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	<title>Arquivos fintech - GFCriativa</title>
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	<description>Educação Financeira e Gestão Empresarial</description>
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		<title>E o movimento Fintech não para de crescer!</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/e-o-movimento-fintech-nao-para-de-crescer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2020 16:42:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[fintech]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada ano saem novos mapeamentos das iniciativas de fintechs aqui no Brasil e não é de estranhar que os números só cresçam. Com as inovações e o avanço da tecnologia no mercado financeiro, por exemplo, com o open banking e com os pagamentos instantâneos (com destaque ao PIX), pode dizer que há ainda um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A cada ano saem novos mapeamentos das iniciativas de <a href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/fintechsdavigolias/">fintechs</a> aqui no Brasil e não é de estranhar que os números só cresçam. Com as inovações e o avanço da tecnologia no mercado financeiro, por exemplo, com o open banking e com os pagamentos instantâneos (com destaque ao <a href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/de-adeus-as-teds-e-aos-docs-o-pix-vem-ai/">PIX</a>), pode dizer que há ainda um bom espaço para o crescimento destas iniciativas.</p>



<p>Neste ano tivemos a segunda edição do Distrito Fintech
Report. Foram mapeadas 742 iniciativas, 189 a mais do que o levantamento de
2019. Estas fintechs acabam estando distribuídas em diferentes categorias, em
função da solução que oferecem, e, pelo levantamento, temos a seguinte divisão:</p>



<table class="wp-block-table"><tbody><tr><td>
  <strong>Categoria</strong>
  </td><td>
  <strong>Quantidade</strong>
  </td><td>
  <strong>%</strong>
  </td></tr><tr><td>
  Meios de Pagamento
  </td><td>
  122
  </td><td>
  16,40%
  </td></tr><tr><td>
  Crédito
  </td><td>
  117
  </td><td>
  15,80%
  </td></tr><tr><td>
  Backoffice
  </td><td>
  112
  </td><td>
  15,10%
  </td></tr><tr><td>
  Risco e Compliance
  </td><td>
  68
  </td><td>
  9,20%
  </td></tr><tr><td>
  Criptomoedas
  </td><td>
  49
  </td><td>
  6,60%
  </td></tr><tr><td>
  Serviços Digitais
  </td><td>
  45
  </td><td>
  6,10%
  </td></tr><tr><td>
  Investimentos
  </td><td>
  43
  </td><td>
  5,80%
  </td></tr><tr><td>
  Fidelização
  </td><td>
  37
  </td><td>
  5%
  </td></tr><tr><td>
  Crowdfunding
  </td><td>
  37
  </td><td>
  5%
  </td></tr><tr><td>
  Tecnologia
  </td><td>
  35
  </td><td>
  4,70%
  </td></tr><tr><td>
  Finanças Pessoais
  </td><td>
  33
  </td><td>
  4,40%
  </td></tr><tr><td>
  Dívidas
  </td><td>
  17
  </td><td>
  2,30%
  </td></tr><tr><td>
  Câmbio
  </td><td>
  15
  </td><td>
  2%
  </td></tr><tr><td>
  Cartões
  </td><td>
  12
  </td><td>
  1,60%
  </td></tr></tbody></table>



<p>Em função da distribuição geográfica das fintechs, o Sudeste
é o polo, com 70,3% das iniciativas. Na sequência aparecem Sul (20%), Nordeste
(5,4%), Centro-Oeste (3,6%) e Norte (0,7%).</p>



<p>No aspecto de mercado de trabalho, são mais de 40.000
pessoas que trabalham em startups do mercado financeiro. A média de idade dos
sócios é de 39,4 anos.</p>



<p>Além do mapeamento do Distrito, neste ano, mais
recentemente, também tivemos a divulgação do Radar Fintechlab 2020, este em sua
9ª edição. Desta vez foram detectadas 270 novas fintechs, chegando num total de
689. </p>



<p>Vale reforçar que, apesar do crescimento, nem todas as
fintechs conseguem se firmar. Nesta última edição do Radar Fintechlab foram 92
que fecharam.</p>



<h1>Investimentos, fusões e aquisições</h1>



<p>Além do fechamento de algumas fintechs, há também um outro
movimento, neste caso, muito interessante de ser observado, que é o de Fintechs
adquirindo outras Fintechs. Isso acontece por conta da maioria das fintechs
serem criadas com soluções mais pontuais, e, com o seu crescimento, passam a
incorporar outras funcionalidades, muitas vezes, com a aquisição de outros players
do mercado. Seguem alguns exemplos que ocorreram nos últimos tempos:</p>



<ul><li>Neon + MEI Fácil: no final do ano passado a
Neon, conta digital nas modalidades pessoa física e pessoa jurídica, adquiriu a
MEI Fácil, startup com soluções voltadas ao Microempreendedor Individual.</li><li>Creditas + Creditoo: também no final do ano
passado, a fintech de empréstimos pessoas com garantia Creditas adquiriu a
Creditoo, fintech de crédito consignado.</li><li>XP + Fliper: em junho, o grupo XP, detentor de
corretoras de investimentos como a XP, Rico e Clear, comprou participação
majoritária na fintech Fliper, esta, um aplicativo para gestão de
investimentos.</li><li>XP + Antecipa: o grupo XP, também em junho,
adquiriu a fintech de antecipação de recebíveis Antecipa.</li><li>PagSeguro + Wirecard: em agosto, o PagSeguro
anunciou a compra da Wirecard Brazil, subsidiária da empresa de pagamentos
alemã.</li><li>PagSeguro + Zygo: o PagSeguro também realizou a
compra da Zygo, empresa voltada para a fidelização de clientes para
restaurantes, em julho deste ano.</li><li>Liber Capital + Adianta: em julho, a fintech de
antecipação de recebíveis Liber Capital adquiriu a Adianta, empresa também
atuante neste setor.</li></ul>



<p>Os bancos também não ficam para trás. Além de todos os grandes terem suas próprias fintechs, ocorreram também alguns casos destes adquirindo fintechs já existentes no mercado, como foi o caso do Santander na aquisição de 80% da fintech Gira, que oferece recebíveis do agronegócio.</p>



<p>Neste cenário dos bancos, ocorreu até um &#8220;movimento reverso&#8221;. O Bradesco, criador do banco digital Next, começou o processo de separação deste, e dá indícios de fazer o mesmo com outras &#8220;fintechs internas&#8221;, como por exemplo com a corretora Ágora.</p>



<p>E um caso interessante de se destacar foi o de uma fintech
comprando uma instituição financeira tradicional. O episódio foi o da aquisição
da Magliano Invest, primeira corretora de valores do Brasil, pela fintech Neon.
E vale destacar também a fintech Nubank, que apenas nesse ano adquiriu duas
empresas de tecnologia. E teve até investimento de banco estrangeiro. Em julho,
o J. P. Morgan investiu no FitBank, plataforma de gestão de meios de pagamento.</p>



<p>E, o movimento chama atenção que não só os bancos fizeram
aquisições de fintechs. Grandes empresas brasileiras, de diferentes segmentos,
passaram a se interessar em ter participação em soluções financeiras. Em maio,
a Via Varejo, detentora das varejistas Casas Bahia e Ponto Frio, adquiriu 100%
da banQI, uma conta digital. No final do ano passado quem tinha feito movimento
semelhante foi o Carrefour, com a aquisição da Ewally. Em agosto, a Decolar.com
comprou a fintech Koin, empresa de soluções online de parcelamento via boleto.</p>



<p>No aspecto de investimentos recebidos por fintechs aqui no
Brasil, os números também não param de crescer. De acordo com o Distrito Fintech
Report, entre 2015 e 2019 o valor investido não parou de subir:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="512" height="317" src="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Capturar.png" alt="" class="wp-image-1594" srcset="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Capturar.png 512w, https://gestaofinanceiracriativa.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Capturar-300x186.png 300w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<p>E em 2020, mesmo com a pandemia, a coisa continua acelerada.
Seguem alguns casos que ocorreram neste ano:</p>



<ul><li>Neon (conta digital): R$ 1,6 bilhão (General Atlantic)</li><li>Nubank (conta digital): R$ 1,6 bilhão (Sequoia Capital, Kaszek Ventures e Ribbit Capital)</li><li>Warren (investimentos): R$ 120 milhões (QED Investors)</li><li>Remessa Online (câmbio): R$ 110 milhões (Kaszek Ventures)</li><li>Biz Capital (empréstimos): R$ 65 milhões (DEG)</li><li>Olivia (finanças pessoais): R$ 25 milhões (BV)</li><li>A55 (crédito): US$ 7 milhões (Santander InnoVentures)</li><li>Blox (investimentos): R$ 3 milhões (DOMO Invest)</li></ul>



<p>E vale lembrar que algumas fintechs já têm capital aberto em bolsas de valores, seja no Brasil ou em outras bolsas do mundo. São exemplos o Banco Inter, o PagSeguro e a Stone.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>P2P Lending: uma conexão entre tomadores de crédito e investidores</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/p2p-lending-uma-nova-forma-de-pegar-dinheiro-emprestado-e-investir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2019 23:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimos]]></category>
		<category><![CDATA[fintech]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mercado financeiro, muita coisa tem mudado e algumas outras coisas permanecem iguais. Do ponto de vista das mudanças, estamos com a taxa básica de juros, a Selic, no seu menor patamar da história. Isso faz com que investimentos mais tradicionais e conhecidos pelos brasileiros, como a Caderneta de Poupança, títulos de renda fixa oferecidos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No mercado financeiro, muita coisa tem mudado e algumas outras coisas permanecem iguais. Do ponto de vista das mudanças, estamos com a taxa básica de juros, a Selic, no seu menor patamar da história. Isso faz com que <strong>investimentos</strong> mais tradicionais e conhecidos pelos brasileiros, como a Caderneta de Poupança, títulos de renda fixa oferecidos pelos bancos e títulos do Tesouro Direito tenham uma remuneração menor. Na outra ponta, dos <strong>tomadores de crédito</strong>, apesar da Selic estar em seu menor valor, os juros cobrados por instituições financeiras ainda são altíssimos na grande parte das vezes. Fora isso, os micro e pequenos negócios, que, de acordo com o Sebrae, representam 99% dos negócios no Brasil, muitas vezes não conseguem linhas de crédito.</p>



<p>Porém, o movimento das <a href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/conheca-o-que-sao-as-fintechs-e-por-que-cada-vez-mais-elas-estao-ganhando-espaco/">Fintechs</a>, do qual já falamos várias vezes aqui no blog, também está contribuindo para esse público de micro e pequenas empresas, empreendedores e startups. Plataformas de controle financeiro, bancos digitais e plataformas de crédito estão aparecendo como boas soluções. Destas últimas, até existem fintechs de crédito que oferecem o mecanismo tradicional, com oferecimento de empréstimos e financiamentos provenientes de instituições financeiras. Porém, neste artigo, queremos destacar uma modalidade mais recente que muda um pouco o mecanismo de tomada de capital, por parte das empresas, e, investimentos para qualquer pessoa.</p>



<h4>Peer-to-Peer Lendind (Emprétimo P2P): investidores emprestam dinheiro para
as empresas, pessoas ou projetos</h4>



<p>O Peer-to-peer lending é uma modalidade do mercado de crédito que não envolve as instituições financeiras tradicionais como intermediadores, possibilitando a tomada e a oferta de crédito entre pessoas naturais ou pessoas jurídicas, com a intermediação de uma plataforma. A primeira aparição desta modalidade foi em 2005, na Inglaterra, com a plataforma Zopa. No Brasil a primeira plataforma surgiu em 2011.</p>



<p>Do ponto de vista de quem está tomando crédito, é uma forma menos
burocrática e que costuma oferecer juros menores. Do ponto de vista do
investidor, é uma forma de diversificar sua carteira.</p>



<p>O processo basicamente se inicia com uma pessoa ou uma empresa se cadastrando em uma das plataformas que de P2P. No cadastro, são levantadas informações financeiras de quem está pretendo captar recursos para uma avaliação do risco de crédito. Essa avaliação atribuirá uma nota para o tomador, de forma que a taxa de juros será proporcional a esta nota, pela relação <a href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/investir-sem-risco/">risco x retorno</a>. Ou seja, quem possui uma nota menor tem menos probabilidade de dar calote, o que faz com que o retorno seja menor. Conforme vai subindo a nota, o risco de crédito é maior, justamente por isso, o retorno esperado sobe. Também costumam ser exigidos avalistas por parte de quem está tomando o crédito.</p>



<p>Uma vez analisado e aprovado o pedido de crédito, este fica disponível na plataforma, na qual os investidores podem acessar e escolher onde e quanto querem investir. Dessa forma, não será um único investidor emprestando dinheiro para uma pessoa ou uma empresa, mas sim, vários. Uma vez captados os recursos, o tomador recebe o valor e terá que mensalmente, por um período pré-estabelecido, pagar parcelas envolvendo o valor tomado e a taxa de juros.</p>



<p>O que é importante ressaltar é que existe <strong>risco</strong> no investimento, caso o tomador do crédito atrase ou não pague o valor devido. Cada uma das plataformas de P2P Lending possuem processos de cobrança, que buscam fazer negociações, e, se for necessário, a cobrança judicial.</p>



<p><strong>Ou seja, se for investir, é importante entender como a modalidade funciona, avaliar as empresas, diversificar e entender os riscos!</strong></p>



<h4>Regulamentação</h4>



<p>Pensando em regulamentação das fintechs de crédito, o Banco
Central possui dois enquadramentos, presentes nas resoluções 4.656 e 4.657, de
2018, do Conselho Monetário Nacional (CMN):</p>



<ul><li><strong>Sociedade de Crédito Direto (SCD)</strong></li></ul>



<p>Neste caso, a fintech usa dinheiro próprio (captado com
investidores) para emprestar a quem pede crédito. Esse tipo de empresa não pode
pegar dinheiro de outros clientes para emprestar.</p>



<ul><li><strong>Sociedade e Empréstimos Entre Pessoas (SEP)</strong></li></ul>



<p>Nesta classificação, as fintechs funcionam como
intermediárias entre investidores e pessoas que pedem crédito. Ou seja, esta é
a classificação das empresas de P2P lending. A regra diz que cada investidor
pode emprestar no máximo R$ 15 mil para um único tomador.</p>



<p>Além da classificação do Banco Central, algumas das fintechs de crédito também utilizam a <strong>Cédula de Crédito Bancário (CCB)</strong>, criada pela lei federal 10.931 de 2004. Trata-se de um título de crédito emitido por pessoa física ou jurídica em favor de uma instituição financeira, representando a promessa de pagamento em dinheiro decorrente de uma operação de crédito.</p>



<h4>Plataformas</h4>



<p>Alguns exemplos de plataformas que possuem pequenos negócios
captando dinheiro são: </p>



<ul><li><a href="https://www.nexoos.com.br/">Nexoos</a><ul><li>Captação: Pessoa Jurídica (pelo menos 12 meses de funcionamento e faturamento anual maior que R$ 500 mil)</li></ul><ul><li>Valor de captação: de R$ 15.000 a R$ 500.000 </li><li>Taxa de juros para a empresa tomadora do crédito: 1,14% a 4,19% ao mês</li></ul><ul><li>Prazo: 1 a 24 meses</li></ul><ul><li>Investimentos: aporte inicial de R$ 6 mil e limite mínimo de R$ 1.000 e máximo de R$ 15.000 por oferta</li></ul><ul><li>Retorno: entre 14% e 63% ao ano</li><li>Valor já financiado: + R$ 313 milhões</li></ul></li></ul>



<ul><li><a href="https://www.tutudigital.com.br/">Tutu Digital</a><ul><li>Valor de Captação: de R$ 1.000 a R$ 100.000</li></ul><ul><li>Prazo: 6 a 24 meses</li></ul><ul><li>Taxa de juros: a partir de 1,9% ao mês</li></ul><ul><li>Investimentos: a partir de R$ 500</li></ul></li></ul>



<ul><li><a href="https://iouu.com.br/">Iouu</a><ul><li>Captação: empresas de pequeno e médio porte, microempresas, MEI’s e projetos sociais</li></ul><ul><li>Valor de captação: de R$ 500 a R$ 500.000</li></ul><ul><li>Prazo: 3 a 36 meses</li></ul><ul><li>Taxa de juros: sem taxas (projetos sociais) e de 1,3% a 3,9% ao mês para os demais</li></ul><ul><li>Investimentos: a partir de R$ 100</li></ul><ul><li>Retorno: a partir de 15% ao ano</li></ul></li></ul>



<ul><li><a href="https://mebanq.com.br/">meBanq</a> <ul><li>Valor de Captação: a partir de R$ 10 mil</li></ul><ul><li>Prazo: 3 a 36 meses</li></ul><ul><li>Juros: a partir de 0,99% ao mês</li></ul><ul><li>Investimentos: a partir de R$ 500 e até R$ 15.000 por projeto</li></ul><ul><li>Retorno: de 17% a 50% ao ano </li></ul></li></ul>



<ul><li><a href="https://urbe.me/">Mova</a><ul><li>Valor de Captação: a partir de R$ 5.000</li></ul><ul><li>Prazo: de 12 a 60 meses</li></ul><ul><li>Juros: entre 0,90% e 5,11% ao mês</li><li>Quem pode pedir empréstimo: empresas (Sociedade Empresária Limitada; Empresa Individual;  Empresa Individual de Responsabilidade Limitada ou Sociedade Anônima) e pós-graduandos</li></ul><ul><li>Investimentos: a partir de R$ 500</li></ul><ul><li>Retorno: até 44,3% ao ano </li></ul></li></ul>



<ul><li><a href="https://www.peakinvest.com.br/"> Peak Invest</a><ul><li> Juros: a partir de 1,07% ao mês </li><li>Investimentos: a partir de R$ 1.250</li></ul><ul><li>Retorno: de 10% a 48% ao ano</li><li>Crédito já concedido: + R$ 15 milhões</li></ul></li></ul>



<ul><li><a href="https://www.peakinvest.com.br/">Kavod Lending</a><ul><li>Juros: a partir de 1,2% ao mês </li><li>Investimentos: a partir de R$ 3.000</li><li>Retorno: de 14% a 27% ao ano</li></ul></li></ul>



<p>Além destas plataformas que possuem empresas captando, existem
algumas com outras finalidades:</p>



<ul><li><a href="https://mutual.club/">Mutual</a><ul><li>Captação: pessoas físicas</li></ul><ul><li>Investimentos: a partir de R$ 1.500</li><li>Juros: de 2,53% a 12% ao mês</li><li>Retorno: de 9,44% a 71,48% ao ano<br></li></ul></li><li><a href="https://urbe.me/">URBE.ME</a><ul><li>Captação: setor imobiliário</li></ul><ul><li>Investimentos: a partir de R$ 1.000</li></ul><ul><li>Retorno: Valor Geral de Vendas (VGV)</li></ul></li></ul>



<p>Como você pode ver, existem várias plataformas que oferecem captações e investimentos. Lembre-se que sempre existem <a href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/investir-sem-risco/">riscos</a> envolvidos, podendo ser maiores ou menores. No caso do P2P Lending, os riscos variam conforme a avaliação que a própria plataforma mostra, e acabam estando relacionados a: incapacidade de pagamento, falência e inadimplência. No final das contas, é uma modalidade de investimentos que possibilita a diversificação e a busca por rentabilidades melhores.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>8 Dicas para ajudar na escolha de produtos e serviços financeiros</title>
		<link>https://gestaofinanceiracriativa.com.br/8-dicas-para-ajudar-na-escolha-de-produtos-e-servicos-financeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2019 12:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[fintech]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://gestaofinanceiracriativa.com.br/?p=973</guid>

					<description><![CDATA[<p>No último artigo, trouxemos a ideia do Paradoxo da Escolha. Basicamente, diante de muitas opções de escolha, o ser humano acaba tendendo a escolher o que já é mais “popular” ou a permanecer do jeito que está (a tal da inércia). Basicamente, diante de muitas opções de escolha, o ser humano acaba tendendo a escolher [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/8-dicas-para-ajudar-na-escolha-de-produtos-e-servicos-financeiros/">8 Dicas para ajudar na escolha de produtos e serviços financeiros</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No último artigo, trouxemos a ideia do <a href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/paradoxo-da-escolha-como-o-excesso-de-opcoes-pode-levar-a-mesmice/">Paradoxo da Escolha</a>. Basicamente, diante de muitas opções de escolha, o ser humano acaba tendendo a escolher o que já é mais “popular” ou a permanecer do jeito que está (a tal da inércia).</p>



<p>Basicamente, diante de muitas opções de escolha, o ser humano acaba tendendo a escolher o que já é mais “popular” ou a permanecer do jeito que está (a tal da inércia).</p>



<p>No mercado financeiro, a evolução da tecnologia vem trazendo
uma série de novas opções de plataformas, em diversas frentes: investimentos,
crédito, seguro, bancos, cartões, máquinas de cartão, controles, entre outras.
E estas novas opções acabam contribuindo para a evolução de seus segmentos, já
que, com novas concorrências, as empresas praticamente se veem obrigadas a
melhorarem cada vez mais suas soluções, e, muitas vezes, reduzindo ou eliminado
vários custos.</p>



<p>Portanto, é muito interessante que estas novas opções
continuem sempre aparecendo. E, para evitar os efeitos negativos do Paradoxo da
Escolha, existem algumas ferramentas que podem ajudar na escolha das melhores
opções para cada um. Confira abaixo algumas destas ferramentas:</p>



<h4><strong>Renda Fixa</strong></h4>



<p>Conforme já trouxemos aqui no blog, os investimentos da
categoria Renda Fixa são mais conservadores, tendo, em sua essência, a
matemática financeira sendo aplicada para trazer rentabilidade ao investidor.
Portanto, os principais fatores a serem considerados são: o valor investido, o
tempo e a taxa. Esses elementos, comparados, ajudarão o investidor decidir se
investe na Poupança, no Tesouro Direto ou em títulos de bancos. </p>



<p>Estes investimentos são encontrados nos bancos e também nas
corretoras de investimentos. Estas acabam, dentre outras categorias de
investimentos, oferecendo títulos de renda fixa públicos e também de vários
bancos. Justamente por isso, a lista de títulos disponíveis costuma apresentar
várias opções.</p>



<p>E para ajudar, portanto, a escolher qual o melhor título,
indicamos duas plataformas, o <a href="https://yubb.com.br/">Yubb</a> e o <a href="https://apprendafixa.com.br">App Renda Fixa</a>. As duas plataformas
funcionam como se fossem um “Buscapé” de investimentos. Você pode informar
quanto quer investir e em quanto tempo quer resgatar, para que eles filtrem o
que tem disponível nessas condições em diversas corretoras. Ou ainda, ver a
listagem de todos os títulos de renda fixa que estão disponíveis em diversas
corretoras. No App Renda Fixa existe também uma calculadora que ajuda a
comparar valores investidos entre títulos de renda fixa.</p>



<h4><strong>Fundos de Investimentos</strong></h4>



<p>Tanto nos bancos quanto nas corretoras existem inúmeras
opções de fundos de investimentos. Seja na hora de escolher por conta própria,
ou na hora que o gerente de banco ou assessor de investimentos monta uma
carteira de fundos, surge a dúvida de como compará-los.</p>



<p>Para facilitar nessa comparação, existem algumas opções de
plataformas que comparam o histórico e os índices de fundos de investimentos.
Basta saber o nome do fundo ou o seu CNPJ que a plataforma busca em seu banco
de dados os dados do fundo. E as comparações são feitas na forma de gráficos,
tabelas e também podendo comparar os fundos com a Poupança, a Inflação e o CDI.</p>



<p>São opções de comparadores de fundos de investimentos: <a href="https://www.comparadordefundos.com.br/">Comparador de Fundos</a>, <a href="https://maisretorno.com">Mais Retorno</a>, <a href="https://verios.com.br/apps/comparacao/log/otimo/cdi/">Vérios</a>.</p>



<h4><strong>Empresas de Investimentos</strong></h4>



<p>Os dois itens anteriores referem-se a tipos de
investimentos. Porém, além dos tipos de investimentos, há também uma boa
quantidade de empresas que oferecem investimentos: bancos, corretoras, <a href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/os-robos-podem-te-ajudar-a-investir/">robôs
investidores</a>, plataformas Peer-to-Peer (P2P), plataformas de Equity
Crowdfunding. </p>



<p>Neste caso, para ajudar na escolha de qual empresa de
investimento escolher, o <a href="https://yubb.com.br/melhores-empresas-de-investimento?utm_source=yubb_header">Yubb</a>
possui uma página com um ranking, no qual as notas são calculadas a partir da
votação dos usuários, de acordo com uma série de tópicos. </p>



<p>O <a href="https://bancodata.com.br/">Banco Data</a> é uma
opção para quem deseja consultar como estão os balanços e outros índices da
instituição financeira.</p>



<h4><strong>Crédito</strong></h4>



<p>Não é só quem investe que tem dúvida sobre o que escolher.
Quem está buscando dinheiro emprestado também acaba se deparando com um cenário
de escolhas. Além do próprio banco e, dos demais bancos tradicionais e
financeiras, hoje em dia também existe a opção de pegar dinheiro emprestado por
meio das <a href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/conheca-o-que-sao-as-fintechs-e-por-que-cada-vez-mais-elas-estao-ganhando-espaco/">fintechs</a>
de crédito. De acordo com o último Radar Fintech Lab, existem no Brasil mais de
95 fintechs de <a href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/emprestimos-facil-pegar-dificil-pagar/">empréstimo</a>.
Assim, quem está buscando crédito pode sentir certa preguiça só de pensar que
terá que ir banco por banco e se cadastrar em diversas plataformas para
encontrar um empréstimo com boas condições.</p>



<p>Justamente para ajudar nesta busca, existem buscadores e
simuladores de crédito. No <a href="https://comparabem.com.br">Compara Bem</a>,
você informa primeiramente qual linha de crédito está buscando: Empréstimo
Pessoal, Financiamento de Carros, Financiamento Imobiliário, Consórcio de
Imóveis e Empréstimos Online. Na sequência, é informado o valor que está sendo
buscado e o prazo. A partir disso ele apresenta uma lista com as opções. No <a href="https://www.comparaonline.com.br">Compara Online</a> e no <a href="https://www.foregon.com/emprestimo/comparar/emprestimo-pessoal">Foregon</a>,
informa-se a linha de crédito e alguns outros dados para ele levantar as opções
existentes. Já no <a href="https://www.bompracredito.com.br/">Bom Pra Crédito</a>
e no <a href="https://jurosbaixos.com.br/">Juros Baixo</a>, você faz um
cadastro e informa a linha de crédito e o valor desejado. A partir disso, ambos
possuem instituições financeiras parceiras que farão propostas para o
solicitante.</p>



<h4><strong>Seguros</strong></h4>



<p>Assim como crédito e investimentos, escolher os <a href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/a-importancia-dos-seguros/">Seguros</a>
também não é uma tarefa tão simples. Neste caso, também existem plataformas que
auxiliam no processo de escolha. O <a href="https://www.konkero.com.br/seguro/auto/comparador/seguro-auto-compare-as-maiores-seguradoras">Konkero</a>
tem um levantamento de seguradoras e suas respectivas avaliações no Reclame
Aqui. O <a href="https://www.comparaonline.com.br">Compara Online</a>,a <a href="https://www.bidu.com.br/">Bidu</a> e o <a href="https://meuseguromaisbarato.com.br/">Meu Seguro Mais Barato</a> permitem
a cotação online.</p>



<h4><strong>Cartão de Crédito</strong></h4>



<p>A cada dia aparecem novas opções de cartão de crédito. Desde os que já eram oferecidos pelos bancos, até cartões sem vínculos com bancos, <a href="https://letsperformgo.go2cloud.org/aff_c?offer_id=61&amp;aff_id=1130&amp;url_id=12647&amp;file_id=1443">cartões sem anuidade</a>, cartões com <a href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/milhas/">cashback</a>, e por aí vai. Ou seja, também vale o esforço de buscar as melhores opções desta categoria. Para ajudar nesta escolha, os seguintes sites possuem comparações entre cartões: <a href="https://www.comparaonline.com.br/cartao-de-credito">Compara Online</a>, <a href="https://www.proteste.org.br/dinheiro/cartao-de-credito/teste/cartoes-de-credito">Proteste</a>, <a href="https://www.foregon.com/">Foregon</a> e <a href="https://comparabem.com.br/cartoes-credito">Compara Bem</a>.</p>



<h4><strong>Contas Digitais</strong></h4>



<p>Na mesma linha dos cartões de crédito, surgem cada vez mais
opções de conta bancárias digitais. O <a href="https://www.comparaonline.com.br/conta-corrente">Compara Online</a>, o <a href="https://www.foregon.com/">Foregon</a> e o <a href="https://educandoseubolso.blog.br/simuladores/simulador-de-contas-digitais/">Educando
Seu Bolso</a> ajudam na avaliação de tarifas e serviços inclusos.</p>



<h4><strong>Máquina de Cartão</strong></h4>



<p>Quem tem negócio acaba tendo mais um desafio frente às
escolhas: a maquininha de cartão. Assim como todas as modalidades anteriores,
esta vem, a cada dia, tendo novas opções. E, para o negócio, é fundamental que
a máquina escolhida apresente um ótimo custo/benefício. A máquina precisa
funcionar bem, e, as taxas precisam ser interessantes. E, além das várias
opções de empresas que oferecem máquinas, dentro de cada uma delas existem
diversos modelos. Para ajudar nesta pesquisa, o <a href="https://educandoseubolso.blog.br/simuladores/simulador-de-maquinas-de-cartao-de-credito/">Educando
Seu Bolso</a> tem um simulador no qual são informados alguns valores
relacionados às vendas, e, a partir disto, ele monta uma lista informando as
taxas e qual o valor que será gasto em cada maquininha. O <a href="https://www.foregon.com/maquinadecartao/comparar">Foregon</a> também
possibilita a pesquisa e comparação entre as mais diversas opções.</p>



<p>Todas os comparadores e simuladores apresentados são
ferramentas que ajudam na hora da escolha. Em conjunto com eles, é válido
também a pesquisa no Google, verificação dos índices no <a href="https://www.reclameaqui.com.br/">Reclame Aqui</a>, avaliação do
aplicativo na Play/App Store, e até verificar em empresas reguladoras, como o
Banco Central e a CVM, se a empresa está devidamente autorizada a exercer o que
faz. Pesquise, compare, analise e teste para que você faça a melhor escolha
para você.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br/8-dicas-para-ajudar-na-escolha-de-produtos-e-servicos-financeiros/">8 Dicas para ajudar na escolha de produtos e serviços financeiros</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gestaofinanceiracriativa.com.br">GFCriativa</a>.</p>
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