Sete maneiras de não se dar mal financeiramente durante o surto de COVID-19

Sete maneiras de não se dar mal financeiramente durante o surto de COVID-19

Como sabemos, diversos países decretaram quarentena, ou seja: os estabelecimentos considerados não-essenciais devem ficar fechados, fazendo com que haja diminuição no fluxo de pessoas e consequente diminuição das taxas de contaminação pelo novo coronavírus.Situações como essa reforçam a necessidade de sempre manter uma reserva de emergência. 

Embora estejamos falando de uma atitude coerente para a gravidade da situação – afinal, o coronavírus já afetou milhares ao redor do mundo, além de ter matado mais de 50 mil pessoas desde o seu surgimento, em Dezembro de 2019 -, é inevitável que estamos diante de uma circunstância que nos afetará economicamente.

Os trabalhadores informais, os autônomos e microempreendedores individuais estão entre os grupos mais afetados pela pandemia, uma vez que normalmente têm seus ganhos condicionados à frequência com a qual trabalham.

Algumas medidas, como o coronavoucher, têm sido adotadas para minimizar o impacto da paralisação no cotidiano. De acordo com informações fornecidas pelo governo federal, diversos trabalhadores terão direito a 600 reais mensais, por até três meses, para compensar as perdas geradas pela quarentena.

Existem outras atitudes que podem ser adotadas para facilitar o processo de economia e reorganização financeira durante os próximos meses. Confira abaixo a lista que preparamos para você.

7 maneiras de manter a saúde financeira durante o surto de COVID-19

A primeira dica parece óbvia, mas é realmente muito importante: não gaste com o que não é fundamental.

Se você vai ficar em casa, existem coisas que são primordiais para o seu bem-estar o bem-estar da sua família. Liste-as. O resto? Deixe para outro momento.

Em geral, você precisa, além de comida, luz e água, de fontes de informação e diversão. A internet, os livros – bom momento para acabar com as leituras atrasadas! – e uma televisão já ajudam muito.

No que tange a parte física, você pode aproveitar o tempo ocioso para fazer exercícios. Existem inúmeras aulas disponíveis na internet, muitas com preços acessíveis ou completamente gratuitas. Invista nisso.

Não é a hora de comprar roupas novas, sapatos caros e similares, em resumo.

Outras dicas incluem:

Economize o básico

Você vai ficar em casa o dia inteiro, é verdade, mas não estará sempre no mesmo cômodo. O que isso significa? Desligue as luzes quando não estiver no quarto, na sala, na cozinha.

Demore menos no banho, poupe água na hora de escovar os dentes, recolha água da chuva para lavar a calçada: dessa forma, as contas básicas, que possivelmente chegarão mais altas (afinal, você estará em casa por mais tempo), não causarão um rombo tão significativo no seu orçamento.

Use a internet para ganhar dinheiro

É possível vender os seus produtos ou serviços pela internet? Você tem a possibilidade de entregar, de forma correta e segura, os artigos que fornece?

Se não, de qual forma pode garantir clientes para o momento em que retornar ao mercado de trabalho?

Esse é o momento de pensar em como criar não apenas presença virtual, mas autoridade. Aproveite a quarentena para fornecer conteúdo de qualidade, conseguir novos seguidores, tornar-se alguém relevante em seu nicho.

Existem ferramentas, como o Canva, que permitem ao usuário criar imagens para redes sociais de forma bem simples. Desse jeito, você terá uma comunicação profissional e poderá continuar a fazer negócios da sua casa.

Se não tem uma reserva, comece

Pode parecer difícil começar a guardar dinheiro em um momento de escassez, mas acredite: é importante estar preparado para uma emergência.

Quitou as contas básicas, comprou comida, está confortável? Guarde o que sobrar. Pode não parecer muita coisa agora, mas fará enorme diferença caso algo fuja do seu controle.

Obviamente não queremos que nada de ruim aconteça. Infelizmente, não podemos prever eventualidades. Ter um reforço financeiro, por mais modesto que seja, é uma medida de segurança.

Se for comprar, dê preferência a produtores locais

Fazer comida em casa é uma boa opção por diversos motivos: além da economia financeira, você diminui as chances de contágio através de embalagens, contato com entregadores, entre outras coisas.

Se você quiser comprar algo para comer, algum jogo para utilizar com a sua família ou similares, prefira comprar de pequenos produtores e artesãos locais. Nesse momento, como já comentamos antes, a situação é mais delicada para essas pessoas.

Produtos locais também tendem a ter um preço mais vantajoso. Avalie isso antes de fazer qualquer compra.

Cuidado com o cartão de crédito

O cartão de crédito pode ser um aliado: é possível, por exemplo, passar as suas contas básicas no cartão e pagar todas de uma vez, ao final do ciclo do cartão (ou seja, quando chegar a fatura).

Isso permite que você tenha mais controle financeiro, especialmente se você pode visualizar o valor da fatura mensal diretamente no seu celular.

Por outro lado, o cartão de crédito pode dar a impressão de que há muito dinheiro para ser gasto. E, especialmente em momentos de ansiedade, pode servir como uma válvula de escape.

Negocie

Entre em contato com prestadores de serviços e negocie o valor das coisas que você costuma utilizar. 

Se tem um plano de TV por assinatura, ligue para a sua companhia e peça para deixá-lo mais simples. Faça o mesmo com o provedor de internet.

Há quem tenha conseguido descontos muito significativos até no aluguel mensal. Converse com a sua imobiliária, explique a situação, faça uma proposta: todos estão cientes da dificuldade do momento, então a abertura para negociação tem sido maior.

Não tenha medo de tentar. Às vezes, os resultados são melhores do que se imagina – e podem, sem sombra de dúvidas, ajudá-lo a se sentir mais tranquilo durante o período de isolamento.


O texto é um guest post da redação da Red Ventures

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