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	<description>Educação Financeira e Gestão Empresarial</description>
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		<title>Bares e restaurantes sofrem com endividamento e com as bets, alvos do Desenrola 2.0 lançado pelo governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o lançamento do Desenrola Brasil 2.0, o governo federal mira nos efeitos econômicos e sociais da expansão das apostas online no país. A nova versão do programa foi anunciada com foco na renegociação de dívidas de famílias e pequenos negócios e traz, entre suas medidas, o bloqueio de apostas online por um ano para [&#8230;]</p>
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<p>Com o lançamento do Desenrola Brasil 2.0, o governo federal mira nos efeitos econômicos e sociais da expansão das apostas online no país. A nova versão do programa foi anunciada com foco na renegociação de dívidas de famílias e pequenos negócios e traz, entre suas medidas, o bloqueio de apostas online por um ano para quem aderir à iniciativa.</p>



<p>O movimento ocorre em meio a novos levantamentos que apontam o peso crescente das bets sobre o orçamento das famílias: de janeiro de 2023 a março de 2026, a inadimplência associada às apostas retirou R$ 143 bilhões do comércio varejista, segundo a CNC. Enquanto o gasto dos brasileiros com essas plataformas superou R$ 30 bilhões por mês.</p>



<p>Para o setor de alimentação fora do lar, esse impacto está bem mapeado. Pesquisa da Abrasel realizada em 2024 mostrou que 43,5% dos empresários ouvidos percebem influência das bets na gestão ou no resultado do estabelecimento. Entre os que identificam esse efeito, os principais reflexos aparecem no comportamento dos funcionários, na frequência de consumidores e no desempenho das vendas.</p>



<p>Quando uma fatia crescente do orçamento doméstico passa a ser drenada pelas apostas, a alimentação fora do lar tende a perder espaço. Entre os empresários que perceberam impacto das bets na frequência dos clientes, 62,1% relataram queda. No gasto individual, 62,2% também apontaram redução.</p>



<p>Os dados apontam uma relação entre o avanço das apostas e a retração do consumo no setor. Entre os empresários do setor, 86,2% disseram enxergar relação direta entre os hábitos de aposta dos consumidores e a perda de movimento nos estabelecimentos.</p>



<p><strong>Pressão também chega ao ambiente de trabalho</strong></p>



<p>O impacto das bets, porém, também alcança o cotidiano das equipes. Entre os empresários que identificaram mudanças no comportamento dos funcionários que apostam online, 75,5% citaram aumento do endividamento pessoal e 55,1% registraram aumento dos pedidos de adiantamento salarial.</p>



<p>É nesse ponto que o Desenrola 2.0 ganha relevância adicional para o setor. Ao prever renegociação de dívidas com descontos de 30% a 90%, prazos mais longos para pagamento e bloqueio temporário das apostas para aderentes, o programa pode funcionar como uma tentativa de reorganização financeira para trabalhadores que já dão sinais de renda comprometida.</p>



<p>O novo programa também amplia condições para micro e pequenas empresas, com carência maior para início do pagamento, aumento do prazo máximo de quitação e expansão do limite de crédito. Eixo de atuação fundamental para bares e restaurantes, visto que 39% das empresas do setor possuem pagamentos em atraso, segundo outra pesquisa recente da Abrasel, feita em abril.</p>



<p>Para Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel, a questão merece atenção justamente porque reúne duas pressões relevantes sobre o setor. De um lado, o dinheiro comprometido com apostas reduz a frequência e o tíquete médio do consumidor. De outro, a alta da inadimplência se traduz em efeitos concretos sobre os trabalhadores, como maior endividamento e mais pedidos de adiantamento.</p>



<p>“Os novos levantamentos reforçam que esse é um problema que merece muita atenção. O setor sente isso dos dois lados do balcão: o consumidor sai menos e gasta menos, enquanto cresce a pressão financeira sobre os trabalhadores, com aumento do endividamento e dos pedidos de adiantamento. As ações do governo ganham importância justamente por tentar reorganizar esse cenário, num momento em que as bets já impactam consumo, vendas e rotina de trabalho”, comenta.</p>
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		<title>Febre do álbum da Copa reacende consumo impulsivo e exige controle financeiro do brasileiro</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/febre-do-album-da-copa-reacende-consumo-impulsivo-e-exige-controle-financeiro-do-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:14:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proximidade da Copa do Mundo volta a movimentar o consumo no Brasil, impulsionada pela tradicional corrida para completar o álbum de figurinhas. O fenômeno, que se repete a cada edição do torneio, ganha força em um momento de atenção redobrada com as finanças: levantamento do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas [&#8230;]</p>
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<p>A proximidade da Copa do Mundo volta a movimentar o consumo no Brasil, impulsionada pela tradicional corrida para completar o álbum de figurinhas. O fenômeno, que se repete a cada edição do torneio, ganha força em um momento de atenção redobrada com as finanças: levantamento do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), divulgado em 2025, aponta que 46% dos brasileiros admitem fazer compras por impulso com frequência, especialmente em períodos sazonais. </p>



<p>Para especialistas, a combinação entre apelo emocional e compras recorrentes pode gerar impacto relevante no orçamento.</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/ricardohiraki" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ricardo Hiraki</a>, sócio-fundador da&nbsp;<a href="https://planofp.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plano Fintech</a>&nbsp;e especialista em educação financeira, afirma que o comportamento coletivo intensifica o consumo. “A Copa cria um senso de pertencimento. As pessoas querem participar, completar o álbum, trocar figurinhas. Isso ativa o efeito manada e faz com que decisões financeiras sejam menos racionais”, diz.</p>



<p>O movimento não se limita ao entretenimento. Segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), datas e eventos específicos elevam temporariamente o consumo das famílias, muitas vezes sem planejamento prévio.&nbsp;</p>



<p>No caso das figurinhas, o impacto se dilui em pequenos valores, o que dificulta a percepção do gasto total. “Um pacote parece barato, mas a repetição diária ou semanal transforma isso em um valor significativo no fim do mês”, afirma o especialista.</p>



<p>A dinâmica evidencia um padrão comum no consumo impulsivo. Pequenas compras recorrentes, associadas a estímulos emocionais, passam despercebidas no dia a dia, mas comprometem a organização financeira. “O problema não é o álbum em si, mas a falta de limite. Quando não há planejamento, o hobby deixa de ser lazer e passa a gerar descontrole”, afirma.</p>



<p>Casos de extrapolação não são raros. Em edições anteriores da Copa, relatos de consumidores que gastaram centenas ou até milhares de reais para completar o álbum ganharam repercussão. O padrão se repete agora, com maior facilidade de compra digital e acesso ampliado aos produtos. “Hoje, a compra é mais acessível, o que reduz a barreira e aumenta o risco de excesso”, explica.</p>



<p>Além do impacto direto no orçamento, o comportamento revela fragilidades na educação financeira. A ausência de planejamento para gastos sazonais tende a se repetir em outros momentos, como datas comemorativas e promoções. “Quem não se organiza para um evento como a Copa provavelmente também terá dificuldade em outras situações de consumo emocional”, diz.</p>



<p>Para empresas, o fenômeno também traz oportunidades. O aumento da demanda abre espaço para estratégias de venda, ações promocionais e engajamento do consumidor. Ao mesmo tempo, exige responsabilidade na comunicação e na oferta de produtos. “Negócios que entendem o comportamento do consumidor conseguem vender mais, mas também podem contribuir com práticas conscientes, como incentivo à troca de figurinhas e kits mais equilibrados”, afirma.</p>



<p><strong>O especialista aponta cinco formas de evitar gastos impulsivos com o álbum da Copa e proteger o orçamento&nbsp;</strong></p>



<p>Diante do aumento dos gastos impulsivos, o especialista aponta medidas práticas para manter o equilíbrio financeiro durante períodos de maior consumo:</p>



<ul>
<li><strong>Definir um limite de gasto antes de começar<br>Estabelecer um valor máximo para investir no álbum ajuda a evitar excessos e mantém o controle ao longo do processo.</strong></li>



<li>Acompanhar os gastos ao longo das semanas<br>Registrar cada compra permite visualizar o total acumulado e ajustar o comportamento antes que o orçamento seja comprometido.</li>



<li>Priorizar trocas em vez de novas compras<br>Participar de grupos e encontros para troca de figurinhas reduz a necessidade de adquirir novos pacotes.</li>



<li>Evitar compras por impulso em momentos emocionais<br>Reconhecer o impulso e adiar a decisão de compra pode reduzir gastos desnecessários.</li>



<li>Incluir o gasto no planejamento mensal<br>Tratar o álbum como uma despesa planejada, e não eventual, ajuda a manter a organização financeira.</li>
</ul>



<p>Para o especialista, o principal ponto é a consciência sobre o próprio comportamento. “Não se trata de deixar de participar, mas de fazer isso com clareza. Quando o consumidor entende para onde o dinheiro está indo, ele passa a ter mais controle e toma decisões melhores”, afirma.</p>



<p>O fenômeno do álbum da Copa, embora pontual, expõe um padrão recorrente no consumo brasileiro. Pequenos gastos, quando não monitorados, acumulam impacto relevante e comprometem o equilíbrio financeiro. A diferença está na forma como cada consumidor se organiza para lidar com esses estímulos.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa mostra que 90% dos CFOs se apoiam em IA para tomar decisões</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/pesquisa-mostra-que-90-dos-cfos-se-apoiam-em-ia-para-tomar-decisoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa da consultoria global Deloitte, realizada com executivos que ocupam cargo de CFO (Chief Financial Officer, ou diretor de finanças) na Europa, aponta que 90% deles se apoiam em inteligência artificial generativa em até 25% das decisões estratégicas que tomam. Mais de um terço dos entrevistados espera que esse uso seja ainda maior, se [&#8230;]</p>
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<p>Uma pesquisa da consultoria global Deloitte, realizada com executivos que ocupam cargo de CFO (Chief Financial Officer, ou diretor de finanças) na Europa, aponta que 90% deles se apoiam em inteligência artificial generativa em até 25% das decisões estratégicas que tomam. Mais de um terço dos entrevistados espera que esse uso seja ainda maior, se expandindo para mais da metade das decisões estratégicas, dentro de cinco anos.</p>



<p>Além disso, 70% desses CFOs esperam um aumento na receita em 2026, ao mesmo tempo em que estão considerando reduções na força de trabalho de suas organizações. Assim, avalia a pesquisa, o crescimento da receita estimado pelos executivos é impulsionado pela digitalização, automação e estratégias de precificação, e não pelo aumento do volume de vendas devido ao crescimento do quadro de funcionários. “Muitas empresas europeias têm um foco estratégico em ‘fazer mais com menos’”, sublinha o estudo.</p>



<p>Por outro lado, os executivos consideram que os orçamentos das organizações destinados à IA generativa para o setor financeiro precisam ser acelerados, para acompanhar suas expectativas. O estudo indica que mais de 80% das organizações pretendem gastar menos de um quarto de seu orçamento de tecnologia e digitalização em IA, em um futuro próximo.</p>



<p>Para o especialista Alysson Guimarães, fundador e CEO da LeverPro (empresa brasileira de tecnologia, especialmente com IA embarcada, para gestão financeira), o diagnóstico trazido pela consultoria Deloitte sinaliza um cenário desafiador para os executivos de finanças. Isso porque enfrentam uma contradição clara: ao mesmo tempo em que a tecnologia se consolida como aliada, os investimentos ainda não acompanham o valor que ela é capaz de gerar.</p>



<p>“Há um otimismo entre os CFOs, quando apostam em crescimento das receitas, proporcionado pelas inovações tecnológicas. Mas uma boa dose de cautela também, na medida em que veem suas organizações pouco expandindo a fatia de orçamento para investimentos em tecnologias”, assinala Guimarães. “Como diz o estudo, a IA [na gestão financeira] veio para ficar, mas os orçamentos ainda não acompanham as expectativas&#8221;.</p>



<p>Uma constatação da pesquisa ilustra essa ambiguidade mencionada pelo CEO da LeverPro. Segundo o levantamento, 80% dos entrevistados relatam que a influência do CFO no conselho de administração de suas empresas aumentou. Entretanto, a escassez de habilidades em dados, tecnologia digital e IA tem representado uma grande barreira à transformação. “Mais da metade dos CFOs identifica, na pesquisa, carências nessas áreas”, assinala Guimarães.</p>



<p>O estudo informa também que empresas focadas em serviços e tecnologia estão em condições mais favoráveis, para ampliar suas receitas por meio de ganhos de produtividade, com automação e da adoção de IA. “Em contrapartida, empresas manufatureiras lidam com perspectivas de receita mais fracas e podem reduzir o quadro de funcionários para se concentrarem na estabilização das operações”, observa o CEO da LeverPro.</p>



<p>Sobre as prioridades dos diretores financeiros para 2026, o levantamento da Deloitte indica ser crescimento orgânico para 26% deles e redução de custos para 20%. Outras prioridades são a redução de despesas operacionais (12%), a expansão para novos mercados (11%), aquisições e lançamentos de produtos (10% cada).</p>



<p>“Em síntese, o estudo da Deloitte nos comunica que, para os CFOs, as demandas em suas organizações e tarefas estão claras: alinhar seus talentos, sua precificação e suas decisões de investimento com a dinâmica do setor em que atuam e com o prazo que a empresa almeja obter retorno”, sublinha Guimarães.</p>
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		<item>
		<title>Mãe gasta, mãe deve, mãe investe:  conheça 5 perfis financeiros das mães brasileiras </title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/mae-gasta-mae-deve-mae-investe-conheca-5-perfis-financeiros-das-maes-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:08:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, um número significativo de domicílios é chefiado por mulheres, que assumiram mais responsabilidades econômicas ao longo dos anos, mas ainda enfrentam desafios para alcançar a equidade no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, no último trimestre de 2025, a taxa de desocupação foi de 6,2% para as mulheres, enquanto a dos homens ficou [&#8230;]</p>
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<p>No Brasil, um número significativo de domicílios é chefiado por mulheres, que assumiram mais responsabilidades econômicas ao longo dos anos, mas ainda enfrentam desafios para alcançar a equidade no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, no último trimestre de 2025, a taxa de desocupação foi de 6,2% para as mulheres, enquanto a dos homens ficou em 4,2%.</p>



<p>Apesar disso, uma pesquisa da Serasa em parceria com o Opinion Box, divulgada em fevereiro de 2026, revela que 34% das mulheres são as únicas responsáveis por manter a família financeiramente, percentual que sobe para 45% entre as classes D e E. Um agravante é que mais de 11,3 milhões de mulheres no país são mães solo e criam seus filhos sem uma rede de apoio, segundo dados da FGV referentes a 2022.</p>



<p>Os números mostram que, ao se tornar mãe, o planejamento financeiro se torna ainda mais essencial. Os gastos com a criação de um filho até a vida adulta podem variar enormemente conforme o padrão de vida da família. Estimativas de consultorias e institutos de pesquisa, como as divulgadas por materiais de planejamento familiar em 2026, apontam que o custo total pode oscilar entre R$ 50 mil e R$ 2 milhões, dependendo da região e das escolhas dos pais.</p>



<p>Para manter uma vida material confortável, as mães (e pais!) precisam aprender sobre educação financeira e transmitir esses valores para os filhos desde cedo, bem como entender o próprio perfil de gastos. A seguir, Ana Paula Oliveira, executiva de negócios da<strong>&nbsp;</strong><a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiYWM5NWZiMjUtMWMzNS00Zjk0LTg5NjUtMDhkZWE2OTM4NjFkIiwicGVyc29uSWQiOiI5NmFiMzhiOC01MTg5LTQyMzgtYTc1NC0zYjg3N2QyMTFjMjgiLCJlbWFpbCI6InZpY3RvckBmaW5jYXRjaC5jb20uYnIiLCJ1cmwiOiJodHRwczovL3d3dy5zaW1wbGljLmNvbS5ici8iLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IlRydWUiLCJuYmYiOjE3NzgwNjk4NDUsImV4cCI6MTc4MDY2MTg0NSwiaWF0IjoxNzc4MDY5ODQ1fQ.OFCHfIVYpwO4c78rGa-wamj3UxCobbB57Hgf2IZEA_k" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Simplic</a>, fintech de crédito pessoal online, explica quais são os cinco perfis mais comuns das mães quando se trata de dinheiro. Confira:</p>



<h2><strong>Mães com perfil gastador</strong></h2>



<p>Mulheres com esse perfil costumam gastar toda a renda mensal disponível. Isso não significa, necessariamente, que elas acumulam dívidas; contudo, dificilmente conseguem fazer sobrar dinheiro. Por serem impulsivas e motivadas pelo prazer imediato que sentem ao comprar, podem deixar de construir uma reserva financeira ou realizar investimentos.</p>



<p>“As mães com perfil gastador precisam desenvolver autocontrole, estabelecer um orçamento e desenvolver estratégias para controlar os gastos. É uma maneira de dar o exemplo mais adequado aos filhos e evitar dar início a uma longa cadeia de endividamento familiar”, aconselha Ana.</p>



<h2><strong>Mães com perfil devedor</strong></h2>



<p>Mulheres com esse perfil tendem a ter um longo histórico de dívidas. Como têm dificuldade em controlar os gastos, costumam recorrer a alternativas de crédito desvantajosas, que comprometem ainda mais o equilíbrio financeiro da família.</p>



<p>“Para mulheres com perfil devedor, é importante aprender a administrar as dívidas, bem como buscar soluções alternativas para reduzi-las. Uma ideia é substituir ‘dívidas caras’, como as do rotativo do cartão de crédito ou do cheque especial, por ‘dívidas mais baratas’, como um empréstimo pessoal com juros reduzidos”, opina a executiva.</p>



<h2><strong>Mães com perfil poupador</strong></h2>



<p>Mulheres com esse perfil costumam ter mais equilíbrio financeiro, pois além de controlarem os gastos, colocam a segurança financeira em primeiro lugar, mantendo o hábito de guardar dinheiro para emergências. Também planejam o futuro dos filhos, guardando algum montante para despesas com educação.</p>



<p>“O único ponto de atenção para mães com perfil poupador está na tendência de adotar uma postura excessivamente cautelosa, o que pode limitar a visão para oportunidades que poderiam fazer o dinheiro render de forma segura. Em alguns casos, essa atitude também leva a renunciar a momentos de lazer, seus e de seus filhos, deixando de curtir o presente”, sugere.</p>



<h2><strong>Mães com perfil investidor</strong></h2>



<p>Mulheres com esse perfil buscam aprender sobre finanças para diversificar seus investimentos e assumem riscos em busca de retornos financeiros mais robustos, especialmente para aumentar o patrimônio. Mas devem tomar cuidado para não perder dinheiro em investimentos de alto risco, colocando a estabilidade financeira da família em xeque.</p>



<h2><strong>Mães com perfil “desligado”</strong></h2>



<p>Mulheres com esse perfil não gastam tudo o que ganham, tampouco têm dívidas; contudo, costumam deixar o dinheiro parado na conta corrente e não estabelecem objetivos financeiros, demonstrando completo desinteresse pelo assunto. O desafio para essas pessoas é desenvolver consciência financeira, educar-se sobre o assunto e aprender a investir.</p>



<p>Independente do perfil financeiro de cada mulher,&nbsp;53% dos pais brasileiros começam a conversar sobre finanças com os filhos antes dos 8 anos de idade, de acordo com uma pesquisa da Serasa e Opinion Box. Além disso,&nbsp;39% das famílias oferecem mesada às crianças&nbsp;como ferramenta de aprendizado financeiro prático, segundo o mesmo levantamento.</p>
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		<title>Estudo alerta: febre das bets e juros altos atuam como &#8220;ralo digital&#8221; e destroem poupança dos brasileiros na velocidade do Pix</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/estudo-alerta-febre-das-bets-e-juros-altos-atuam-como-ralo-digital-e-destroem-poupanca-dos-brasileiros-na-velocidade-do-pix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:41:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Intitulado “O Ralo Digital”, o levantamento mostra como a combinação de juros elevados com a expansão das plataformas de apostas vem drenando liquidez do país em ritmo acelerado, potencializado pela instantaneidade do Pix. De acordo com a análise, o impacto desse movimento foi suficiente para neutralizar, quase por completo, a injeção de liquidez promovida pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Intitulado “O Ralo Digital”, o levantamento mostra como a combinação de juros elevados com a expansão das plataformas de apostas vem drenando liquidez do país em ritmo acelerado, potencializado pela instantaneidade do Pix.</p>



<p>De acordo com a análise, o impacto desse movimento foi suficiente para neutralizar, quase por completo, a injeção de liquidez promovida pelo Estado durante a pandemia de COVID-19, funcionando como um verdadeiro “antiestímulo” à economia real.</p>



<ul>
<li>Entre as principais conclusões do estudo, destacam-se:</li>



<li>Destruição ativa de patrimônio: mais do que reduzir o consumo, as famílias estão utilizando reservas financeiras, com saques em poupança e depósitos a prazo;</li>



<li>Desespero com “zero atrito”: a facilidade do Pix viabiliza transferências imediatas, seja para apostas ou para cobrir dívidas pressionadas pelos juros elevados;</li>



<li>Evasão de capital: os recursos destinados às plataformas de apostas não retornam à economia produtiva, permanecendo fora do sistema bancário tradicional ou sendo enviados ao exterior;</li>



<li>Efeito em cadeia nas empresas: a retração do consumo impacta diretamente o faturamento das companhias, que passam a enfrentar pressão adicional em um cenário de crédito mais caro.</li>
</ul>



<p>O estudo foi elaborado com base em 179 observações mensais, a partir de modelos econométricos aplicados a dados do Banco Central do Brasil, e identificou o início desse choque estrutural em janeiro de 2022.</p>



<p>Para Claudio Felisoni, presidente do IBEVAR e professor da FIA Business School, o fenômeno vai além de uma mudança pontual de comportamento financeiro: “As transferências para estas plataformas não constituem uma mera realocação de recursos. Trata-se, sim, de uma evasão estrutural permanente que asfixia o caixa do tecido empresarial e destrói o futuro financeiro das famílias brasileiras.”</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>No Dia da Mentira, conheça os principais mitos sobre investimentos que ainda confundem brasileiros</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/no-dia-da-mentira-conheca-os-principais-mitos-sobre-investimentos-que-ainda-confundem-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:34:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Frases como “investir é só para quem tem muito dinheiro” ou “é possível enriquecer rapidamente” são, por diversas vezes,&#160;repetidas como verdades, embora não reflitam a realidade do mercado. Segundo a XP, essas&#160;percepções&#160;têm origem, em parte, no histórico econômico do país, marcado por períodos de instabilidade e inflação elevada.&#160; De acordo com Rachel de Sá,&#160;estrategista de&#160;investimentos [&#8230;]</p>
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<p>Frases como “investir é só para quem tem muito dinheiro” ou “é possível enriquecer rapidamente” são, por diversas vezes,&nbsp;repetidas como verdades, embora não reflitam a realidade do mercado. Segundo a XP, essas&nbsp;percepções&nbsp;têm origem, em parte, no histórico econômico do país, marcado por períodos de instabilidade e inflação elevada.&nbsp;</p>



<p>De acordo com Rachel de Sá,&nbsp;estrategista de&nbsp;investimentos da&nbsp;XP, desmistificar essas ideias é fundamental para ampliar o acesso aos investimentos e evitar decisões baseadas em expectativas irreais. A&nbsp;estrategista&nbsp;destaca que o mercado financeiro se tornou mais acessível nos últimos anos, permitindo que investidores iniciem com valores menores, o que ajuda a derrubar a&nbsp;crença&nbsp;de que investir é restrito a quem tem muito dinheiro.&nbsp;</p>



<p>Outro equívoco recorrente é a expectativa de retorno rápido. Rachel afirma que a construção de patrimônio ocorre de forma gradual e exige disciplina, consistência&nbsp;e visão de longo prazo, não&nbsp;a busca por&nbsp;ganhos imediatos.&nbsp;</p>



<p>A especialista ressalta&nbsp;ainda&nbsp;que não existem aplicações totalmente livres de risco e que compreender o próprio perfil é um passo essencial antes de investir. Segundo ela, decisões mais conscientes tendem a estar alinhadas aos objetivos e ao nível de tolerância ao risco de cada investidor.&nbsp;</p>



<p>Entre os mitos mais comuns estão a ideia de que a poupança é sempre a alternativa mais segura e a&nbsp;impressão de que investir funciona como um “tudo ou nada”. Na prática,&nbsp;a XP explica que, embora existam opções mais conservadoras, nenhuma aplicação está completamente isenta de risco, e perdas totais são menos frequentes&nbsp;a&nbsp;depender&nbsp;do tipo de investimento.&nbsp;</p>



<p>Há um mito&nbsp;de que a Bolsa de Valores é restrita a poucos investidores. Em outros casos, a necessidade de&nbsp;prever o mercado para investir também aparece como barreira. Nesse ponto, Rachel pondera que tentar acertar o melhor momento não costuma ser uma estratégia eficiente, sendo mais relevante&nbsp;respeitar seu perfil de investidor, desenhar objetivos claros e manter&nbsp;a&nbsp;consistência ao longo do tempo.&nbsp;</p>



<p>Outro ponto destacado é a ideia de que o dinheiro fica “preso” ao investir.&nbsp;Rachel de Sá aponta&nbsp;que&nbsp;há produtos com diferentes níveis de liquidez, incluindo opções que permitem resgates rápidos, dependendo do objetivo do investidor.&nbsp;</p>



<p>Para a XP, o&nbsp;avanço das plataformas digitais e a maior oferta de produtos contribuíram para ampliar o acesso ao mercado financeiro, permitindo que mais brasileiros invistam com informação e planejamento.&nbsp;</p>
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		<title>Imposto de Renda exige planejamento ao longo do ano e passa a influenciar decisões financeiras antes da declaração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 21:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A temporada de declaração do Imposto de Renda volta ao centro das atenções dos brasileiros em meio a um período de transição nas regras do tributo, que começa a influenciar o planejamento financeiro das famílias e empresas ao longo de 2026. Embora a declaração entregue neste ano ainda siga, em linhas gerais, o modelo anterior, [&#8230;]</p>
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<p>A temporada de declaração do Imposto de Renda volta ao centro das atenções dos brasileiros em meio a um período de transição nas regras do tributo, que começa a influenciar o planejamento financeiro das famílias e empresas ao longo de 2026. Embora a declaração entregue neste ano ainda siga, em linhas gerais, o modelo anterior, mudanças estruturais já aprovadas, como ajustes na faixa de isenção, na progressividade da tributação e na incidência sobre diferentes tipos de renda, passam a afetar o planejamento fiscal desde o recebimento dos rendimentos, ampliando o impacto do imposto sobre decisões relacionadas à renda, investimentos e organização patrimonial.</p>



<p>Em 2025, a Receita Federal recebeu mais de&nbsp;<a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMDhlYjBkNTgtMzk3Zi00NTEwLTE3ZmQtMDhkZTdkMTdlOGMxIiwicGVyc29uSWQiOiI5NmFiMzhiOC01MTg5LTQyMzgtYTc1NC0zYjg3N2QyMTFjMjgiLCJlbWFpbCI6InZpY3RvckBmaW5jYXRjaC5jb20uYnIiLCJ1cmwiOiJodHRwczovL3d3dy5nb3YuYnIvcmVjZWl0YWZlZGVyYWwvcHQtYnIvYXNzdW50b3Mvbm90aWNpYXMvMjAyNS9tYWlvL3JlY2VpdGEtZmVkZXJhbC1kaXZ1bGdhLWJhbGFuY28tZmluYWwtZG8taW1wb3N0by1kZS1yZW5kYS1kZS0yMDI1IiwiaXNTZWdtZW50YXRpb24iOiJUcnVlIiwibmJmIjoxNzczMzM4NTUwLCJleHAiOjE3NzU5MzA1NTAsImlhdCI6MTc3MzMzODU1MH0.pGALIpWz87FPGYYRo3qBWRBdeFhAH9HyHNUXMKyoOt4" target="_blank" rel="noreferrer noopener">43 milhões de declarações</a>, evidenciando o alcance do tributo no orçamento doméstico. Especialista alerta que o principal equívoco do contribuinte ainda é tratar o Imposto de Renda apenas como uma obrigação anual e não como um instrumento contínuo de gestão financeira.</p>



<p>Segundo Carlos Castro, planejador financeiro e CEO da SuperRico, plataforma especializada em saúde financeira, o debate atual exige atenção redobrada justamente por causa da confusão comum entre o momento em que a regra passa a valer e o momento em que ela aparece na declaração. “Todas as mudanças estruturais passam a valer sobre a renda recebida em 2026. Ou seja, do ponto de vista da declaração, elas só aparecem em 2027. A declaração entregue em 2026 ainda segue, em linhas gerais, as mesmas regras anteriores. Essa distinção é fundamental para o contribuinte não se confundir”, explica Castro.</p>



<p><strong><u>2026 é ano de transição; 2027 inaugura novo modelo</u></strong></p>



<p>Para a declaração que será entregue em 2026 (ano-base 2025), não há mudanças estruturais profundas. As alterações mais relevantes, como a ampliação da faixa de isenção até R$ 5 mil mensais, ajustes na progressividade entre R$ 5 mil e R$ 7.350, a possível tributação de dividendos para rendas acima de R$ 50 mil por mês e a criação de mecanismos de imposto mínimo para rendas superiores a R$ 600 mil anuais, passam a valer apenas para o ano-calendário 2026, refletindo na declaração de 2027. Na prática, isso significa que 2026 funciona como um período de transição, enquanto 2027 será o primeiro ano sob o novo modelo estrutural.</p>



<p>De acordo com o especialista, o impacto no bolso não acontece na hora de preencher o programa da Receita, mas quando a renda é recebida. “O impacto financeiro real começa no fluxo de renda de 2026. O orçamento das famílias só sentirá as novas regras ao longo do ano, e o acerto acontecerá na declaração do ano seguinte. A declaração é apenas o retrato do que já aconteceu”, afirma.</p>



<p>Na declaração de 2026, trabalhadores CLT, autônomos, investidores e aposentados seguem as regras já conhecidas. A partir de 2027, porém, o cenário muda conforme o perfil do contribuinte. Trabalhadores de renda média tendem a ser beneficiados com a ampliação da faixa de isenção, enquanto investidores podem sentir os efeitos da tributação de dividendos. Já contribuintes de alta renda estarão sujeitos a mecanismos de progressividade ampliada e à possibilidade de incidência de imposto mínimo.</p>



<p>Para Castro, o risco não está apenas em pagar mais imposto, mas em não se preparar com antecedência. “O maior erro é esperar a declaração para pensar em imposto. O planejamento tributário começa no dia 1º de janeiro. Quem não ajusta retenções e estratégias de investimentos pode ser surpreendido depois”, alerta.</p>



<p><strong><u>Impacto direto no orçamento mensal</u></strong></p>



<p>O Imposto de Renda influencia diversas decisões financeiras do dia a dia, incluindo a retenção na fonte, a definição do pró-labore, a distribuição de dividendos, os regimes de contratação como CLT ou PJ e até a estratégia de investimentos adotada pelo contribuinte. Com as novas regras, podem ocorrer mudanças relevantes no fluxo de caixa mensal das famílias, na renda líquida disponível e também na estrutura societária de pequenos empresários.</p>



<p>Além disso, alterações estruturais aumentam o risco de erros na declaração, principalmente devido à confusão entre ano-base e ano de entrega e às mudanças na composição dos rendimentos, especialmente no caso dos dividendos, que terão impacto direto nas declarações futuras. Quanto maior a complexidade das regras, maior a possibilidade de inconsistência patrimonial, principal fator que leva contribuintes à malha fina.</p>



<p>Para o CEO da SuperRico, o Imposto de Renda deveria ser encarado como um verdadeiro balanço patrimonial anual, e não apenas como uma obrigação burocrática. “A declaração é, antes de tudo, um raio-x da vida financeira. Ela mostra ativos, passivos, evolução patrimonial e coerência entre renda e crescimento do patrimônio. A Receita Federal analisa exatamente essa coerência, o Imposto de Renda é o maior instrumento gratuito de planejamento patrimonial que o brasileiro recebe todos os anos”, afirma.</p>



<p>A declaração permite visualizar de forma estruturada todos os ativos do contribuinte, como imóveis, investimentos, participações societárias e veículos. Além dos passivos, incluindo financiamentos e dívidas, também evidencia a variação do patrimônio líquido ao longo do tempo e a coerência entre renda declarada e evolução patrimonial.</p>



<p>Segundo Castro, quem utiliza o IR apenas para “entregar no prazo” perde a oportunidade de medir o crescimento patrimonial, planejar sucessão, otimizar a carga tributária e avaliar se o aumento de renda está, de fato, se transformando em patrimônio. “Muita gente aumenta renda, mas não aumenta patrimônio, a renda vai toda para consumo. Esse diagnóstico é essencial para decisões estratégicas.”</p>



<p>Diante das mudanças previstas e dos impactos diretos no orçamento, o contribuinte precisa enxergar o Imposto de Renda como uma ferramenta de organização financeira. Mais do que uma obrigação anual, a declaração pode ajudar a acompanhar a evolução do patrimônio, planejar decisões financeiras e evitar custos tributários desnecessários ao longo do tempo.</p>
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		<title>Reforma tributária exige revisão imediata de preços e contratos para evitar perda de margem</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/reforma-tributaria-exige-revisao-imediata-de-precos-e-contratos-para-evitar-perda-de-margem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 19:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Valestrá, assessoria empresarial integrada, alerta que a Reforma Tributária já começa a produzir efeitos práticos nas empresas. Às vésperas do Dia do Consumidor, o risco para quem ainda trata o tema como distante é chegar aos próximos ciclos de venda com custos mal calculados, contratos engessados e perda de competitividade no preço final.&#160; Embora grande [&#8230;]</p>
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<p>A&nbsp;Valestrá, assessoria empresarial integrada, alerta que a Reforma Tributária já começa a produzir efeitos práticos nas empresas. Às vésperas do Dia do Consumidor, o risco para quem ainda trata o tema como distante é chegar aos próximos ciclos de venda com custos mal calculados, contratos engessados e perda de competitividade no preço final.&nbsp;</p>



<p>Embora grande parte do debate público ainda esteja concentrado&nbsp;no que pode mudar mais à frente, os primeiros reflexos operacionais já começaram a ser sentidos em 2026. Na prática, o tema deixou de ser apenas uma discussão legislativa e passou a exigir&nbsp;ação concreta das empresas, especialmente em planejamento tributário, revisão contratual, precificação e previsibilidade de caixa.&nbsp;</p>



<p>Além disso, estimativas indicam que a carga tributária do novo modelo de tributação do consumo poderá alcançar patamares próximos de 28%, o que tende a pressionar margens e exigir maior precisão na formação de preços e na estrutura de custos das empresas.&nbsp;</p>



<p>Para Keila&nbsp;Biazon, CEO da&nbsp;Valestrá, o principal erro, neste momento, é adiar o diagnóstico. “Muitas empresas ainda não têm clareza sobre o quanto pagam hoje em tributos municipais, estaduais e federais, como essa carga está distribuída e o quanto estão deixando de ganhar com uma gestão mais eficiente dos recursos. Sem essa fotografia, fica mais difícil prever impactos, renegociar contratos com fornecedores, precificar os próprios produtos e se preparar para o novo ambiente tributário”, afirma.&nbsp;</p>



<p><strong>Organização tributária é investimento, e não gasto</strong>&nbsp;</p>



<p>A falta de planejamento ultrapassa os bastidores do negócio e atinge em cheio o consumidor final. É o que chamamos de efeito cascata no nosso método de negócio: a ineficiência tributária no B2B (seja na indústria ou no atacado)&nbsp;que&nbsp;esmaga a margem da cadeia e resulta em um produto mais caro na gôndola. Proteger a retaguarda tributária das empresas é o que garante a competitividade de preço lá na frente.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Quando um negócio não se prepara e erra no cálculo de custos, deixando de aproveitar adequadamente os créditos tributários, perde margem. Parte desse impacto tende a ser absorvida em reajustes de preço — afetando diretamente o mercado e o bolso de quem compra. Por outro lado, organização tributária não deve ser tomada apenas como custo&nbsp;ou obrigação: ela também pode gerar ganho. O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) vem reiterando que cerca de 95% das empresas brasileiras pagam mais impostos do que deveriam, seja por erro de apuração ou pelo desconhecimento de benefícios fiscais. Empresas que se antecipam conseguem reduzir riscos, identificar oportunidades de economia, corrigir distorções, recuperar eficiência e tomar decisões com mais segurança — inclusive na capacidade de negociação e na formação de preços.&nbsp;</p>



<p>Nos&nbsp;setores com ciclos mais longos de venda, fornecimento ou prestação de serviços, o risco é ainda maior: contratos fechados agora podem carregar premissas antigas e se transformar em prejuízo no futuro. Ao mesmo tempo, empresas que se antecipam conseguem reduzir impactos, preservar margem, ganhar competitividade e até identificar oportunidades de redução de custos.&nbsp;Para isso, esses três passos são importantes&nbsp;para blindar a&nbsp;margem.&nbsp;</p>



<ol>
<li>Raio-X da Cadeia: Mapear quais fornecedores gerarão créditos plenos no novo sistema e quais encarecerão o custo do produto.&nbsp;</li>



<li>Revisão de Contratos Longos: Inserir cláusulas de reequilíbrio econômico-financeiro atreladas à transição do IBS/CBS.&nbsp;</li>



<li>Auditoria de Cadastro (NCM): Garantir que a classificação dos produtos esteja impecável para evitar o travamento de créditos e multas no novo modelo.&nbsp;</li>
</ol>



<p>“O empresário que não revisar as premissas de custo hoje,&nbsp;estará financiando&nbsp;a ineficiência da sua própria cadeia em 2026. A reforma não perdoa margens apertadas; quem não tem gestão cirúrgica do crédito tributário vai repassar preço, perder mercado e culpar a economia”,&nbsp;conclui Keila.&nbsp;</p>
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		<title>Girls math à brasileira: mulheres protagonizam gestão financeira dos lares brasileiros, aponta estudo</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/girls-math-a-brasileira-mulheres-protagonizam-gestao-financeira-dos-lares-brasileiros-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:33:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As mulheres dominam ou contribuem significativamente para a gestão financeira das famílias brasileiras, aponta estudo do Serasa em parceria com a Opinion Box. O levantamento revela que 93% das mulheres têm participação nas finanças da casa, e 33% são as principais responsáveis pelo provimento. “Esse empoderamento financeiro das mulheres é uma peça fundamental de autonomia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As mulheres dominam ou contribuem significativamente para a gestão financeira das famílias brasileiras, aponta estudo do Serasa em parceria com a Opinion Box. O levantamento revela que 93% das mulheres têm participação nas finanças da casa, e 33% são as principais responsáveis pelo provimento.</p>



<p>“Esse empoderamento financeiro das mulheres é uma peça fundamental de autonomia em suas vidas. Elas tendem a buscar mais orientações e ferramentas para gerenciar suas finanças de forma eficaz, promovendo a igualdade de gênero e fortalecendo a economia”, aponta Ana Paula Oliveira, especialista da Simplic, fintech de crédito pessoal online.</p>



<p>A pesquisa ainda aponta que&nbsp;31% das mulheres têm o endividamento como principal dificuldade financeira e, na tentativa de garantir a saúde financeira, oito a cada dez respondentes já precisaram recorrer a uma modalidade de crédito extra pelo menos uma vez.</p>



<p>“As mulheres ainda enfrentam desafios únicos no campo financeiro. Diferenças salariais, lacunas de investimento e estagnação monetária continuam a ser obstáculos que limitam seu potencial econômico e podem fazer com que elas recorram ao empréstimo, por exemplo”, complementa Ana.</p>



<p>Mas, apesar de as dificuldades financeiras também existirem no universo feminino, elas se mostram atentas às informações sobre como lidar com o dinheiro. Ainda segundo a pesquisa, 50% planejam conseguir pagar as contas atrasadas e 38% pretendem fazer um planejamento familiar. “Elas estão cientes que independência, mais qualidade de vida e segurança no lar se alcançam com estratégia e organização”, continua Ana.</p>



<p>Confira, a seguir, dicas que muitas mulheres já colocam em prática em seus núcleos familiares, mas que valem para todos:</p>



<p><strong>Anote seus gastos</strong></p>



<p>A ação de anotar, seja em uma planilha de gastos, um aplicativo de finanças ou um caderno, cria o hábito saudável do registro, essencial para ter controle.</p>



<p>“Anote as suas despesas, desde as recorrentes, como água e luz, até os pedidos esporádicos de delivery. Assim, é possível enxergar o tamanho real dos custos e ter mais clareza da situação financeira atual. A partir dessas anotações, você consegue analisar onde e como o dinheiro está sendo gasto, se existe desperdício e como contornar isso”, comenta Ana Paula.</p>



<p><strong>Faça uma reserva financeira</strong></p>



<p>Guardar dinheiro vai além de simplesmente acumular recursos; a reserva financeira cria uma rede de segurança em momentos de imprevistos, como despesas médicas inesperadas, reparos emergenciais ou perda de emprego. Além disso, ela proporciona a liberdade de perseguir metas mais amplas, como aquisição de bens duráveis, investimentos e planejamento para a aposentadoria.</p>



<p><strong>Estude sobre educação financeira</strong></p>



<p>Iniciativas educacionais, como workshops, cursos online e materiais educativos que abordam finanças pessoais são ótimos recursos. Eventos com especialistas e mentores também são uma estratégia para inspirar e orientar as mulheres em sua jornada financeira.</p>



<p>&#8220;Ficar atualizado sobre as mais recentes notícias sobre organização financeira, incluindo estratégias de poupança, o uso consciente do cartão de crédito e a identificação do momento ideal para solicitar empréstimos ou realizar investimentos, são ações que impactam positivamente ao longo do tempo&#8221;, orienta a executiva.</p>



<p><strong>Converse sobre o assunto</strong></p>



<p>É importante criar um ambiente onde as mulheres se sintam à vontade para discutir questões financeiras. Encorajar a troca de experiências, dúvidas e sucessos contribui para a construção de toda uma comunidade de apoio. A normalização da conversa sobre dinheiro reduz o estigma associado às finanças e fortalece a ideia de que todos, independentemente do gênero, merecem aprender a prosperar.</p>
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		<title>Empresas que sonham grande miram reduzir até 40% dos custos com contratações; entenda o que está por trás dessa conta</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/empresas-que-sonham-grande-miram-reduzir-ate-40-dos-custos-com-contratacoes-entenda-o-que-esta-por-tras-dessa-conta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 16:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=4448</guid>

					<description><![CDATA[<p>Contratar no Brasil custa caro, e não estamos falando apenas em questões de salários. Processos seletivos longos, desalinhamento entre vagas e perfis, alta rotatividade e retrabalho no RH fazem com que empresas acumulem perdas relevantes ao longo do ano.&#160; Não à toa,informações de mercado mostram que que organizações que têm metas agressivas de crescimento passaram [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Contratar no Brasil custa caro, e não estamos falando apenas em questões de salários. Processos seletivos longos, desalinhamento entre vagas e perfis, alta rotatividade e retrabalho no RH fazem com que empresas acumulem perdas relevantes ao longo do ano.&nbsp;</p>



<p>Não à toa,informações de mercado mostram que que organizações que têm metas agressivas de crescimento passaram a mirar um objetivo claro quando o assunto é departamento pessoal: reduzir em até 40% os custos envolvidos nas contratações.</p>



<p>O tema ganhou força à medida que áreas de gestão de pessoas passaram a ser cobradas não só por preencher vagas, mas por contratar melhor, mais rápido e com menos desperdício.&nbsp;</p>



<p>É nesse cenário que <a href="https://solides.com.br/">plataformas como a Sólides, especialista em gestão de Recursos Humanos</a>, ganham evidência no mercado para que a contratação deixe de ser uma etapa operacional e passe a integrar o planejamento estratégico das empresas.</p>



<p>A proposta é que se contrate melhor, mais rápido e com menos desperdício e ainda retenha talentos que podem contribuir para os objetivos da companhia futuramente.</p>



<h2>O que encarece os processos de contratação?</h2>



<p>Especialistas em RH apontam que o alto custo das contratações não está concentrado em um único fator, mas em uma combinação de falhas estruturais que se repetem em diferentes empresas:</p>



<ul>
<li>Falta de capacitação interna, que gera contratações equivocadas e turnover precoce;<br></li>



<li>Processos pouco estruturados, com etapas redundantes, prazos longos e baixa padronização;<br></li>



<li>Ausência de tecnologia adequada, dificultando triagem, análise de perfil e tomada de decisão;<br></li>



<li>Desalinhamento entre liderança e RH, que resulta em vagas mal definidas e expectativas irreais;<br></li>



<li>Retrabalho constante, desde reabertura de vagas até desligamentos em curto prazo.</li>
</ul>



<p>Na prática, cada erro de contratação gera um efeito cascata: custos com rescisão, novas seleções, perda de produtividade e impacto no clima organizacional.</p>



<h2>Tecnologia e estrutura como aliadas da eficiência</h2>



<p>É nesse ponto que soluções de RH passam a ser vistas não como custo, mas como investimento.&nbsp;</p>



<p>Empresas que estruturam melhor seus processos, utilizam dados para tomada de decisão e adotam ferramentas adequadas conseguem reduzir tempo de contratação, melhorar a qualidade das admissões e minimizar perdas financeiras.</p>



<p>Ao integrar recrutamento, gestão de pessoas e departamento pessoal, o RH ganha visão estratégica sobre o ciclo completo do colaborador, do ingresso à retenção. Esse movimento tem sido decisivo para empresas que buscam escalar operações sem multiplicar problemas.</p>



<p>A lógica por trás da meta de redução de até 40% nos custos com contratações é simples: menos erros significam menos gastos invisíveis. Quando o processo é bem estruturado, a empresa contrata menos vezes para a mesma vaga, reter talentos por mais tempo e evita gargalos operacionais.</p>



<p>Mais do que cortar despesas, trata-se de amadurecer a gestão de pessoas. Empresas que “sonham grande” entendem que crescer exige eficiência, e que o RH é peça central nesse movimento.</p>
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