mais digitais, essa diferença tende a pesar cada vez mais na rotina de quem administra as contas de uma empresa.</p>
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		<title>Precificação vira ponto crítico das empresas na Reforma Tributária</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/precificacao-vira-ponto-critico-das-empresas-na-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 12:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A precificação na Reforma Tributária entrou na agenda das empresas antes da nova etapa do sistema, prevista para 2027. Pesquisa da KPMG com 35 companhias mostra que 86% ainda não tinham uma visão consolidada dos impactos financeiros das mudanças e 51% não haviam elaborado um plano de ação estruturado. Em setembro de 2026, a discussão [&#8230;]</p>
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<p>A precificação na Reforma Tributária entrou na agenda das empresas antes da nova etapa do sistema, prevista para 2027. Pesquisa da KPMG com 35 companhias mostra que 86% ainda não tinham uma visão consolidada dos impactos financeiros das mudanças e 51% não haviam elaborado um plano de ação estruturado. Em setembro de 2026, a discussão ganha uma decisão concreta para micro e pequenas empresas, que têm até o dia 30 para avaliar a forma de recolhimento de IBS e CBS no próximo ano.</p>



<p>Para <a href="https://www.instagram.com/professorandrefantoni/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">André Fantoni</a>,&nbsp; estrategista tributário, auditor, consultor, especialista em ICMS e Reforma Tributária e CEO da <a href="https://professorfantoni.com.br/links/?utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQPOTM2NjE5NzQzMzkyNDU5AAGntLUa-LlWq34Sw5-_sYlSMisprHNBQGXsyFfzvPD7JvSW38j3jx3B_XYI8tE_aem_J2IXBcGLdkBhGBtlhpwmAw" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fantoni Assessoria Tributária</a>, empresa especializada em planejamento tributário, auditoria de ICMS, compliance fiscal e recuperação de créditos tributários, o cálculo precisa ir além da comparação de alíquotas. “A precificação na Reforma Tributária exige que a empresa entenda quanto efetivamente ficará como custo depois dos créditos, como os fornecedores entram nessa composição e qual margem cada operação entrega. Alterar o preço apenas porque o sistema tributário mudou pode levar a uma decisão errada”, afirma.</p>



<h2><strong>Precificação na Reforma Tributária exige nova conta</strong></h2>



<p>A KPMG aponta que a reforma afeta diretamente modelos de negócio, estratégias de precificação, governança, tecnologia e compliance. Em análise específica sobre formação de preços, a consultoria destaca que a introdução de CBS e IBS altera a lógica usada pelas empresas porque os novos tributos passam a conviver durante a transição com regras do modelo atual.</p>



<p>A formação do preço terá de considerar o efeito combinado dos tributos sobre cada produto ou serviço. O resultado não será necessariamente igual para todas as empresas ou setores. Dependendo da atividade, da cadeia produtiva e dos créditos aproveitados, pode haver aumento, redução ou neutralidade no custo tributário. “Duas empresas que vendem produtos semelhantes podem ter composições de custo diferentes. Por isso, não existe uma porcentagem única que possa ser acrescentada à tabela de preços. É preciso analisar operação por operação antes de decidir se existe espaço para reajuste ou necessidade de recomposição de margem”, ressalta o contador.</p>



<h2><strong>Créditos tributários entram na formação do preço</strong></h2>



<p>Um dos elementos que ganham importância é o aproveitamento de créditos de IBS e CBS. A Lei Complementar 214 estabelece regras para que contribuintes submetidos ao regime regular possam se apropriar de créditos relacionados às aquisições, desde que atendidas as condições previstas na legislação.</p>



<p>Isso faz com que a análise de fornecedores ultrapasse o valor apresentado na nota fiscal. O custo econômico de uma compra também passa a depender dos créditos que podem ser apropriados ao longo da cadeia.</p>



<p>Segundo<a href="https://www.instagram.com/professorandrefantoni/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Fantoni</a>, esse cálculo precisa chegar às áreas financeira, comercial e de compras. “O empresário precisa saber quanto paga, quanto recupera em crédito e quanto efetivamente permanece como custo. Se essa informação não chega à área responsável pela precificação, a empresa pode formar preço sobre uma base que não corresponde ao custo real da operação”, explica.</p>



<p>A pesquisa da KPMG reforça que a adaptação ainda apresenta lacunas. Além dos 86% que não tinham visão consolidada dos impactos financeiros, 63% das empresas consultadas ainda não consideravam os efeitos da Reforma Tributária no lançamento de novos produtos e serviços.</p>



<h2><strong>Simples Nacional tem decisão até 30 de setembro</strong></h2>



<p>Para empresas enquadradas no Simples Nacional, a discussão ganhou prazo definido. A Receita Federal estabeleceu de 1º a 30 de setembro de 2026 o período para a escolha da forma de recolhimento de IBS e CBS em 2027.</p>



<p>As empresas poderão continuar com os novos tributos dentro do Simples ou optar pelo recolhimento segundo o regime regular. A Receita alerta que a decisão pode influenciar o fluxo de caixa, relacionamento comercial, aproveitamento de créditos na cadeia produtiva e estratégia do negócio.</p>



<p>A escolha pelo regime regular de IBS e CBS valerá inicialmente para o período de janeiro a junho de 2027. Por isso, Fantoni considera que o perfil da carteira de clientes e dos fornecedores precisa entrar na análise antes da decisão. “Uma empresa que vende principalmente para outras pessoas jurídicas precisa observar como sua escolha interfere na cadeia de créditos. Outra, concentrada no consumidor final, pode encontrar uma realidade diferente. A decisão tributária precisa ser confrontada com preço, margem, fluxo de caixa e perfil comercial”, aponta o estrategista tributário.</p>



<h2><strong>Contratos e fornecedores precisam entrar na revisão</strong></h2>



<p>A formação dos preços também passa pelos contratos firmados antes da implantação do novo sistema. Condições de reajuste, compras de longo prazo e acordos comerciais podem ter sido estruturados considerando tributos que serão gradualmente substituídos.</p>



<p>Para o especialista, revisar contratos não significa necessariamente negociá-los, mas identificar antecipadamente onde mudanças tributárias podem modificar a economia da operação.</p>



<p>O mesmo raciocínio vale para fornecedores. Preço nominal, possibilidade de aproveitamento de créditos, prazo de pagamento e impacto no caixa precisam ser analisados conjuntamente antes de uma eventual mudança da cadeia de suprimentos.</p>



<p>&nbsp;“A Reforma Tributária não determina automaticamente que tudo ficará mais caro ou mais barato. O resultado depende de como cada empresa compra, vende, toma créditos e estrutura suas operações. O maior risco é esperar 2027 para descobrir que o preço praticado não preserva a margem que a empresa imaginava ter”, conclui Fantoni.</p>
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		<title>Vai comprar? 5 direitos do consumidor que podem evitar dor de cabeça</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/vai-comprar-5-direitos-do-consumidor-que-podem-evitar-dor-de-cabeca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 10:49:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comprar pela internet, contratar um serviço pelo celular, assinar uma plataforma ou resolver um problema pelo WhatsApp já faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Com tantas relações de consumo acontecendo de forma rápida e sem contato direto com as empresas, saber quais são os próprios direitos também é uma forma de evitar prejuízos [&#8230;]</p>
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<p>Comprar pela internet, contratar um serviço pelo celular, assinar uma plataforma ou resolver um problema pelo WhatsApp já faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Com tantas relações de consumo acontecendo de forma rápida e sem contato direto com as empresas, saber quais são os próprios direitos também é uma forma de evitar prejuízos e tomar decisões mais conscientes.</p>



<p>O cenário de consumo mudou profundamente. Pesquisa CNDL/SPC Brasil aponta que 85% dos consumidores digitais residentes nas capitais realizaram pelo menos uma compra online nos 12 meses anteriores, o equivalente a uma estimativa de 139 milhões de compradores no país. A frequência também aumentou: 66% haviam comprado pela internet no mês anterior à pesquisa, ante 54% em 2025.</p>



<p>Com mais compras acontecendo a poucos cliques de distância, surgem também novos desafios. Pesquisa do Procon-SP mostra que alguns direitos estão mais conhecidos, como o direito de arrependimento, reconhecido por 70% dos entrevistados, e a proibição da venda casada, identificada por 69%. Por outro lado, apenas 37% demonstraram conhecer o que é uma cláusula abusiva.</p>



<p>“Existe uma diferença entre saber que se tem direitos e conseguir reconhecer quando eles estão sendo desrespeitados. Muitas vezes, o consumidor só procura informação depois que o problema acontece”, explica o <strong>advogado Mário Henrique Martins, do escritório Martins Cardozo Advogados Associados e especialista em Direitos Difusos e Coletivos</strong>.</p>



<p>Para marcar o Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro, o especialista reúne orientações para ajudar o consumidor a lidar com situações cada vez mais comuns.</p>



<p><strong>1. Conheça os direitos básicos</strong></p>



<p>“O CDC garante proteção à vida, à saúde e à segurança, direito à informação clara sobre produtos e serviços, proteção contra publicidade enganosa e abusiva, além da possibilidade de reparação de danos. São direitos que fazem parte do cotidiano do consumidor e funcionam como pilares para equilibrar uma relação que, naturalmente, pode ter uma diferença de informação e poder entre quem compra e quem vende”, explica Martins.</p>



<p><strong>2. Entenda por que existe proteção extra ao consumidor</strong></p>



<p>“Nas relações de consumo, o consumidor costuma estar em uma posição de desvantagem: tem menos informações sobre o produto ou serviço, menos recursos técnicos e jurídicos e, muitas vezes, pouco poder de negociação. A proteção prevista pelo CDC existe justamente para reduzir essa diferença e evitar que essa desigualdade seja usada para impor condições injustas ou práticas abusivas”, afirma.</p>



<p><strong>3. Saiba quando buscar ajuda</strong></p>



<p>“Quando há problemas com produtos, serviços ou cobranças, o consumidor não precisa resolver tudo sozinho. É possível procurar a própria empresa, os órgãos de defesa do consumidor e, quando necessário, recorrer à Justiça. Também existem situações em que várias pessoas são afetadas pela mesma prática e podem ser adotadas medidas coletivas. O mais importante é não deixar de buscar uma solução por falta de informação”, complementa o advogado.</p>



<p><strong>4. Empresas também têm responsabilidades</strong></p>



<p>“O Código não se limita a proteger o consumidor: ele também estabelece responsabilidades para as empresas e prevê consequências quando as regras são descumpridas. Multas, restrições e outras sanções têm justamente a função de desestimular práticas inadequadas. Mais do que evitar uma penalidade, respeitar essas regras é importante para construir relações de consumo mais transparentes e uma relação de confiança com o cliente”, entende Martins.</p>



<p><strong>5. Nas compras online, atenção redobrada</strong></p>



<p>A praticidade do comércio eletrônico exige alguns cuidados. Antes de finalizar uma compra, é importante verificar quem é o vendedor, conferir as informações do produto ou serviço, observar prazo de entrega e condições de pagamento e guardar os comprovantes.</p>



<p>Outro direito importante é o de arrependimento. Em compras realizadas fora do estabelecimento comercial, como pela internet ou telefone, o consumidor pode desistir da contratação no prazo de sete dias, nas condições previstas pelo CDC. Segundo o Procon-SP, o conhecimento desse direito passou de 60% dos entrevistados em 2024 para 70% em 2026.</p>



<p>“Quanto mais digital se torna o consumo, mais importante é parar alguns minutos antes de concluir uma compra. Conferir as informações e saber de quem está comprando são cuidados simples que podem evitar muita dor de cabeça”, afirma Martins.</p>



<p>O Dia do Cliente pode, portanto, ser mais do que uma data de promoções e descontos. É também uma oportunidade para lembrar que conhecer os próprios direitos ajuda o consumidor a fazer escolhas mais seguras e a questionar situações que não estejam de acordo com o que foi contratado. Para as empresas, respeitar essas regras é parte importante da construção de relações baseadas em confiança e transparência.</p>
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		<title>Momento exige revisão tributária para empresas preservarem caixa</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/momento-exige-revisao-tributaria-para-empresas-preservarem-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o segundo semestre em andamento, empresas voltam a concentrar esforços na preservação do caixa, no controle de custos e no planejamento financeiro para os próximos meses. Entre as oportunidades pouco exploradas está a recuperação de créditos tributários previstos em lei. Especialistas afirmam que muitas organizações deixam recursos financeiros parados simplesmente porque nunca revisaram suas [&#8230;]</p>
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<p>Com o segundo semestre em andamento, empresas voltam a concentrar esforços na preservação do caixa, no controle de custos e no planejamento financeiro para os próximos meses. Entre as oportunidades pouco exploradas está a recuperação de créditos tributários previstos em lei. Especialistas afirmam que muitas organizações deixam recursos financeiros parados simplesmente porque nunca revisaram suas operações fiscais.&nbsp;</p>



<p>Para <a href="https://www.instagram.com/professorandrefantoni/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">André Fantoni</a>, estrategista tributário, auditor e consultor, CEO da <a href="https://professorfantoni.com.br/links/?utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQPOTM2NjE5NzQzMzkyNDU5AAGntLUa-LlWq34Sw5-_sYlSMisprHNBQGXsyFfzvPD7JvSW38j3jx3B_XYI8tE_aem_J2IXBcGLdkBhGBtlhpwmAw" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fantoni Assessoria</a>&nbsp; empresa especializada em planejamento tributário, auditoria de ICMS, compliance fiscal e recuperação de créditos tributários, este é um dos melhores momentos do ano para revisar a situação fiscal da empresa antes do encerramento do exercício e da implementação gradual da Reforma Tributária. &#8220;A recuperação de créditos tributários não representa um benefício extraordinário nem uma brecha legal. Trata-se de identificar valores que pertencem à empresa e podem ser recuperados ou compensados dentro das regras previstas na legislação. O problema é que muitos empresários sequer sabem que esses créditos existem&#8221;.</p>



<p>Segundo o especialista, uma dúvida frequente é como descobrir se a empresa possui créditos tributários. A resposta, explica, está em uma revisão técnica das operações fiscais, da apuração dos tributos, das notas fiscais e da aplicação da legislação vigente. Esse diagnóstico normalmente é realizado por profissionais especializados em auditoria e consultoria tributária, já que a contabilidade operacional costuma estar concentrada no cumprimento das obrigações fiscais do dia a dia, e não na revisão de oportunidades acumuladas ao longo dos anos.</p>



<p>&#8220;O empresário muitas vezes acredita que, por entregar todas as declarações corretamente, não há nada a revisar. Mas alterações na legislação, mudanças de entendimento dos tribunais, erros de parametrização dos sistemas ou interpretações equivocadas podem fazer com que a empresa pague mais tributos do que deveria ou deixe de aproveitar créditos previstos em lei&#8221;, afirma.</p>



<p>Fantoni explica que indústrias, empresas do agronegócio, distribuidoras, atacadistas, transportadoras e negócios com operações interestaduais costumam concentrar maior potencial para recuperação de créditos relacionados principalmente ao ICMS. No entanto, ressalta que qualquer empresa pode apresentar oportunidades, desde que passe por uma análise individualizada.</p>



<p>Na prática, os valores recuperados podem ser utilizados para compensar tributos futuros ou, conforme a legislação e a natureza do crédito, gerar restituições. Para o consultor, esse recurso pode fazer diferença justamente no segundo semestre, quando muitas empresas iniciam o planejamento financeiro do ano seguinte. &#8220;Esse dinheiro pode reforçar o capital de giro, financiar investimentos em tecnologia, ampliar a capacidade produtiva, reduzir endividamento ou ajudar na preparação para as mudanças da Reforma Tributária. Em vez de buscar crédito no mercado, muitas empresas descobrem que já possuem recursos próprios disponíveis&#8221;, diz.</p>



<p>A necessidade de revisar procedimentos fiscais tende a crescer com a implementação gradual da Reforma Tributária. O Sebrae SP destaca que as mudanças exigirão adaptações na gestão empresarial, na apuração dos tributos, no fluxo de caixa e nos controles internos, tornando o planejamento tributário ainda mais relevante para empresas de todos os portes.</p>



<p>Para o estrategista, a transição para o novo modelo tributário torna o segundo semestre decisivo para quem deseja iniciar 2027 com maior previsibilidade financeira. &#8220;Conhecer a própria realidade tributária permite que a empresa tome decisões com mais segurança durante esse período de transição. Além de reduzir riscos fiscais, a recuperação de créditos fortalece o caixa e amplia a capacidade de investimento em um momento importante para o planejamento dos negócios&#8221;.</p>



<p>Além do impacto financeiro imediato, a revisão tributária também contribui para fortalecer a governança corporativa e reduzir riscos relacionados ao cumprimento das obrigações fiscais. Estudo publicado na Revista Contabilidade &amp; Finanças, da Universidade de São Paulo, aponta que práticas voltadas à conformidade tributária melhoram a gestão fiscal das empresas e reduzem a exposição a riscos.</p>



<p>Para Fantoni, a competitividade deixou de depender apenas de vendas, produtividade e redução de despesas operacionais. &#8220;Hoje, empresas mais competitivas são aquelas que conhecem profundamente sua realidade tributária e administram seus recursos com inteligência. Quem ainda não revisou sua situação fiscal deve aproveitar o segundo semestre para fazer esse diagnóstico. Além de identificar oportunidades financeiras, a empresa entra na transição da Reforma Tributária conhecendo melhor seus créditos, reduzindo riscos e fortalecendo sua capacidade de investimento.&#8221;</p>
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		<title>Plataforma de Autoexclusão permite bloquear CPF em todas as bets autorizadas e fortalece combate à ludopatia</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/plataforma-de-autoexclusao-permite-bloquear-cpf-em-todas-as-bets-autorizadas-e-fortalece-combate-a-ludopatia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação da Plataforma Centralizada de Autoexclusão das apostas online marca um novo capítulo nas políticas de proteção aos usuários do mercado de apostas regulamentado no Brasil. Desenvolvida pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, a ferramenta permite que qualquer cidadão bloqueie voluntariamente seu CPF em todas as casas de apostas autorizadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A criação da Plataforma Centralizada de Autoexclusão das apostas online marca um novo capítulo nas políticas de proteção aos usuários do mercado de apostas regulamentado no Brasil. Desenvolvida pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, a ferramenta permite que qualquer cidadão bloqueie voluntariamente seu CPF em todas as casas de apostas autorizadas pelo governo federal por meio de uma única solicitação. A medida busca fortalecer ações de jogo responsável e reduzir os impactos sociais, familiares e financeiros associados à ludopatia.</p>



<p>Disponível para usuários com conta Gov.br nível prata ou ouro, a plataforma permite a definição de períodos determinados ou indeterminados de bloqueio. Durante esse período, o cidadão fica impedido de acessar contas de apostas regulamentadas, criar novos cadastros e receber publicidade direcionada das operadoras autorizadas.</p>



<p>Segundo o psicólogo <strong>Umberto Anselmi</strong>, integrante do Projeto Recomeço, a iniciativa representa um importante avanço na prevenção e redução de danos relacionados ao comportamento compulsivo de apostar.</p>



<p>&#8220;<em>A ludopatia afeta diretamente a capacidade de autocontrole e o processamento das recompensas pelo cérebro. A pessoa continua apostando mesmo quando reconhece racionalmente os prejuízos que está sofrendo. Isso produz um ciclo de comprometimento progressivo da vida financeira, profissional e familiar</em>.&#8221;</p>



<p>Para o especialista, a autoexclusão funciona como uma barreira de proteção para pessoas que já identificaram dificuldades em controlar o impulso de apostar.</p>



<p>&#8220;<em>O tratamento precoce aumenta significativamente as chances de recuperação. A ludopatia é um transtorno reconhecido e possui acompanhamento psicológico e psiquiátrico disponível. Quanto mais cedo a pessoa procura ajuda, menores tendem a ser os prejuízos emocionais, familiares e financeiros</em>.&#8221;</p>



<p><strong>Mercado regulado ganha ferramenta de proteção coletiva</strong></p>



<p>Antes da implementação do sistema centralizado, apostadores que desejavam se afastar das apostas precisavam solicitar o bloqueio individualmente em cada plataforma. Agora, um único pedido passa a valer para todas as operadoras autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas, tornando o processo mais simples e eficiente.</p>



<p>De acordo com o advogado Adriano Rebello, também integrante do Projeto Recomeço, a ferramenta representa um passo importante no amadurecimento da regulamentação brasileira.</p>



<p>&#8220;<em>Existe uma discussão cada vez mais relevante sobre os efeitos da ludopatia na capacidade de tomada de decisão do indivíduo. Porém, do ponto de vista jurídico, é preciso diferenciar claramente um diagnóstico clínico de uma incapacidade civil reconhecida pelo ordenamento jurídico</em>.&#8221;</p>



<p>Segundo Rebello, mecanismos preventivos como a autoexclusão contribuem para reduzir danos antes que eles se transformem em problemas judiciais complexos.</p>



<p>&#8220;<em>Estamos diante de uma realidade nova, marcada pelo uso de algoritmos, estímulos permanentes e acesso ininterrupto às apostas. O Direito será cada vez mais provocado a responder quais mecanismos de proteção são necessários para consumidores vulneráveis</em>.&#8221;</p>



<p>O advogado observa ainda que a proteção dos apostadores vulneráveis deve envolver não apenas ações individuais, mas também o fortalecimento de instrumentos regulatórios capazes de identificar e mitigar comportamentos de risco.</p>



<p><strong>Autoexclusão deve ser acompanhada por rede de apoio</strong></p>



<p>Especialistas destacam que o bloqueio do CPF é uma ferramenta importante, mas não substitui acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou orientação financeira quando já existem prejuízos relacionados ao jogo compulsivo.</p>



<p>Além da possibilidade de autoexclusão, o Governo Federal disponibiliza informações sobre tratamento e caminhos de acesso à rede pública de saúde. Pessoas que identificam perda de controle sobre as apostas podem procurar atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e demais serviços especializados do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
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		<title>5&#215;2: novo marco da Reforma Tributária acelera adaptação das empresas ao modelo que substituirá cinco tributos por dois</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/5x2-novo-marco-da-reforma-tributaria-acelera-adaptacao-das-empresas-ao-modelo-que-substituira-cinco-tributos-por-dois/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 16:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de 3 de agosto, sistemas de emissão de documentos fiscais eletrônicos deverão preencher obrigatoriamente os campos referentes à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), marcando uma nova etapa da implementação da Reforma Tributária do consumo. A exigência faz parte do período de transição que substituirá, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir de 3 de agosto, sistemas de emissão de documentos fiscais eletrônicos deverão preencher obrigatoriamente os campos referentes à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), marcando uma nova etapa da implementação da Reforma Tributária do consumo.</p>



<p>A exigência faz parte do período de transição que substituirá, gradualmente, cinco tributos atuais (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por dois novos impostos sobre o consumo.</p>



<p>Embora o recolhimento dos novos tributos ainda esteja em fase de testes, especialistas afirmam que a obrigatoriedade representa um marco importante para as empresas, que precisarão revisar processos internos, atualizar sistemas e garantir maior integração entre as áreas Fiscal, Financeira e de Recursos Humanos.</p>



<p>Segundo Marcio Caixeta, Gerente de Departamento Pessoal da Sólides. a mudança reforça uma tendência que já vinha sendo impulsionada pela digitalização das obrigações legais.</p>



<p>&#8220;A Reforma Tributária não altera diretamente a legislação trabalhista, mas aumenta a necessidade de informações consistentes entre diferentes áreas da empresa. Quanto maior a integração dos processos, menor a chance de inconsistências e retrabalho.&#8221;, afirma.</p>



<h2><a></a>Integração passa a ser prioridade</h2>



<p>A Reforma Tributária exige que empresas adaptem seus sistemas para uma nova lógica de apuração dos tributos sobre o consumo. Na prática, isso significa que informações fiscais precisarão conversar com dados financeiros e operacionais de maneira cada vez mais integrada.</p>



<p>Esse movimento ocorre em um cenário em que organizações já convivem com <a href="https://solides.com.br/blog/folha-de-pagamento-e-esocial-entenda-a-relacao/">softwares de folha de pagamento no eSocial,</a> responsável por reunir informações relacionadas à remuneração, admissões, férias, afastamentos, encargos e demais obrigações trabalhistas.</p>



<p>Para especialistas, essa convergência entre sistemas aumenta a importância da qualidade das informações registradas pelas empresas.</p>



<p>&#8220;Hoje, um erro não costuma ficar restrito a um único departamento. Dados inconsistentes podem gerar retrabalho, dificultar o cumprimento das obrigações acessórias e aumentar riscos de conformidade. Por isso, investir em processos integrados deixou de ser apenas uma questão de produtividade&#8221;, afirma Caixeta.</p>



<h2><a></a>Período de adaptação exige revisão de processos</h2>



<p>O novo marco da Reforma Tributária não representa apenas uma mudança tecnológica. Empresas também precisarão revisar fluxos internos, atualizar cadastros, capacitar equipes e adequar sistemas para garantir que as novas exigências sejam atendidas corretamente.</p>



<p>Segundo <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/reforma-tributaria-do-consumo/orientacoes-2026">orientações da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS</a>, 2026 funciona como um período de transição operacional. Durante essa fase, a CBS e o IBS aparecem destacados nos documentos fiscais, mas a apuração ocorre em caráter informativo, permitindo que empresas ajustem seus processos antes da implementação definitiva do novo modelo.</p>



<p>Na avaliação de especialistas, esse período representa uma oportunidade para fortalecer a governança das informações corporativas e reduzir a dependência de processos manuais.</p>



<p>À medida que a Reforma Tributária avança, a tendência é que a integração entre áreas antes tratadas de forma isolada se torne cada vez mais estratégica. Nesse cenário, soluções capazes de centralizar informações, automatizar rotinas e garantir conformidade legal devem ganhar ainda mais relevância durante a transição para o novo sistema tributário brasileiro.</p>
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		<title>Pix Automático ganha espaço como ferramenta para reduzir inadimplência e aumentar previsibilidade financeira das empresas</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/pix-automatico-ganha-espaco-como-ferramenta-para-reduzir-inadimplencia-e-aumentar-previsibilidade-financeira-das-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:56:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chegada do Pix Automático marca uma nova etapa na evolução dos meios de pagamento digitais no Brasil. Desenvolvida para facilitar cobranças recorrentes, a ferramenta vem sendo apontada por especialistas como uma solução capaz de reduzir a inadimplência, aumentar a previsibilidade de receitas e simplificar a gestão financeira de empresas que dependem de pagamentos mensais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A chegada do Pix Automático marca uma nova etapa na evolução dos meios de pagamento digitais no Brasil. Desenvolvida para facilitar cobranças recorrentes, a ferramenta vem sendo apontada por especialistas como uma solução capaz de reduzir a inadimplência, aumentar a previsibilidade de receitas e simplificar a gestão financeira de empresas que dependem de pagamentos mensais ou periódicos. A funcionalidade permite que consumidores autorizem uma cobrança apenas uma vez, possibilitando que os pagamentos sejam realizados automaticamente nas datas programadas. O modelo tem potencial para substituir processos tradicionalmente associados a boletos bancários e, em alguns casos, até mesmo ao débito automático.</p>



<p>Segundo Guilherme Fernandes, Head de Operações da Trio, empresa especializada em tecnologia para pagamentos, o Pix Automático resolve um problema histórico das empresas: a dependência de processos manuais para garantir o recebimento dos valores. “A principal diferença está na fricção operacional e na infraestrutura tecnológica. O boleto exige que a pessoa lembre de pagar e faça isso manualmente todo mês, o que aumenta o risco de esquecimento, além de demorar mais para o dinheiro cair na conta da empresa. Já o débito automático resolve a questão do esquecimento, mas é super complexo e caro para as empresas, porque exige fechar acordos e integrar sistemas com cada banco separadamente. O Pix Automático muda isso por rodar na estrutura do Banco Central. Com uma única integração, a empresa consegue cobrar clientes de qualquer banco de um jeito padronizado, sem atrito e com o dinheiro caindo na hora”, explica.&nbsp;</p>



<p>Embora a inadimplência seja frequentemente associada à falta de recursos financeiros, especialistas destacam que uma parcela significativa dos atrasos ocorre simplesmente por esquecimento ou procrastinação do pagamento. Nesse contexto, o Pix Automático surge como uma alternativa para reduzir o que o mercado chama de inadimplência involuntária. “Ele resolve aquela inadimplência ‘sem querer’. Aquela que acontece só porque o cliente esqueceu a data ou ficou enrolando para abrir o app do banco, copiar o código e pagar. Com o Pix Automático, a pessoa autoriza a cobrança uma vez só e pronto. Tirando essa barreira manual, a empresa garante que o pagamento vai acontecer na data certa, desde que o cliente tenha saldo na conta. Só isso já derruba muito os índices de atraso”, explica Fernandes.</p>



<p>O mecanismo também ajuda a combater um fenômeno conhecido como churn involuntário, quando clientes deixam de utilizar um serviço porque o pagamento não foi realizado corretamente. “Uma vez que o cliente autoriza o Pix Automático, o próprio sistema cuida do resto. É perfeito porque a empresa garante a receita e o cliente não precisa mais se preocupar em lembrar do vencimento todo mês para continuar usando o serviço”, diz Fernandes.</p>



<p><strong>Receita mais previsível</strong></p>



<p>Além de reduzir atrasos, a nova modalidade também tende a trazer mais previsibilidade para o caixa das empresas. Ao contrário de outros meios de pagamento que dependem de compensações posteriores ou podem sofrer falhas em tentativas de cobrança, o Pix Automático utiliza a infraestrutura instantânea do sistema de pagamentos do Banco Central.</p>



<p>“Ele junta duas coisas muito fortes, que são a garantia de que a cobrança vai acontecer e o recebimento instantâneo. Em outros métodos, a empresa precisa esperar dias para o dinheiro cair ou fica dependendo de retentativas de cartão de crédito que podem falhar. O Pix Automático credita o valor na hora. Isso dá para as empresas uma visão real de quanto dinheiro tem em caixa naquele exato momento, sem depender de estimativas”, afirma o executivo da Trio.</p>



<p>A previsibilidade de receitas é considerada um fator estratégico especialmente para empresas que trabalham com assinaturas, mensalidades ou contratos recorrentes.</p>



<p>Para especialistas em gestão financeira, a previsibilidade de caixa influencia diretamente a capacidade das empresas de planejar investimentos, controlar despesas e administrar o capital de giro. “O impacto direto é a redução de custos operacionais e mais eficiência para o departamento financeiro. Quando você sabe exatamente quando o dinheiro vai entrar e ele já fica disponível na hora, as decisões passam a ser baseadas em dados reais. Isso melhora muito o planejamento e a gestão do capital de giro, porque a empresa para de operar no escuro, diminui a necessidade de antecipar recebíveis pagando juros, e consegue se organizar de forma muito mais saudável”, explica Fernandes.</p>



<p><strong>Benefícios para pequenas e médias empresas</strong></p>



<p>A expectativa é que o Pix Automático tenha um impacto especialmente relevante entre pequenas e médias empresas, que historicamente enfrentaram barreiras para acessar ferramentas de cobrança automatizada. Antes, a implementação do débito automático exigia negociações individuais com instituições financeiras e integrações específicas para cada banco.</p>



<p>“O Pix Automático entrega para as pequenas e médias empresas a mesma eficiência que antes só as grandes tinham. Ter cobrança via débito automático exigia uma negociação com os bancos que era inviável para as PMEs. Agora, com o Pix Automático e uma integração mais simples, as pequenas e médias têm acesso a essa mesma estrutura de ponta. É a chance de automatizar as cobranças e crescer sem precisar inchar a equipe do financeiro”, afirma Fernandes.</p>



<p>A funcionalidade deve beneficiar especialmente negócios que trabalham com pagamentos recorrentes. Entre os setores com maior potencial de adoção estão academias, escolas, condomínios, clubes de assinatura, planos de saúde, serviços de streaming e concessionárias de serviços públicos. “Basicamente, qualquer negócio que funcione com pagamentos recorrentes. Isso vale tanto para o mercado B2B, como empresas que vendem serviços por assinatura, quanto para negócios focados no consumidor final que têm um volume grande de clientes”, completa Fernandes.</p>
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		<title>Reforma Tributária muda regras do Simples Nacional e exige planejamento das empresas já em setembro</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-muda-regras-do-simples-nacional-e-exige-planejamento-das-empresas-ja-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora a Reforma Tributária entre em uma fase gradual de implementação apenas a partir de 2027, algumas decisões começam a fazer parte da rotina das empresas ainda neste ano. Entre os dias 1º e 30 de setembro, empresas que pretendem optar pelo Simples Nacional para 2027 e aquelas que desejarem recolher o IBS (Imposto sobre [&#8230;]</p>
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<p>Embora a Reforma Tributária entre em uma fase gradual de implementação apenas a partir de 2027, algumas decisões começam a fazer parte da rotina das empresas ainda neste ano. Entre os dias 1º e 30 de setembro, empresas que pretendem optar pelo Simples Nacional para 2027 e aquelas que desejarem recolher o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) pelo regime regular deverão formalizar essa escolha no Portal do Simples Nacional.</p>



<p>A principal novidade é que empresas enquadradas no Simples poderão optar por recolher IBS e CBS fora da guia única do regime, permanecendo no Simples para os demais tributos. Na prática, isso significa que os novos impostos poderão ser apurados pelo regime regular, permitindo o aproveitamento de créditos tributários previstos na Reforma Tributária.</p>



<p>A mudança exige atenção porque a decisão pode influenciar diretamente a competitividade da empresa, a formação de preços, o relacionamento com clientes e fornecedores e o planejamento tributário dos próximos anos.</p>



<p>Para João Victor da Silva, economista e analista de Mercado da Orsitec, esse é um dos momentos em que a Reforma Tributária exige um planejamento mais estratégico por parte das empresas.</p>



<p>&#8220;Até aqui, para muitas empresas, permanecer no Simples Nacional era uma decisão relativamente simples. Com a Reforma Tributária, além do enquadramento no regime, será necessário analisar como a forma de recolhimento do IBS e da CBS pode impactar cada operação. Não existe uma solução única, porque cada empresa possui uma realidade diferente.&#8221;</p>



<p>Segundo o economista, a escolha passa a depender de fatores como segmento de atuação, perfil dos clientes, cadeia de fornecedores, estrutura de custos e possibilidade de aproveitamento de créditos tributários. Ele lembra que para empresas do Simples que têm consumidor final como clientes (pessoas físicas, condomínios, entre outros), pode valer&nbsp;a pena permanecer no regime tradicional.</p>



<p>&#8220;O empresário precisa entender quem são seus clientes, quem são seus fornecedores, qual é o peso dos insumos na operação e de que forma os créditos tributários podem influenciar sua competitividade. São fatores que variam de empresa para empresa e que precisam ser avaliados antes da escolha.&#8221;</p>



<p><strong>Nova sistemática pode favorecer empresas que negociam com outras empresas</strong></p>



<p>Uma das principais mudanças trazidas pela Reforma Tributária é a possibilidade de aproveitamento de créditos de IBS e CBS quando esses tributos são recolhidos pelo regime regular. Nas operações entre empresas, esse mecanismo pode tornar fornecedores mais competitivos, já que os clientes poderão utilizar esses créditos na apuração dos impostos.</p>



<p>Para João Victor da Silva, essa é uma das razões pelas quais a decisão deve ser tomada com base em estudos e simulações.</p>



<p>&#8220;Duas empresas com faturamento semelhante podem chegar a conclusões completamente diferentes. O que determina a melhor escolha é o modelo de negócio, a cadeia de fornecedores, o perfil dos clientes e a forma como a empresa opera.&#8221;</p>



<p>De acordo com João Victor, justamente por envolver tantas variáveis, a recomendação é que as empresas iniciem essa análise antes da abertura do prazo de opção.</p>



<p>&#8220;A Reforma Tributária muda a forma como as empresas precisam planejar seus tributos. Quanto antes esse estudo começar, maior será a segurança para tomar uma decisão alinhada à realidade do negócio e evitar escolhas precipitadas.&#8221;</p>



<p>Embora a implementação completa da Reforma Tributária aconteça de forma gradual até 2033, o economista destaca que este já é um dos primeiros reflexos concretos das novas regras no dia a dia das empresas.</p>



<p>&#8220;A transição será longa, mas o planejamento começa agora. As empresas que compreenderem essas mudanças desde o início terão mais tempo para avaliar cenários, organizar seus processos e tomar decisões com mais segurança.&#8221;</p>
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		<title>Boletos x Reforma Tributária: empresas podem pagar imposto sobre dinheiro que nunca receberam</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/boletos-x-reforma-tributaria-empresas-podem-pagar-imposto-sobre-dinheiro-que-nunca-receberam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária chegou com a promessa de simplificar. Mas, na prática do dia a dia das empresas, ela trouxe também um novo nível de atenção que muitos gestores ainda não perceberam: cada detalhe operacional, inclusive a forma como um desconto é concedido em uma fatura ou boleto, tem impacto direto sobre quanto de imposto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Reforma Tributária chegou com a promessa de simplificar. Mas, na prática do dia a dia das empresas, ela trouxe também um novo nível de atenção que muitos gestores ainda não perceberam: cada detalhe operacional, inclusive a forma como um desconto é concedido em uma fatura ou boleto, tem impacto direto sobre quanto de imposto a empresa vai pagar e, consequentemente, sobre o seu caixa.</p>



<p>Para Ulisses Brondi, CEO da ASIS Tax Tech, especializada em soluções para gestão tributária, não dá mais para gerenciar o tributário de forma reativa e sem controle. &#8220;A Reforma Tributária mudou a lógica do imposto sobre consumo no Brasil e, agora, um detalhe que antes passava despercebido, como a forma em que um desconto é registrado no boleto, pode ter impacto direto nas finanças de uma empresa&#8221;.</p>



<p>A afirmação não é exagero. Com a criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), regulamentados pelo Decreto nº 12.955/2026 e pela Resolução CGIBS nº 6/2026, uma distinção aparentemente técnica entre desconto incondicional e desconto condicional passou a ter um grande peso financeiro.</p>



<figure class="wp-block-image"><img alt=""/></figure>



<p><em><strong>Ulisses Brondi, CEO da ASIS Tax Tech</strong></em></p>



<p>Na prática, descontos incondicionais não integram a base de cálculo do IBS e da CBS. &#8220;Se o desconto for concedido diretamente na nota fiscal ou no documento de cobrança, sem depender de nenhuma condição futura, ele reduz o valor sobre o qual o imposto incide. Porém, se o desconto for condicional, ou seja, se ele depender de um evento futuro, como o pagamento do boleto até o vencimento, a lógica muda completamente. O imposto é calculado sobre o valor cheio da operação, mesmo que o cliente efetivamente pague menos&#8221;, explica o executivo.</p>



<p>Imagine uma loja de materiais de construção que vende R$ 10.000 em mercadorias para um cliente. Ela quer conceder um desconto de 5% para incentivar o pagamento rápido. Assim, a loja concede os 5% de desconto diretamente na nota fiscal, sem condição alguma. O valor da operação registrado já é de R$ 9.500. O IBS e a CBS incidem sobre R$ 9.500, e paga-se imposto sobre o que o cliente realmente pagou.</p>



<p>Mas, se a loja emite a nota fiscal por R$ 10.000 e insere no boleto a cláusula: &#8220;5% de desconto se pago até o vencimento&#8221;, o cliente paga R$ 9.500, mas o IBS e a CBS incidem sobre R$ 10.000. Ou seja, a empresa recolhe imposto sobre um valor que não recebeu integralmente.</p>



<p>A diferença parece pequena. Mas, multiplicada por centenas de operações mensais, com alíquotas de IBS e CBS que, somadas, podem superar 25% quando a reforma estiver plenamente implementada em 2033, o impacto no caixa pode ser significativo.</p>



<p>&#8220;Esse é exatamente o tipo de detalhe que precisa ser revisado agora. Com o split payment, que vai separar o valor do imposto no momento do pagamento, diretamente para o governo, quem errar na base de cálculo vai sentir o impacto no caixa de forma imediata, sem tempo para corrigir depois&#8221;, alerta Ulisses.</p>



<p><strong>O Split Payment muda tudo</strong></p>



<p>A questão dos descontos não existe sozinha. Com a Reforma Tributária, foi criado o Split Payment: um mecanismo pelo qual, no momento em que o cliente paga (via Pix, boleto ou transferência), o sistema bancário separa automaticamente a parcela de IBS e CBS e a envia diretamente ao governo.</p>



<p>Em uma compra de R$ 100, por exemplo, se R$ 20 forem tributos, o sistema divide o valor no momento do pagamento: o cliente continua pagando R$ 100, mas R$ 80 vão para a empresa e R$ 20 são enviados diretamente ao governo.</p>



<p>&#8220;O impacto disso no fluxo de caixa é profundo. Hoje, muitas empresas usam o intervalo entre a venda e o vencimento do imposto para movimentar capital de giro. Com o split payment, esse intervalo desaparece&#8221;, diz o executivo.</p>



<p>Para o CEO da ASIS, 2026 é um ano de testar, corrigir e se posicionar. &#8220;Quem revisar suas políticas comerciais e a forma como documenta os descontos ainda em 2026 vai chegar em 2027 muito mais preparado e com menos risco de autuação&#8221;, conclui Ulisses.</p>
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		<item>
		<title>IA já assume até 45% das operações financeiras e muda rotina dos CFOs</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/ia-ja-assume-ate-45-das-operacoes-financeiras-e-muda-rotina-dos-cfos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:09:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A transformação digital vem alterando profundamente a rotina das áreas financeiras. Atividades que durante décadas dependeram de conferências manuais, aprovações sucessivas e análise operacional passaram a ser executadas por sistemas inteligentes capazes de processar informações, identificar padrões e automatizar decisões.&#160; Segundo estudo publicado pela World Scientific, soluções baseadas em Machine Learning já conseguem assumir até [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A transformação digital vem alterando profundamente a rotina das áreas financeiras. Atividades que durante décadas dependeram de conferências manuais, aprovações sucessivas e análise operacional passaram a ser executadas por sistemas inteligentes capazes de processar informações, identificar padrões e automatizar decisões.&nbsp;</p>



<p>Segundo estudo publicado pela World Scientific, <a href="https://www.worldscientific.com/doi/pdf/10.1142/9781800618428_0001?srsltid=AfmBOoqa40Aswp5Pu-M_1l0GI_0xpUxZsiCHWSGrpsSk1n2UbQaGPFWb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">soluções baseadas em Machine Learning já conseguem assumir até 45% dos fluxos de trabalho operacionais</a> e financeiros das empresas.</p>



<p>O avanço da automação ocorre em um momento de crescente pressão por eficiência, controle de custos e agilidade na tomada de decisões. Mais do que reduzir tarefas repetitivas, a tecnologia tem provocado uma mudança estrutural no papel das lideranças financeiras, especialmente dos Chief Financial Officers (CFOs), executivos responsáveis pela gestão financeira das empresas , que passam a dedicar menos tempo a processos operacionais e mais atenção à estratégia dos negócios.</p>



<p>A mudança reflete uma tendência observada em empresas de diferentes portes e setores, nas quais a área financeira deixa de ser vista apenas como responsável pelo controle de despesas para assumir uma posição mais próxima da inteligência de mercado, do planejamento corporativo e da geração de valor para o negócio.</p>



<h2>O fim da rotina baseada em planilhas</h2>



<p>Tradicionalmente, grande parte do tempo das equipes financeiras era consumida por atividades como validação de documentos, conferência de despesas, aprovação de pagamentos, controle de reembolsos e elaboração de relatórios.</p>



<p>Embora essenciais para a operação das empresas, essas tarefas possuem alto grau de repetição e demandam significativa dedicação das equipes. Com o avanço da Inteligência Artificial, muitos desses processos passaram a ser executados de forma automática, reduzindo erros, acelerando fluxos internos e aumentando a eficiência operacional.</p>



<p>A automação também permite maior padronização dos processos, ampliando a visibilidade sobre dados financeiros e facilitando auditorias, controles internos e práticas de governança corporativa.</p>



<h2>CFO passa a atuar de forma mais estratégica</h2>



<p>Com a redução das atividades operacionais, o papel do CFO vem sendo redefinido dentro das organizações. Em vez de concentrar esforços na supervisão de rotinas administrativas, esses executivos passam a atuar de forma mais próxima das decisões estratégicas relacionadas ao crescimento da empresa.</p>



<p>Entre as atribuições que ganham espaço estão a análise de cenários econômicos, a avaliação de oportunidades de expansão, a captação de recursos, a gestão de riscos e o suporte à tomada de decisão baseada em dados.</p>



<p>Nesse contexto, a área financeira deixa de funcionar apenas como um centro de controle para se tornar uma fonte de inteligência capaz de apoiar diferentes áreas do negócio.</p>



<h2>Gestão de despesas ganha protagonismo</h2>



<p>Uma das áreas mais impactadas pela automação é a gestão de despesas corporativas. Processos relacionados a reembolsos, viagens, prestação de contas e controle de gastos costumam envolver grande volume de documentos e verificações, tornando-se candidatos naturais para aplicação de Inteligência Artificial.</p>



<p>A adoção de plataformas especializadas permite automatizar aprovações, consolidar informações em tempo real e identificar inconsistências com maior rapidez. Como resultado, empresas conseguem reduzir retrabalho, aumentar a transparência e fortalecer mecanismos de controle financeiro.</p>



<p>O movimento também impulsiona a adoção de <a href="https://paytrack.com.br/viagens-corporativas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataformas de gestão de viagens corporativas</a>, que ajudam organizações a integrar reservas, despesas, políticas internas e prestação de contas em um único ambiente digital.</p>



<h2>Inteligência Artificial deixa de ser tendência e vira infraestrutura</h2>



<p>Especialistas apontam que a próxima etapa da transformação digital não estará apenas na adoção pontual de ferramentas de IA, mas na incorporação da tecnologia como parte da infraestrutura operacional das empresas.</p>



<p>À medida que sistemas inteligentes assumem tarefas repetitivas e operacionais, profissionais financeiros tendem a concentrar esforços em atividades que exigem interpretação, visão de mercado e capacidade de tomada de decisão.</p>



<p>Nesse cenário, a Inteligência Artificial deixa de atuar apenas como ferramenta de produtividade e passa a desempenhar um papel central na construção de organizações mais eficientes, ágeis e orientadas por dados. Para os CFOs, isso significa uma mudança de função: menos tempo dedicado ao processamento de informações e mais foco na definição dos rumos do negócio.</p>



<p>A tendência reforça uma transformação mais ampla dentro das empresas. Se antes a tecnologia era vista como apoio às operações financeiras, agora ela passa a assumir parte relevante dessas atividades, permitindo que lideranças concentrem esforços naquilo que máquinas ainda não conseguem substituir: análise estratégica, visão de longo prazo e tomada de decisões em ambientes cada vez mais complexos.</p>
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